06/05/12

EXEMPLOS desafio nº 3

Desafio nº 3 – números de 1 a 10


Um sem o outro, não podiam existir. Os dois rapidamente passaram a três. Foram viver para um andar de quatro assoalhadas
num quinto andar na cidade. Eram seis de volta da criança, pais, avós paternos e maternos que faziam o diabo a sete para que a vida não fosse um oito incontornável… corrida para o emprego, fazeres rotineiros, tratar da criança… Nove meses passados compraram um lote de dez hectares no campo e foram viver todos juntos!
Elvira Cristina Silva

Ficaram amigos.
Através de uma rede social mas, amigos.
Dois meses depois, marcaram encontro no centro comercial.
Três horas de conversa e a amizade solidificou.
Quatro meses mais tarde viviam juntos.
Escoaram-se cinco anos e o romance esfriou.
Seis anos… sete anos… oito anos… e a amizade azedou.
Nove anos se passaram e a revolução estalou.
Os outros condóminos não aguentaram muito mais tanta discussão. Eles também não.
Dez anos, foi o tempo que durou a (des)união.
Ana Paula Oliveira, S. João da Madeira, 51 anos

Era um formigueiro como outro qualquer… mas tinha duas formiguinhas loucas. Saíam e voltavam sempre com novidades e sarilhos.
Um dia, deixaram três grãos gigantescos a tapar a entrada… Durante quatro dias ninguém conseguiu entrar ou sair do formigueiro...
Ouviram mais de cinco minutos de ralhete real.
seis ou sete dias depois saíram de novo. Escoltadas por oito obreiras mal-encaradas, cheias de nove-horas…
Nesse dia, trabalharam a valer.
– Carregar dez vezes o nosso peso… Que exagero!
Sandra Lopes


Primeiro surgiram dúvidas segundo as quais me levaram a refletir sobre o assunto, não foram três, nem quatro, mas cinco pessoas que referem pela sexta vez que os meus mails de sete ou oito palavras mostram claramente que não estou bem!
Não sei se eu, ou meus mails devemos consultar um psicólogo… Resumo em nove palavras o que me vai na alma e em dez segundos o faço: De agora em diante não respondo, estou “off line”!
Elvira Cristina Silva - Queluz

Reguilas da mata
Estava um lindo dia, o João estava a treinar a contagem porque ia para a escola pela primeira vez.
– Um, dois, três, quatro, cinco… - disse o João.
Na escola, começou a brincar com os outros meninos e quando entrou na sala, a professora pediu-lhe para contar de cinco a dez.
– Cinco, seis, sete, oito, nove, dez. - disse o João muito rápido!
Chegou a casa e disse à mãe:
– A escola é fantástica!
Beatriz Faria

Um livro falava de dois dragões, que tinham três asas, nove cabeças, dez dentes e cinco línguas.
Estes dragões deitavam fogo pela boca e tinham oito amígdalas que se mexiam.
Eles viviam numa gruta distante com quatro bebés dragões.
Um deles era muito mau e diferente dos pais.
Este dragão tinha seis asas e sete cabeças e todos os dias tentava voar para a floresta.
Os dragões juntavam-se para ensinar o dragão bebé a voar e conseguiram!
Octávio Coelho

Existia uma aldeia no Alentejo, e por detrás dessa aldeia havia um bosque. Um grupo de pessoas decidiu fazer um piquenique no bosque e levaram:
Dois copos,
Três pacotes de sumo,
Quatro sandes,
Cinco colheres,
Seis pratos,
Sete pudins em miniatura,
Oito pacotes dos pequeninos de chá,
Nove chávenas e
Dez garrafas de água.
Mas quando as senhoras estavam a fazer o chá ouviram um barulho estranho, era o número Zero, zangado, por não ter sido convidado.
Sofia Sousa

Ia começar uma nova aventura para dois namorados. Sete dias passados no campo, onde o amor parecer ser mais forte, com os cinco sentidos bem despertos. Partiram às quatro e às seis já tinham chegado.
Falaram de amor e fizeram planos para o futuro. Por ele poderiam vir a ter dez filhos, mas ela afirmou que mais que três nem pensar!
Desfizeram as malas com um sorriso e pelas oito, nove horas foram jantar. Estavam mesmo apaixonados.
Marta Almeida

Ao chegar a casa, bati com a porta e gritei: "Mãe, quero dois pães e um sumo, três maçãs e quatro kiwis! Estou a morrer de fome!"
Entrei no meu quarto e fiquei escandalizada! Será que por ali tinha passo um mini-tornado?
Sete calças estavam espalhadas, cinco t-shirts em cima da cama, oito cuecas e nove meias em cima da cabeceira, seis casacos na secretária e dez lenços sobre a cadeira. Foi o meu irmão, só podia.
Marta Silva, 15 anos

