03 fevereiro 2016

Et voilà

Gargalhava até às lágrimas.
Nada mais havia a fazer, eu tentava manter-me firme e séria, não podia sequer ousar descompor-me.
O nosso amigo francês, português de gema, a seguir a cada palavra repetia, et voilà.
“O cão ladrou, et voilà…” Se tivesse evitado alguns, talvez não chegasse a tanto, era hilariante. O meu irmão, sem conseguir parar de rir, respondeu-lhe enquanto se afastava, et voilà! Agora restava uma maneira airosa de seguir o meu irmão, “et voilà”.

Goretti Pina, 53 anos, Odivelas
Desafio nº 103 – 3 frases impostas por ordem

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