06 setembro 2016

Uma questão de dignidade

problema? Qual martelo agigantado na minha cabeça!
Desgostosa, despida de afeto, corri descalça ao jardim (refúgio sedativo!), para no infinito desmaiar!
As lágrimas regaram uma rosa solitária… desfolhei-a pranteando a solução. Um malvado espinho aguçado prensava-me a alma. Arranquei-o com as forças que restavam. Desmembrado, teimou em espetar-se no gélido corpo.
Lutei – não foi em vão! Venci-o, em analogia, descobri a resolução.
Tudo resolvido e tratado com a dignidade com que me vesti dai em diante!
Andrea Ramos, 39 anos, Torres Vedras

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

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