Dia 1, houve um Rapto. O rapto deu-se às 4:35. Era uma criança de 8 anos que tinha ficado em casa durante a tarde enquanto a mãe foi ao supermercado, desta forma chegou a casa duas horas depois de ter saído às 2:35. As outras filhas de 6, 7, 8, 9, 10 ainda não estavam em casa.
Ana Brandão

Esperava eu que o tempo passasse, pronta para partir, mas nem mesmo assim as horas se apressavam. Olhava para o relógio, faltavam quatro horas, cinco minutos e aproximadamente dez segundos. A espera estava a tornar-se aborrecida. Chamei três dos meus cinco irmãos. Carregámos, para os dois carros, porque um só não chegava, seis malas, sete chapéus e oito ou nove garrafas de água. Passaram-se as horas e íamos agora finalmente ter os nossos sete dias de férias.
Mariana Silva, 12 anos, Escola Secundária Jorge Peixinho, Montijo

8 de maio! O sol varria o jardim, realçando a beleza do carreirinho de margaridas que conduzia ao altar. A cerimónia era discreta; nove convidados apenas, quatro do noivo e cinco da noiva, além dos três padrinhos dele e dos dois dela.
6 horas, 10 minutos, 7 segundos. A marcha nupcial soou. Ia acontecer. O amor suplantara o preconceito! Finalmente, celebrava-se a união entre a Yorkshire Beksy e o Rafeiro Bob: um dia memorável para os canídeos!
São Almeirim, 50 anos, Montijo

"Um dia de chuva intensa, os dois irmãos saíram para a escola. Eram três horas, como todas as sextas-feiras, mas o autocarro número quatro, estava atrasado. Cinco, seis, sete minutos e nada. Se não chegasse em breve estavam feitos num oito. Tinham teste e a professora não admitia falhas:
«Após o segundo toque ninguém entra», avisava sempre.
-Pensando bem, estou com sorte – disse o Cesário que não tinha estudado. – Sempre me livro de apanhar nove ou dez."
Quita Miguel, 52 anos, Cascais

O JOGO DE BASQUETEBOL
A Marta recebera um livro dos avós e estava desejosa para lê-lo. Ainda não tinha chegado à página número dois, quando o irmão Tiago, querendo estrear a bola nova, a chamou para jogarem juntos. Após muita insistência da parte dele, ela concordou bastante contrariada. Deixou que ele ganhasse três jogos e até quatro e cinco. Aos seis, já estava exausta, mas ganhou o sete, o oito e no fim, não foram nove, mas dez que ela venceu.
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AS PRÓXIMAS FÉRIAS
Miguel adorava visitar localidades, especialmente as que tinham história. Não perdia uma, desde que tivesse a companhia da irmã Marta. Se os primos também fossem, a diversão era ainda maior. O Francisco e as duas gémeas, a Teresa e a Luísa, faziam três. Com a irmã contavam ser quatro e com ele eram cinco jovens a percorrer castelos centenários com mais de seis, sete, oito e nove séculos. No fim, eram já dez, os castelos que conheciam!
Vanda Pinheiro

Era quinta-feira e o senhor Francisco já tinha caído oito vezes, tinha ido ao talho da décima rua e tinha pedido um suculento bife.
Em dois tempos estava em casa a preparar a terceira refeição do dia. Com nove gotas de azeite deu um delicioso cheiro ao prato. Era a sétima vez que fazia aquela iguaria, mas aquela era a melhor. Seis horas depois estava na cama a ler o quarto volume da coleção do corpo humano.
Tomás Jorge 6ºE Colégio Monte Maior

Na fábrica da região, não existem nomes. Existem números.
O 1 é um homem engraçado e bem disposto. Já nem ele próprio se lembra do nome que a mãe lhe deu.
O 2 perdeu muita da alegria que o caracterizara.
A 3 é uma mulher rude.
O 4, esse, está perdido de amores pela número 8, criatura de boas maneiras.
A 5 tem muitos ciúmes da número 7.
O 6 é descontraído e tem 10 filhos gémeos 
Sandra Paulino

Aos 3 dias, do mês 2, do ano de 1961, pelas 8 horas da noite, nasceu na magnífica cidade do Marco de Canavezes, 1 indivíduo do sexo masculino, pesando 4 ou 5 Quilos e medindo 6 ou 7 palmos.
Rapagão!
Nasceu já com 1 dente e obrigou a sua pobre mãe a 9 longas horas de trabalho de parto.
Nos 10 dias seguintes, o seu nascimento foi o tema favorito das conversas, na pequena cidade e arredores.
Luís Marrana, 52, Oliveira do Douro

