10/04/13

EXEMPLOS - desafio nº 40

Calor não faltará!

– Valerá a pena contar-lhe já o que na realidade está a acontecer?
– Não te armes em tonto. Claro que sim! – disse Humberto, em tono de barítono.


 girava em torno da mesa pouco convencido.
 Noto em ti alguma indecisão – insistiu o amigo.
– E não é para isso? Achas que é fácil chegar lá e dizer: «Olha, afinal não vamos para as Caraíbas, vamos para Toronto. Calor não faltará, só não será do sol, será do ar condicionado.»
Quita Miguel, 53 anos, Cascais

Ficando tonto...

Margarida está em TORONTO fazendo curso, palestras, aproveitando por lá. No entanto, deixou um desafio de deixar TONTO.
NOTO que a cada semana ela mais exige de nossos neurônios...
Penso, repenso, TORNO a pensar...
Fico aqui a matutar...
Meu cérebro precisa ser colocado num TORNO para voltar ao normal depois dessa.
Mas, não desisto...
Sabem o que vou fazer para esfriar a cabeça que ferve?
Aproveitar o TORÓ que cai lá fora e lavar minhas ideias...
Chica, Porto Alegre, Brasil

Estávamos em Toronto

Estávamos em Toronto naquele inverno tonto quando me disseste que conquistaste a felicidade. Estavas radiante agarrado ao toro no teu reino maravilhoso de onde só saíste porque perdeste o alento. Do teu trono majestoso eras rei grandioso que a todos perdoava e absolvia as travessuras. Noto agora que querias mais que tudo ganhar o amor às escondidas só porque tinhas medo de ficar sozinho. Torno a admirar o teu sorriso aberto agora que já não estamos lá.
Clara, 37 anos, Agualva, Sintra 

Namoro

 meteu-se debaixo do lava-loiças mal chegou a casa dela.
Queria impressioná-la, conquistar o trono do seu coração.
“O cano está roto”, anunciou.
“Bem o noto”, respondeu ela.
“Compro outro e torno a vir logo”, explicou ele, erguendo-se.
De volta, desapertou anilhas, trocou o cano, montou tudo novamente.
E, ainda tonto do esforço, disparou:
“Queres sair comigo?”
“Só se formos à Sinfónica de Toronto!”
 não era um erudito, mas concordou.
Foi o primeiro de muitos concertos.
Rita Bertrand, 41 anos, Lisboa

 queria ir a Toronto mas estava roto. O desejo era tal que pôs-se a matutar. Tanto andou em torno da mesa que ficou tonto. “Totoooooo!!!” Totó era um cão com orelhas de rato e focinho de pato. Entregue à sua própria sorte, levou-o para a rua, por onde passou Margarida.
 Noto algo de magnífico neste cão. Será personagem da próxima coleção!
Totó ficou famoso. E o Tó, foi a Toronto? Não, ia sentir saudades do cão!
Catarina Azevedo Rodrigues, 40 anos, Lisboa

À volta de Toronto
Toronto pareceu-me uma cidade bonita… vista de fora! Circulámos em torno da cidade, com o tonto do meu amigo Tó conduzindo, até desesperar. As intermináveis vias rápidas foram percorridas vezes sem conta e as saídas de acesso aos hotéis, e ao centro, ficavam para trás. Só agora noto que ele era realmente um condutor sem orientação e que eu merecia estar num trono só por o ter aturado e ter dormido no carro numa estação de serviço.
Maria José Castro, 53 anos, Azeitão

TORONTO
AO TONO DAS BADALADAS DO SINO DE UMA ALDEIA DO MINHO, O TÓ, FUTURO NORO DO SR. ANTÓNIO, CAPAZ DE LEVANTAR UM TRONCO, MAS ROTO DE IDEIAS, OU ANTES TONTO, AVANÇAVA EM BUSCA DA SUA AMADA.
À PORTA DELA BATEU, SEM RETORNO.
CÁ NÃO TORNO! – PENSOU.
NOTO QUE ELA JÁ NÃO ME QUER. POR ELA, ORO TODOS OS DIAS, MAS A DITA NÃO SAI DO SEU TRONO!
PARTO PARA OUTRA. É DESTA QUE ME VOU PARA TORONTO!
Violeta Seixas, 46 anos

