01 março 2016

Pindéricos!

A tempestade era muito perseverante! O Samuel agora tinha emprestado, mais prontamente, o serrote. Assustado… trancado, esperava. Mas porquê o serrote? A tempestade espreitava manhosamente, pois ouvira Samuel a tecer enfadada maledicência! Porque ousava sempre agredir tempestades? E muito paulatinamente, o Samuel, a trupe e mais povo ouviriam, silenciosamente, a tempestade espevitar-se! Malditos! Pindéricos! Ousavam silenciar a tempestade? E, momentaneamente possuída ousou, sarcasticamente, amedrontar todos! Esmagou-os, meticulosamente! Podia ouvi-los suplicar! Agora tinham e muito, para onde segredar…

Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada
Desafio nº 104 – letras obrigatórias: A T E M P O S


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