Numa tarde de chuva, estava no andar, apartamento 3. Às 4h preciso de trabalhar com 5 colegas. Antes disso, como 6 chocolates e leio 7 irmãos. Tenho reunião às 8h. Às 9h durmo. Amanhã acordo às 10. Já estou atrasado, tinha de acordar às 9! A vizinha do atira água. Para me secar, uso 7 toalhas. Como 6 ovos. O meu filho de 5 anos chora muito! Tomo 4 comprimidos, durmo 3 horas e 21 minutos.
St. Mary of the Angels, Toronto, alunos de Português
Calma, coragem conta ate dez.
Ela estava sentada a ler um livro.
Enchi o peito de ar. “Um, dois, três...”
– Rui anda jogar connosco.
– Agora não posso… “quatro, cinco…” A cada passo a distância encurtava e a minha coragem esvanecia-se numa tremura de pernas. “Seis…”, parei antes dos sete para respirar.
Foi então que ela levantou os olhos do livro.
– Olá. Sou a Clarisse e tu, como te chamas?
Corei. Ainda faltava o oito e o nove…
Paulo Roma, 50 anos, Lisboa

Hoje, começámos a procurar casa, noutra localidade. graças às transferências que se deram no trabalho.
Gostámos dum 9º andar, com 8 assoalhadas, porque temos 3 filhos.
O André de 6 anos, o Tomás de 7 e uma menina de 10, a Rita.
Como vimos várias casas, alugámos um 4º andar, maravilhoso.
Passou um mês; foram para a escola.
O André, no 1º ano; o Tomás no 2º e a Rita foi para o 5º.
Tudo correu bem.
Arminda Montez, 75 anos, Queluz

Podia ter gritado, mas calei-me.
Já não era nem a , nem a 2ª, nem vez.
Não queria que chegasse à .
Logo naquela quinta-feira quente em que queria estar com os meus pais e os meus três filhos nas seis espreguiçadeiras reservadas!
Mas queria ajudar aquele pobre da rua 7... Coitado... Só tomando banho oito vezes ficaria limpo.
Alguém chamou do andar e eu lá fui do 10º andar sem nunca esquecer aquele pobre.
Rickyoescritor, 11 anos, Pedroso, VNG

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Já perdera o número de vezes que contara até 10 para se acalmar.
Dizem ser uma boa terapia, mas duvidava! 
Hoje, mais que nunca, sua mãe insistia em ser chata!
Punha defeitos em tudo o que fizera na casa nova. Desde a cor dos cortinados à disposição dos móveis. Nada estava bem. Estava à beira de perder a paciência! Mas... Mãe é mãe. E recomeçou a contagem...
Carla Silva, 39 anos, Barbacena, Elvas

1 elefante dançarino
2 gaios a voar
3 avestruzes a fazer o pino
4 leopardos a caçar
5 hipopótamos sem tino
6 tartarugas a tartarugar
7 zebras a comer citrinos 
8 leões a dormitar
9 girafas com ar asinino
10 chimpanzés: as cabeças a catar
Eis o meu zoo
todo louco,
cada bicho
com uma mania.
Vivem juntos
porque gostam
das loucuras
uns dos outros.

Eis o meu zoo
todo louco,
o segredo
é aceitarem-se:
aprendam, humanos!
Jaime A., 49 anos, Lisboa

Contagem decrescente
João rebola na cama de um lado para o outro. Não ouve o tic-tac, mas o relógio insiste em mostrar-lhe que devia estar a dormir. Está ansioso com a operação ao joelho. O futuro da sua carreira de
skater depende disso.
Amanhece, o enfermeiro leva-o para o bloco operatório. “Está pronto?”
“Nem por isso!”
Luzes, instrumentos, batas verdes…
O anestesista aproxima-se e acalma-o:
“Faça contagem decrescente comigo 10…”
“9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 2 1….”
Carla Neves, 33 anos, Loulé.

A amiga Tita
– Querida, re9 esta casa, está a precisar de mudar – dizia 1 amiga à outra.
– Tita, somos 5 cá em casa e nem todos estão de acordo.
– Olhe, em minha casa somos 4 e quem manda sou eu.
A mesma ca7, já não a podia ouvir.
– Empresto-lhe os pin6 para as pinturas – continuou. – Sabe que não há 2 sem 3.
– Tita, agora beba um chazinho, coma um bisc8 e não se fala mais nisso.
– Boa, dia 10 começamos.
Isabel Branco, 53 anos, Charneca de Caparica

Ainda aprendeu a contar com um ábaco com 10 barras e bolinhas.
2 + 3 + 1= 6
4 x 2 = 8
O cálculo mental é de uso ocasional.
Todavia, não tens de perguntar à caixa do Lidle.
Ela acredita cegamente no que aparece na tela.
O total são 57,90.
Então pagas com cem euros mais noventa cêntimos e o inocente rosto dela mudará num ponto de interrogação.
É óbvio, nunca tirou proveito do ábaco.
Theo De Bakkere, 61 anos, Antuérpia Bélgica

A número 1 da turma, a Ana, pequenina, envergonhada, passava despercebida; a 2, a Bia, divertida, brincalhona; a 3, Constança, magra, alta, a melhor aluna da turma; a 4, a Ernestina muito embirrante; o número 5, o João, o menino bonito; 6, a Luísa, a sossegadinha; o 7, o Hugo, o mais pequenino, o menino dos calções; a 8, a Joana, divertida, a gorducha; o 9, o Quim, ponderado e o 10, Rui, o rapaz inteligente.
Felismina Trindade, 68 anos, Estremoz, Academia Sénior, prof Zuzu Baleiro