Catita aperaltou-se para sair da capoeira, percebendo que uma agitação diferente reinava por ali. Olhando em volta, vislumbrou sobre a palha um motivo enfeitado e enorme... afinal era só um ovo de Páscoa! Como fora ali parar? Além de experiente poedeira, Catita era também vaidosa e destemida. Pata ante pata foi chegando mais perto, mais perto até lhe conseguir tocar… Estremeceram-lhe as penas todas! No mesmo instante abriu os olhos, ainda estremunhada com o canto do galo.  
Mónica Pinheiro Godinho Silva

Que tonto pensar que ficando em Toronto será mais fácil esquecê-la. Noto nele uma vontade férrea de conseguir mas, como é óbvio, não manda no seu coração. Torno a insistir para que regresse ao seu país, porque no caso dele não se aplica o “longe da vista, longe do coração”. Todavia percebo-o. O  já sofreu tanto aqui que qualquer lugar longínquo lhe parecerá solução. Oro assim, para que cá ou lá, encontre rápido o seu trono.
Vera Viegas, 29 anos, Lisboa

Extraordinário…!
Eu explico: Letrinhas, duende guardião do reino das histórias, viajou até Toronto porque descobriu que Margarida Fonseca Santos ocupava agora o trono das histórias. Primeiro ficou danado, aquele lugar pertencia-lhe, mas logo mudou de ideias: passou com ela uma tarde mágica, em torno das personagens que povoam os seus livros, e noto que ficou emocionado!
De volta ao seu reino, tonto de entusiasmo, contou a todos a aventura!
Ah… Agora partilha o trono com ela…!
Dália Maria Figueiredo Santos, 42 anos, Tomar

Viagem no Tempo
Acordou estremunhado. Sem tempo nem espaço. Sonhou, uma viagem de sonho. Tudo na vida eram sonhos menos a realidade.
Encontrava-se sobre lajes húmidas, sob o pórtico da catedral e dos cartões que de noite lhe serviam de abrigo. 
Enquanto dormia foi a Toronto.  que tonto, pensou ao despertar, olha em torno de e para ti, estás roto, despenteado.  Noto, sou um sem abrigo mas não sou vagabundo, esta fachada que me acolhe é o meu trono!
Rosélia Palminha

Tó, o rapaz de palha
Com o chapéu enfiado na cabeça, roto no cocuruto e com ar de totó, lá vai restolho a dentro tonto que só visto. Veste um pulôver velho com uma folha vermelha, parece a bandeira daquele país que não me lembra o nome, mas a capital é Toronto. Enquanto vou e torno a vir, noto que ainda lá está, tagarelando com os pardais. Espetado no meio como se de um trono se tratasse. O  é assim, feliz.
Nídia Simões, 25 anos(uma recente emigrante em busca de novas oportunidades) actualmente a viver em Montataire, França

O sonhador
Sempre gostei de viajar, de correr o mundo, de me perder nas fantásticas cidades históricas.
Contudo, e como não gosto de viagens longas, há destinos que ainda desconheço, como Sidney, Singapura, Havana ou Toronto, entre tantas, tantas outras…
Adoro cidades europeias, principalmente Londres. Sempre que lá torno, encontro-me com oe noto que está cada vez mais tonto. É monárquico, diz ter sangue azul e que um dia há-de chegar ao trono! Falta encontrar a rainha…
Margarida Leite, 44 anos, Cucujães

O Tó espirrou porque tinha alergia ao pó. O amigo, que é um tonto, levou um casaco roto para a escola de Toronto cheio de pó. O Tó espirrou ainda mais!
– Noto que o teu casaco me faz muita alergia!
– Vou pôr-te num trono de bebé – disse o amigo tonto, zangado. – Queres mandar o meu casado para o lixo?!
– Não!, mas podes lavar o teu casaco. Não te quero ao pé de mim com o casaco sujo.
Alunos da Escola First Portuguese, Toronto

Volto a passar as férias da Páscoa na fabulosa Toronto. Sempre que cá torno encontro-me com o meu amigo .
Mas desta feita noto que está um pouco mais tonto… Recebe-me na sala do seu exíguo apartamento, sentado numa cadeira com pretensões a trono, pintada de dourado; tronco envolto num manto roto; nas mãos uma vara tosca… ao ver-me exclama gravemente: “Pelo poder que me foi dado por D. Castor te declaro Cavaleiro da Ordem do Toro!”
Carla Flores, 43 anos Lisboa / Aveiro

