14 fevereiro 2017

Agonia eterna

confusão sempre foi minha aliada. Sem saber que a felicidade podia estar numa simples atitude de independência, fui juntando retalhos de vidas espreitadas pelas nesgas das revistas cor de rosa.
Estava presa, mas a um ideal sem luz e sem espaço.
A vontade polémica de fuga à última hora, o coração a saltar do peito, a mudança radical de vida, seria como o trevo que teimei em guardar no peito, pisado pelas esperanças em agonia eterna.
Manuela Branco, 60 anos, Lisboa
Desafio Rádio Sim nº 46 – 12 palavras impostas

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