29 agosto 2016

No velho e amassado papel de pão, um pouco engordurado, escrito com tinta cheia de falhas, dizia assim: "Caso-me amanhã por um amor inexplicável e impossível, amo desde tantas outras vidas o filho da mulher que desposarei. Sei que será um amor impossível, pois que ele ama devotadamente sua esposa. Ainda assim ficarei perto, isso me consola."
Sentada na areia Ana divagava, por que alguém faria isso? Pelo simples prazer de contar?  Para desabafar com um desconhecido?
Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil

Desafio Escritiva nº 11 – mensagem na garrafa

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