O foi passar férias a Toronto, que é a maior cidade do Canadá.
Lá, encontrou a sua amada escritora – Margarida Fonseca Santos.
Ela estava a contar histórias a emigrantes portugueses: “Era uma vez um rei sentado no seu trono. Um rei tonto e torto. Teimava em usar um manto roto. A rainha zangava-se com ele, ficava furiosa e com a cara vermelha, deitando fumo pelo nariz e pelas orelhas…”
O aplaudiu e beijou a escritora.
Texto coletivo – EB Veiros, 3º e 4º ano, professora Carmo Silva

Os donos tinham viajado até Toronto de visita à parentela.
 Torno ou não ao meu trono feito pelo menino ,
perguntava-se, meditabundo, Finório o galo mais de cristas
enfunadas que a aldeia dava conta.
 Noto que aquele tonto do galeto coxo de nascença, se anda
a fazer ao meu poleiro, mas ainda lhe dou com um toro que o
endireita de vez.
Aquilo era só garganta. Gostava até de o proteger. 
Amigos eram e sempre assim seriam.  
Elisabete Oliveira Janeiro, 68 anos, Lisboa

Mas… quem é o Tó?
Noto que muito se fala do Tó!
O que é tonto,
e vive em Toronto.
É amigo da Margarida,
que por lá anda de visita,
que escreve tão bem
e que é sempre tão querida.
O Tó é um bichinho de conta
que sonha ser rei,
e que num torno,
fez um trono de um toro
pelo que sei!
Tem muita imaginação,
pelos amigos um enorme desvelo,
tem um grande coração
e só por isso quero conhecê-lo!
Sandra Évora, 40 anos, Sto. António dos Cavaleiros

 O primo  Zé partiu de Toronto para visitar a família em Guimarães.
A Anita e os pais receberam-no no aeroporto.
Os tios decidiram levá-los ao Castelo de Guimarães, contarem-lhes a história da fundação de Portugal e prepararam-lhes uma surpresa.
Iniciaram a visita em torno do castelo e tantas voltas deram que ficou tonto.
Noto que és um reizinho - disse a Anita com candura.
O Tó Zé ficou nas nuvens e imaginou-se um rei sentado no trono.
Cristina Lameiras, 47 anos, Casal Cambra 

Tó estava tonto...
acordou e deixou-se levar pela nostalgia daquele dia. Tudo era melancólico, tudo girava em torno da pessoa, mais querida, que mais tinha amado. As lembranças estavam espalhadas por toda a casa, desde os quadros aos livros. Decidiu sair e comprar um trono onde pudesse sentar-se a contar histórias ao seu neto. Porém quando chegou a Toronto descobriu que o noto não vendia tronos. Então achou-se tonto por querer contar histórias ao neto que nunca tinha tido.
Sara Oliveira

Mudar de vida
Noto no a imensa fragilidade de alguém quer tenta despedir-se da família e não consegue. Tonto que foi de quando era mais novo não o ter feito. Agora homem feito e chefe de família a sua maior preocupação gira em torno da hipótese de poder ainda tentar uma vida melhor em Toronto. De olhos rotos feitos em lágrimas, no momento da partida, oro convictamente para que seja breve o seu retorno, repleto de esperanças preenchidas.
Graça Pinto, Almada 

Toronto
– Eh lá, TONO!! Que fazes? Fico TONTO!!
– Ora! Não vês? Rodo o TORNO à roda do TORO. Está TORTO, não notas?
– Sim, NOTO, mas fico TONTO com todo esse movimento.
– TONTO já tu és, TOTÓ!!
– Ora! E o que vais fazer com ele?
– Vai comigo para TORONTO, para a bienal de arte. Vai ser um TRONO!!
– Um TRONO? Que grande NÓ!! Um TORNO e um TONO TOTÓ vão transformar, em TORONTO, um TORO TORTO, num TRONO rococó!
Luís Marrana, 52, Oliveira do Douro Portugal