Peripécias na escola
Um menino que se chama Lucas tem dois irmãos gémeos, foram os três à escola na companhia de quatro amigos.
O João também foi com os seus cinco amigos.
Juntaram-se todos e foram jogar futebol.
Só faltavam seis minutos para entrarem na aula.
Marcaram sete golos, mas chegaram oito minutos atrasados!
O professor deu-lhes um castigo, não os deixou sair no intervalo das nove.
Mas às dez acabou tudo em bem, o professor não lhes marcou falta!
Antónia Lúcia, 70 anos, Estremoz, Academia Sénior, prof Zuzu Baleiro

Pim pam pum cada bola mata um. Assim começava a aula de segunda-feira.
Depois em coro: Dois Maria dos bois. Ela leva os bois? - Não só olha…
Agora o três da Inês. O que fez? Foi de vez!
Na porta número quatro  desenhei um pato.
Pró cinco? comprei um trinco. Risada geral.
Os reis levam o seis.
 O sete? Faz “omelete"!
O oito come biscoito;
Na janela nove estava o "Gorbachove", sentado a lavar os pés na cadeira dez.
Manuela Fidalgo Marques, 71 anos, Estremoz, Academia Sénior, prof Zuzu Baleiro

Naquela divertida casa havia uma enorme gaiola cheia de 10 fantásticos periquitos, uns de 3 lindas patas cor-de-rosa, 4 de 2 bicos bem curvos, 5 de plumas com as cores do arco-íris, 6 de 7 asas bem inclinadas, 8 de 9 grandes vermelhas papadas, mas havia apenas 1 de que eu destacava, tinha todas essas características que os distinguia, as patas, os bicos, as plumas, as asas, as papadas e mais esta, era o que eu amava.
Constantino Mendes Alves, 56 anos, Leiria

É todos os dias a mesma coisa! Já passa das 7 e aquele miúdo não sai do quarto.
– Já te chamei 3 vezes, Toninho! Às 9 entro no Hospital e ainda tenho que te deixar na escola antes das 8! Tens aqui o pequeno-almoço: 2 torradinhas e 1 copo de leite. Meti 4 bolachinhas na mochila. Às 5 quero-te em casa! Eu  chego às 6. Com 10 anos já estás um homenzinho. Tens  de te desembaraçar sozinho.   
Milena Falcato, 80 anos, Estremoz, Academia Sénior, prof Zuzu Baleiro
   
O tempo da saudade
Dezenas de dias se passaram. Vivia dois momentos diferentes, antes e depois de um certo setembro. O novelo da vida se desenrolara, tresnoitou infindas vezes. Quando amarras se rompem, há sempre um sofrer. Em quatro anos, não o esquecera um só dia.
Amores assim colorem a vida, quando se vão, vai-se a primavera.
Logo serão cinco anos. A saudade transcorre paralela ao tempo.
Quer sejam seis, seiscentos, oito, oitocentos, os dias jamais serão os mesmos, nunca mais...
Roseane Ferreira, Macapá, Estado de Amapá, Brasil

Um incidente insólito. Pedro tinha dois registos de nascimento. Como podia ser? Não, não eram quatro pais, eram três, pois naquela tarde de cinco de Agosto, num acidente em cadeia que envolveu dez carros com oito feridos graves e seis mortos, Ernesto morreu. Às nove da manhã, a administrativa que fizera o registo estava exausta. Há sete meses sem tratar da depressão, fez o Pedro nascer em casais diferentes. Mudar os registos? Mas ia levar tempo, certamente!
Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

Respira fundo e conta até 10 na tentativa de refrear a ansiedade.  Faltam 3 horas até à audição, marcada para as 5.  Olha para o endereço 4 vezes. Sem engano, porta com o número 6. Apanhou o autocarro 9 com paragem mesmo em frente, mas podia ter vindo, 2 horas mais tarde. Entra. 'Quer 1 água enquanto aguarda?', pergunta-lhe o secretário que lhe entrega a garrafa sem esperar pela resposta. E adianta “hoje são 7, 8 concorrentes.”
Rosa Maria Pocinho dos Santos Alves, 52 anos, Vila Nova de ancos

Vou-vos apresentar os meus vizinhos:
O António vive na casa 1 e é primo
do Rui que vive na casa 4.
Eu vivo na casa 5 e o meu amigo
na casa 7.
Lá toda a gente se conhece e
são muito amigos.
A Dona Susana da casa 3 é amiga 
da Dona Maria, que vive na 8.
Os moradores das casas 2, 6, 9 e 10
todos os anos organizam uma festa animada. É uma diversão.
Francisca Freitas, 5ºD, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix

