23 janeiro 2016

Sempre comigo

Minhas Sapatilhas que estão ainda sempre comigo. Temos vivido muitas coisas juntas. Momentos de superação como quando tentámos começar a correr (mas no Verão ou seja, não durou muito tempo). Ou como quando passeávamos pelo bosque nessas excursões. Ou quando fizemos o Caminho do Santiago. Eu quero dizer-vos: muito obrigada por todas as vezes que tentamos melhorar o nosso tempo anterior, por todos os tropeções que não terminaram no chão, e os que também. Por tudo: obrigada!

María Cinta Jerez Hernández, 19 anos, Ciudad Rodrigo, prof Paula Pessanha Isidoro
Desafio Escritiva nº 4 – homenagem às sapatilhas


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