Tonto apaixonado
, hoje, foi magnífico. Um tonto apaixonado. Fez-lhe uma declaração de amor. Daquelas que vêm das vísceras e da alma. Sentiu-se princesa num trono.
Contou-me o que acontecera assim que chegou ao trabalho. Perguntei-lhe: tu, que disseste? Simplesmente, que também o amava. Noto a sua felicidade. O e rosto espalhava serenidade, beleza. Disse-lhe que ficava feliz por ela. Abraçando-me, sussurrou: vou-lhe oferecer uma prenda: um livro chamado TorontoTorno rumo à secretária, deixando-a com face iluminada.
Isabel Pinto, 43 anos, Setúbal

– Toronto! Onde fica isso? Ó Tó! Vem cá. ‘Tou tonto, procuro Toronto no mapa e não encontro.
– És um totó. Aí é Europa, tens que ver nas Américas.
– Falas como se estivesses sentado num trono real. Pomposo!
– Noto que, de geografia, não topas nada.
– Já percebi! Não encontro porque o mapa está roto, falta um bom bocado.
– Meu velhaco. Vou pegar neste toro de madeira e no torno, vou tornear um “Pinóquio” com a tua cara. Palhaço!
Cândido Pinheiro, 73 anos, Póvoa do Varzim

Vida de babysitter
Detesto trabalhar na casa dos Vasconcelos.
Quando lá vou, trato de um bebé chamado .
Acontece sempre o mesmo, com os pais é anjo, mas comigo é diabo: à primeira distração, tenho de correr atrás daquele tonto, que sempre noto que suja tudo!
Já jurei: Não torno a vir cá!
E ele não mudou!
Estava sentado no seu "trono". Perguntei-lhe o que fazia e ele disse-me que se imaginava como um rei de Toronto: D. Tó Segundo!
Rickyoescritor, 11 anos, Pedroso, VNG

Recordação
Cá estou, para "viajar" com as palavras!
Conheci o Ron (diminutivo de Ronaldo), quando era adolescente, simpático e muito sensato.
Anos passados, visito a família e, espanto meu, noto que ele estava um tonto.
Ao tornar-se adulto, surgiu-lhe um grave problema de saúde.
Só queria que o deixassem no torno, mas não torneava nada que fosse de admirar.
Senti-me consternada. Sem poder ajudar em situação tão delicada pensei, oro por ele. Aí, sentei-me num toro e fi-lo.
Arminda Montez, 75 anos, Queluz

Noto que perdemos o caminho e que circulámos em torno de Toronto.
– Desculpe, pode indicar-me onde fica o Instituto Camões?, perguntei ao zarolho que estava sentado num toro à beira.
Olhou meio tonto para o plano roto e dizia: Foi marinheiro, aventureiro, a única rota é sempre para frente com o vento a favor, além encontrará o meu trono de glória que conquistei com a pena.
– Ui! Perdão! O Senhor é Luís de Camões!
– Sou eu próprio.
Theo de Bakkere, 60 Anos, Antuérpia, Bélgica

Os porquês do Tó
– Há coisas que não percebo: dizia à tia. – Porque tenho de ir à missa? E com estas roupas idiotas? Pareço um tótó! Porque dizem que sou torto quando teimo em certas coisas? Porque veio o avô de Toronto? Porque passava o dia sentado, muito triste? Parece um rei no trono! Porque tem o avô um na garganta? Mas não pergunto mais, que noto logo aquele olhar! Uma coisa sei: o mundo dos adultos é complicado.
Carla Silva, 40 anos, Barbacena, Elvas

– Amigo , que andas tu a tramar desta vez?
– Oh, nada de especial, apenas a ver o Trono do Dó.
– Pareces um tonto de um lado para o outro, não te cansas?
– Nem um pouco, gosto de apreciar a beleza do Toro do dó, está sempre muito bem arranjadinho.
– Lá isso é verdade, noto logo o cheirinho gostoso. Ele é bem aprumadinho.
– Além do mais o Dó é muito simpático, não como tu, um totó de primeira.
Carla Monteiro, 32 anos, Champigny, França

