05 maio 2014

Objectividade

Das Letras e das Artes se falava bastante naquela casa de pergaminhos firmados, onde, robusta, nasceu uma menina a quem puseram o nome de Pastorisa.
Parentes, amizades, se indagaram sobre a estranheza do nome.
Os anos rolaram, a menina ficou mulher e, por um destes irrefragáveis determinismos, o nome veio justificar os ofícios: tornou-se líder, condutora de gentes. Ainda, sob garbosos dons pintora da ruralidade... campos e pastores!
Nome, destino, fazendo acontecer o que tem de acontecer.

Elisabeth Oliveira Janeiro, 69 anos, Lisboa

Desafio nº 65 – chamavam-lhe Pastorisa

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