10 dezembro 2016

Metas e Amor

O vento sopra agreste, em rajadas incertas, não entendo o que diz, a curiosidade, inexistente, não permite qualquer interpretação. Apenas acompanha as lágrimas que verto, precedendo rios de água que limpam o corpo e a alma, seguindo o seu percurso, cumprindo as suas metas. 
A agressão cede o lugar ao silêncio morno, inodoro, invisível. Parece uma brisa, contudo impercetível. Comunica-se numa paz iluminada, que nos transporta tranquilamente. Parece não haver pressão, nem tempo, nem espaço, apenas Amor. 
Fernanda Costa, 55 anos, Alcobaça

Desafio RS nº 44 – reflexão em 44, contrário em 33

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