Um sonho curioso
Clarinha estava a brincar no jardim quando reparou num buraquinho entre dois canteiros floridos.
Espreitou lá para dentro e qual não foi o seu espanto quando se deparou com quatro gnomos, seis duendes, dez fadas, um anão, três princesas, nove borboletas, sete ratinhos, cinco abelhas e oito rosas vermelhas.
Repentinamente, Clarinha começou a ficar mais pequena até entrar no buraquinho. Lá dentro, ela tentou falar com as criaturas até que... acordou.
Afinal, ainda estava no seu jardim!
Maria Helena Silva, 13 anos, Montijo, Escola Secundária Jorge Peixinho, prof. São Almeirim

Véspera de Natal
Estava um dia bastante soalheiro. A Sofia levantou-se num pulo, calçou as suas duas pantufas de coelho e foi a correr para a sala. Era finalmente véspera de Natal! A Sofia tinha esperado durante cinco semanas e nove horas inteiras para abrir os oito presentes que estavam debaixo da árvore de Natal. A maior prenda era a número seis, mas a melhor era a quatro, que tinha dez chocolates. Comeu três e deixou sete para os pais.
Susana Silva, 13 anos, Montijo, Escola Secundária Jorge Peixinho, prof. São Almeirim

O 1 é o número que me dá azar.
O 2 é o número de que gosto.
O 3 é o número que me lembra um coração.
O 4 é o número que eu vejo ser mais utilizado.
O 5 é o número que eu sei melhor na tabuada.
O 6,7, 9 são os números de que eu menos gosto.
O 8 é o que me lembra o infinito.
O 10 é o número dos meus anos.
Filipa Fonseca, 5ºD, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

– Avó, conta uma história.
– Hoje vou contar-vos uma adivinha,
está bem?
Então, é assim. À frente vão 2,
na primeira vão 3, na segunda vão 4,
na terceira vão 5, na quarta vão 6,
na quinta vão 7, na sexta, vão 8,
na sétima vão 9, com mais três vazias,
alguém me diz o que é?
O Joãozinho, que escutara com atenção,
grita do fundo da sala:
– É 1 comboio com 10 carruagens.
– Bravo, Joãozinho, está correto.
Natalina Marques, 57 anos, Palmela

Estavam 2 esquilos a brincar. De repente, 1 sapo junta-se à festa.
― Jogamos à apanhada?
― Com 3 não tem piada ― responde o esquilo pequeno.
Nisto, aparecem 4 ratos refilões.
― O que se passa aqui? ― pergunta o mais velho.
― Queríamos jogar mas somos poucos.
― Agora somos 7! 6 fogem e outro apanha.
5 disseram: ― Eu não fico!
O sapo ofereceu-se. Ia no 10 quando 8 formigas rabinas preguntam:
― Podemos-te ajudar?
― 9 a contar?
― Todas juntas ninguém vai notar!
Francisco Correia, 8 anos, com a ajuda da mãe, Mariana Sanchez, Barcelona 

Dia 6 de Dezembro nasceram os 2 homens que mais amei:
― com o primeiro tive 1 filho. Separámo-nos.
― o segundo tinha 4 filhos. Casa a abarrotar quando juntávamos os nossos 5 filhos. O número 7 é mágico... assim era a vida quando à volta da mesa nos sentávamos. Dia 10... mês 8... quis virar costas à manipulação deste homem e acabei no hospital com 9 ossos partidos, 7 nódoas no corpo e 3 lágrimas de raiva.
Amei?
Eurídice Rocha, 50 anos, Coimbra

A 1 de Abril partimos para Nova Iorque, com toda a família. Ficámos num apartamento de 2 quartos, que nos acolheu aos 4, ainda que com alguns encontrões à mistura! No 3º dia, a convite do pai, fomos os 6 à ópera no MET onde, das 7 às 9, estivemos entretidos! Finalmente, na véspera do regresso, fomos ao clube Blue Note, onde jantámos entre as 8 e as 10, ao som do jazz. Foram dias verdadeiramente inesquecíveis!
Rosário P. Ribeiro, 60 anos, Lisboa

1 camisola em cima do sofá à espera de sair de lá, 
2 cuecas no chão, à espreita do cão, 
3 t-shirts enroladas para serem lavadas, 
4 sapatos à porta e uma resposta torta, 
5 meias à espera e a desarrumação impera,  
6 cintos a fugirem da gaveta, disse que arrumava mas foi treta, 
7 chamadas de atenção em vão,
8 perdas de paciência, 
9 olhares aterradores, 
10 vezes por favor e o quarto ficou um primor.
Cândida Jardim, 53 anos, Ovar

Num dia lindo de verão, vi um menino que tinha 8 anos a nadar super bem, e não só: estava a ajudar uma menina de 10 anos. O meu amigo João ainda não cresceu em mentalidade, pois parece ter 5 anos, até o meu sobrinho de 6 anos é melhor do que ele e ainda não está no 1.º ano, mas a ordem de contar dele é: 2, 3, 9, 4, 7. Mas ele é muito engraçado, muito.
Rafael Santos, 13 anos, Lisboa

A minha vida tem horas para tudo!
Levanto-me às 7 horas em ponto. Preparo-me e às 8 saio de casa. Às 9 tenho que entrar na escola para estudar.
À 1 vou almoçar porque às 2 volto para a sala. Faço 3 fichas e 4 contas.
Saio da escola às 5 e vou ver os desenhos animados.
Às 6 faço os trabalhos de casa para depois ir jantar e às 10 tenho que ir para a cama.
Carla Costa, 11 anos, Sacavém.