As 5 regras
Norton ganha dois dias ao Canadá.  Porém havia regras:
– Não telefonar “1.000.000” de vezes/dia ao TONTO do ;
– Limpar o quarto e deixá-lo a brilhar, como se fosse a sala do TRONO;
– Sentar-se direito e não todo TORTO à mesa;
– Ajudar o pai a remover aquele TORO que está no jardim há meses;
– Livrar-se do saco ROTO e sem cor da ginástica.
Com tantas regras, o que NOTO é que, chegando a TORONTO, eu não TORNO.
Isabel Branco, 53 anos, Caparica

Peripécias e peraltices
Tor era mesmo um atentado. Vivia fazendo mesuras, até Totó já se escondia ao vê-lo chegar. Deixava gato tonto e a mãe de cabelo em pé. Até o Padre Otto padeceu nas armadilhas, enquanto se banhava no rio, ele roubou a batina do Padre, deu um  e amarrou no galho mais alto da árvore gigante. Nem o roto cambaleante da rua foi isentado. Torno a dizer, parece que nasceu de rabo e com orelhas em pé! 
Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil

Toronto, o cão imitador
Toronto, o cão do , imitava tudo. Um dia viu um caracol num toro.
Querendo imitá-lo, agarrou na sua própria casota e pô-la às costas. Que tonto!
Os outros cães gozavam-no.
Um dia choveu como se o céu estivesse torto e roto… e ele abrigadinho na casota! Os outros cães, então, pensaram melhor e… passaram a imitá-lo.
Tristes ficaram os cães vadios... não tinham casotas!
Porém… umas velhinhas simpáticas adotaram-nos.
Agora andam todos de casotas às costas.
Domingos Correia, 57 anos, Amarante

Foi em Toronto que o totó do Ezequiel foi preso. Não era a primeira vez que roubava. Sentado no toro da árvore repetia que não voltaria a fazer o mesmo.
– Não noto alteração! Da última vez disse o mesmo!
– Estava roto de fome.
– Acredito! Tem de pedir ou acha-se o rei cá do sítio?
– Rei sem trono… Quando peço ninguém me ouve.
– Está visto! Como diz o velho ditado: quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita!
Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

A caminho de Toronto
Indo eu, indo eu
A caminho de Toronto,
Encontrei um cão aos saltos,
Vi logo que estava tonto!

A caminho de Toronto,
Indo eu, indo eu,
Mas se um dia eu lá torno,
Levo o  e o Amadeu!

Indo eu, indo eu,
A caminho de Toronto,
Noto que subi ao trono,
E li um discurso e pronto!

A caminho de Toronto,
Indo eu, indo eu,
Veio contra mim um toro,
Ai Jesus que lá fui eu!...
Maria do Céu Ferreira, 60 anos, Amarante

Há um mês fui a Toronto e adorei a viagem e os torontonianos. Conheci lá um senhor chamado  e fiquei triste pois ele tinha o fato todo roto. Quando fui lá às compras, vi um trono feito de canas da índia e muitos possíveis compradores em torno dele. Ainda fiquei um tempo a observá-lo, mas quando vi que estava com alguns buracos no assento, afastei-me. Agora, noto que há por aí muito tonto sem qualquer juízo.
­­Sara Catarina Almeida Simões, 28 anos, Coimbra

O avião aterrou no aeroporto.
Tinha chegado a TORONTO, finalmente.
Senti-me como uma rainha,
sentada no TRONO com os 
súbditos a seus pés.
O TÓ, que me deu o prazer da sua companhia,
NOTO que está um pouco estranho,
(deve ser da viagem, nunca tinha 
andado de avião.) Que TONTO,
comeu e bebeu o que não devia.
Sentou-se um pouco, porque estava enjoado.
Mas ao levantar-se, tropeçou num TORO,
quis deitar-lhe a mão, não consegui,
porque acordei.
Natalina Marques, 56 anos, Palmela

O , meu colega de trabalho, apesar de algo tonto, é esforçado e competente.
Hoje, quando chegou à empresa, após passar em torno de mim, noto que tem o casaco roto. Ele afirmou tê-lo rompido no toro de um pinheiro.
Eu já lhe prometi ir a sua casa depois do expediente e orno a sua árvore de Natal... com o meu excelso talento para a decoração, ficará mais altiva e majestosa que o trono de um rei.
Tó, torno, roto, noto, toro, trono, torno e tonto
Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto

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