10 julho 2016

Som dos Mouros

Quem viveu um imenso idílio, entende bem o que estou sofrendo.
Longe do meu bem, fico mesmo sem brilho, sem o pôr do Sol, sem o horizonte que me inspire novos rumos neste sofrimento infinito, depois que tudo terminou e fez de meu viver este breu. Rogo todos os deuses dos desiludidos, que oriente um novo bem. 
Sem sucessos e sozinho fico pelos becos frios perto do Tejo, ouvindo um som triste dos Mouros.
Oh, cupido, fleche-me. 
Antônio Tomaz (Toninho), 60 anos, Salvador

Desafio RS nº 39 – história de amor sem A!

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