A minha galinha tem 1 crista vermelhinha, 2 asas castanhas e bico amarelinho.
Ela teve uma ninhada de 6 pintainhos que andavam atrás dela e davam 3 pulinhos.
Começou a chover e caíram 9 pingas e a dona galinha perdeu as 8 pintas.
A dona galinha pôs 5 ovinhos e dias depois começaram a picar mais 4 biquinhos.
Ela foi alimentar os 10 pintainhos e cada um comeu 7 grãozinhos.
Assim foi a história da minha galinha.
Fabiana Curto, 13 anos, Corroios

O vizinho do 1 está sempre a resmungar,
Eu cá a senhora do 2 gosto de muito de dançar!
Já os do 3 e do 4 andam sempre a conspirar,
Porque a do 5 não sabe estacionar!
O do 6... não pára de cantar,
Então o do 7 foi à varanda apanhar ar!
Mas o do 8 decidiu as plantas regar...
Quem não quer confusão é a do 9,
Convidou o do 10 para passear e jantar!
Cristina Soares, 38 anos, Vila Nova de Gaia

Inúmeras coisas para fazer 
Era dia um de fevereiro. Levantei-me às sete e calcei as minhas duas pantufas. Seguidamente, dirigi-me à cozinha e preparei um leite quentinho que acompanhei com três bolachas.
Depois, fui arranjar-me. Às oito e nove, estava pronta e, então, dirigi-me para a rua para passear o meu cão. Demorei seis minutos. De seguida, começou a correria: cinco minutos para preparar a mochila, quatro para o lanche…
Finalmente, fui para a escola e lá cheguei à sala A1.10.
Rita Rodrigues, 12 anos, Montijo, Escola Secundária Jorge Peixinho, prof São Almeirim

Miséria
1 mãe todos 7 dias lutava pela sua filha… tinha dificuldades! Carregava-a sobre suas vértebras lombares. Eram muito pobres e a filha tinha uma deficiência – não andava sobre as 2 pernas. Nem 10 dinheiros tinham para cadeira de rodas. Sentava a menina numa bacia sobre 4 pedras. Tinha que lhe dar banho despejando 9 jarras de água. 6 e 3 bem juntinhos é a idade da mãe, que já merecia estar sentada num 8 de justiça.
Sérgio Felício, 36 anos, Coimbra

Hoje, dia 10 de Setembro, é o aniversário da Isabel. Ela festejada a data em casa, à noite, com 5 familiares e 8 amigos.
Quero dar-lhe 1 postal. Vi naquela loja 6 cachecóis e 7 relógios lindos! Nem sei que presente devo escolher...
Mas, pensando bem, ela adora ler e ali tem 9 livros policiais, os seus preferidos. Vou oferecer-lhe 2.
Agora vou para casa dela. Os seus 3 cães e 4 gatos vieram receber-me à porta.

Susana Sofia Miranda Santos, 37 anos, Porto


Número Um

Come o atum

Número Dois

Encontras-me depois 
Número Três
vi um chinês 
Número Quatro
Calca o sapato 
Número Cinco
Fecha o cinto
Número seis
Rasga os papéis
Número sete
Vamos ver a cassete
Número oito
Comi um biscoito
Número nove 
olha que chove
Número dez
olha os dedos dos pés
Iara Pedro, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro

Olá, eu sou Beatriz. Tenho dois anos, moro na rua três mas não gosto do número quatro. Tenho seis pais e uma mãe. Eu sei, é muito estranho, mas é assim vida. Os meus vizinhos moram nos números cinco e sete, gostam de brincar. Há senhoras velhas que falam sobre a vida dos outros, oito e nove vezes por dia. Assim, fui crescendo e tenho dez anos. Somos muito felizes e gosto muito deles.
Beatriz Tavares, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro

Em Palmela, moro no lote 7 da Rua do Jasmim. A minha best chama-se Rita, mora no lote 2 com os seus 3 irmãos e com 10 primos. Na minha rua mora também o vizinho Francisco, que vive com a mulher, a filha e 9 galinhas. Ao fundo da rua existe uma pequena fábrica de madeira, o dono tem 1 cão, 4 Máquinas, 6 gatos e 5 filhas.
Há 8 famílias na minha rua, adoro lá viver!
Salomé Cruz, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro

