15 abril 2016

Que bom!

Estava desesperada. A casa por arrumar, a roupa para lavar e o telefone que não parava de tocar. Sempre a correr, a vida era tão agitada que, só me apetecia gritar. Que saudades do tempo em que passava horas em frente à televisão sem ter tarefas para cumprir. Desanimada, olhei o branco do teto e fechei os olhos. Nesse momento, toda aquela desarrumação desapareceu, a roupa estava lavada e arrumada e o telefone estava silencioso. Que bom!

Sara Catarina Almeida Simões, 28 anos, Coimbra
Desafio Escritiva nº 6 – poderes mágicos no corpo


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