26 maio 2014

Agora

Agora,
nasceu o Sol,
já as nuvens
se esfarriparam para algures,
e o vento,
(ah o vento!)
esse foi-se esmorecendo
pelos caminhos do sul.
Agora,
é o tempo das colheitas,
do trigo 'prenho',
da claridade
e do assalto da alegria.
Agora,
é o tempo das redes luzentes,
faiscantes de vida,
de esperança.

Agora,
é o meu tempo
e o tempo desta terra
em que nasci,
pai-mãe dos meus sonhos
e chão-minha-Pátria,
e terra a que chamo Nação!
Jaime A., 50 anos, Lisboa


História sem desafio

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