A minha vida numeral
Olá, eu sou o Júnior. Os números andam sempre comigo. Tenho dez irmãos e o meu número preferido é o um e tenho oito pais. Tenho seis casas, três quartos, quatro televisões, cinco salas e nove cozinhas para fazer comida deliciosa para encher a minha barriguinha. Tenho duas disciplinas, português e chinês. E esta é a minha vida cheia de números! Que canseira! Os números são mesmo muito complicados. Tenham uma vida cheia de números, portem-se bem.
Júnior Tavares, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro

Era um dia de sol, a senhora foi ao mercado e foi comprar dois carapaus, três bifes, quatro cenouras e cinco rabanetes. Depois saiu, encontrou 10 meninos a jogar futebol e continuou a andar até à loja de animais. Quando chegou, comprou seis pacotes de ração.
Chegou ao seu prédio, foi de elevador até ao piso 9. Entrou em casa, deu sete biscoitos ao cão, que pulou oito vezes de contente.
Que dia ocupado que ele teve!
Tomás Silva, 7 anos, Alhos Vedros, com terapeuta Marta Henriques

Estávamos nós na Ponte Real às sete da manhã, quando vimos um grupo de oito pessoas com as caras tapadas. Eles queriam roubar o Restaurante ‘9’ quando os vimos, telefonámos para o zero, três, seis que é a Polícia e em menos de cinco minutos vieram dois carros. Os ladrões continuavam lá dentro. Ao verem a Polícia, saíram a correr, quatro deles fugiram mas dez dias depois apanharam-nos nas suas casas e todos foram para a prisão.
Marcos García e Iván Blanco, 16 anos, Escola Secundária IES Rodríguez Moñino, Badajoz, prof Catarina Lages

Era uma vez,
duas namoradas
que resolveram ser já tempo de afirmarem
sua sexualidade em público,
e desejaram poder fazê-lo do três até ao dez em feminino,
pluralmente e não PARalelamente
e não havia A's que as permitissem.
Era uma língua machista.
Os quatros, cincos, seis, sete, oito e nove eram O's.
A pluralidade dos indivíduos era castradora, repressiva.
Por outro lado, sem regras a língua não fazia sentido
para se entenderem em esses e sem eles.
Zé Maria

De 1 a 10
1 mãe é forte como madeira
2 corações namoram na rua
3 armários fecham-se guardando dinheiro da mãe
4 guarda-chuvas pingam vinho na língua… ahahahahahahah
5 filhos à volta da mãe passam tempo brincando
6 violas dão som dentro do armário
7 porcarias esmurram-se lá fora
8 bolas de futebol, em cima da madeira, jogam com o pé
9 cadeiras penduradas na porta falam umas com as outras
10 malas bem feitas de língua passeiam na carrinha.
Susana Isabel, Coimbra

Este ano, a Laura faz 8 anos. Ela convidou 9 amigos, a sua mãe enviou um convite a 10 familiares. O ano passado, quando ela fez 7, ofereceram-lhe 2 estojos (a Laura anda no 1° ciclo), mas este ano deram-lhe 4 presentes: um caderno brilhante, 6 canetas, um globo de neve e uma camisola cor-de-rosa. A sua avó fez 5 bolos e a mãe da Inês trouxe uma gelatina e 3 taças de aperitivos.
Eva Oliveira, 11 anos, Lisboa

O desfile
Ninguém se entendia: ufano da sua elegância, Um insistia em ir na frente, afrontando sarcasticamente o rechonchudo Oito; perto deles, Cinco azucrinava Três com receitas milagrosas para reduzir a barriguinha; o pobre Dois, carregando a marreca, tentava apoiar-se no Quatro, que hostil lhe recusava assento; contudo, deveras grave era o comportamento do Seis e do Nove, engalfinhados, acusando-se mutuamente de invertidos. Só com a magia do Sete a ordem foi restabelecida. Finalmente, às Dez iniciou-se o desfile.
Helena Rosinha, 65 anos, Vila Franca de Xira

A tarde estava quente, só apetecia dar um mergulho na piscina e saltar das quatro pranchas que desafiavam as alturas. Eu até sou medricas, mas às duas por três estava na fila da prancha maior! Hesitei. Uma pirralha de oito anos gritou: despacha-te que isto fecha daqui a dez minutos! Já são quase cinco horas!
Fechei os olhos e saltei. Dei um chapão que vi seis ou sete estrelas... certamente não voltarei cá nos próximos nove anos!

