05 maio 2014

A força das palavras

Maria ainda criança já pastoreava os rebanhos. No cesto levava o almoço: toucinho, queijo e o naco de pão. No cantil, água fresca. Também a roca, o linho para fiar enquanto entoava ternas canções em uníssono com as aves suas amigas.
Sentia-se feliz no seu viver. 
Chamavam-lhe Maria Pastorisa.
Mas surgiram maleitas. Dores incontroláveis.
Que fazer?! 
Encontrou coragem no livro " De Zero a Dez", da Margarida Fonseca Santos.
Agora abstrai-se, sonha!
Afinal o “sonho comanda a vida"! 

Rosélia Palminha, 66 anos,  Pinhal Novo

Desafio nº 65 – chamavam-lhe Pastorisa

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