Erica, 33 anos, Carcavelos

Dez motivos para estar zangada contigo:
1 ― eu vi-te com ela;
2 ― eu percebi que não quiseste vir ter comigo;
3 ― ela sorriu demasiado para ti;
4 ― podias ter dado uma desculpa;
5 ― e eu vi-te a beijá-la;
6 ― ouvi-te a falares mal de mim, mentiras;
7 ― como pudeste mentir assim?
8 ― o que me fizeste para continuar a gostar tanto de ti? 
9 e 10 ― é tão injusto! E não, não me digas que terminaste comigo!
Marta Sousa, 32 anos, Barreiro

No dia 1 de setembro participei num desfile e escolhi 7 vestidos para levar. 2 eram rosa e 5 azuis.
As concorrentes eram 6 e eu estava nervosa e ao mesmo tempo ansiosa. Era a minha primeira vez!
O júri era composto por 4 elementos, todos ligados ao mundo da moda. Felizmente tive pontuação alta: 9 e 10. Eu. Fiquei nos 3 primeiros lugares!
Triiimmm! 8 horas! Acordei para ir para a escola. Foi tudo um sonho...
Iara Rodrigues, 9 anos, Lordelo, prof Joana Pinto

Era uma vez 10 grandes amigos que foram fazer um piquenique no parque das termas em Vizela. Para o lanche, levaram 9 croissants para a maioria e 2 natas para a Joana; 4 garrafas de água e 7 pacotes de 1/2 litro de Compal. Eles chegaram às 3 horas e foram brincar no parque infantil. Pelas 5 horas foram dar um mergulho nas águas quentes e às 6 horas foram lanchar. Finalmente às 8 horas foram embora. 
Afonso, 8 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto

Eu tenho um amigo no Paços que é o número 10 e já marcou 6 golos. Quando for grande vai ser o número 7. 
O meu melhor amigo no futebol era o Guilherme, que era o 4. Na escola brinco com o Afonso que era o 9 no Penamaior. O seu irmão era o 3.
O meu é o 1 e o 8: 18. O meu pai queria o 5 e o 2: 52. Eu não gostei! 
Simão Machado, 8 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto

No dia 10 de setembro foi o corta-mato da minha escola. Toda a gente, até o pré-escolar, participou. Ao todo 8 turmas inscritas.
1 professor estava na partida e tocou a buzina para todas as turmas correrem. Ao longo do percurso estavam 5 professores a distribuir água, 3 a vigiar e 4 na meta.
Eu fui o número 7, a Margarida o 6, o Pedro o 9 e a Catarina ficou em 2º.
De tarde tivemos aulas.
Leonor, 9 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto

No dia 9 de setembro fui de carro passear com os meus pais e 3 amigos. Nós os 6 estávamos muito contentes, porque íamos ao parque jogar futebol.  
O Santiago levou 1 bola e nós fizemos 2 balizas com 4 paus a fazerem de postes. 
Eu fiquei numa baliza com a t-shirt número 8 e a minha mãe na outra. A minha mãe tinha a t-shirt com o número 7. 
No final ficou 10 a 5. Vencedor!  
Gonçalo Torres, 9 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto

Dez motivos para estar zangada contigo:
1 ― eu vi-te com ela;
2 ― eu percebi que não quiseste vir ter comigo;
3 ― ela sorriu demasiado para ti;
4 ― tu podias ter dado uma desculpa;
5 ― e eu vi-te a beijá-la;
6 ― ouvi-te a falares mal de mim, mentiras;
7 ― como pudeste mentir assim?
8 ― o que me fizeste para continuar a gostar tanto de ti? 
9 e 10 ― é tão injusto! E não, não me digas que terminaste comigo!
Marta Sousa, 32 anos, Barreiro

De manhã, dois grandes amigos combinaram sair à tarde. Decidiram, primeiro comer um gelado, com três bolas e cada um custava quatro euros. Mais tarde foram ao circo.
A entrada custava cinco euros. Havia palhaços de seis em seis minutos. Chamavam sete pessoas que depois faziam oito fantásticos truques. Que maravilha!
No final da tarde, um dos amigos gastou nove euros e o outro dez euros no lanche.
Regressaram cansados e felizes a casa. Viveram fantásticas aventuras!
Ana Filipa, 6º A, Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro

Elisangela tinha dez anos, passeava à beira mar com o seu sobrinho de dois anos e com a sua prima de um ano e sete meses.
Os três, de longe conseguiram ver seis sardinhas, oito caracóis do mar e nove búzios. O seu sobrinho apanhou uma das sardinhas e um caracol. A prima dele estava com medo. Elisangela decidiu ir embora, em direção ao parque, no qual existiam: cincoescorregas para mais os velhos e quatro baloiços.
Luana Sanches, 6ªA, Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro

Encontrei um marciano na rua e disse-lhe duas palavras; logo a seguir, mais três, porque ele não percebeu bem o que eu tinha dito. No total disse-lhe cinco palavras umas quatro vezes. Mais tarde cheguei à conclusão de que ele não me entendeu e, então, fui buscar seisplacares, cada um com sete símbolos. Dancei oito vezes à frente do marciano, mas ele continuou a não perceber. Acenou nove vezes para mim e, em dez segundos, desapareceu.

Oleksandr Kobelyuk, 17 anos, Escola Secundária José Saramago, prof Teresa Simões

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