30/09/15

EXEMPLOS - desafio nº 99

Discuti com a patroa e decidi vaguear sem companhia para aliviar a mente. Os quatro anos de união com aquela matrona já parecem mais de quatrocentos! Entrei no teatro sem perceber como e aplaudi uma peça patrocinada por um champô manhoso e representada por amadores que se atropelavam no texto… que atrofio!
Livrei-me daquela atrocidade assim que pude e voltei à rua, enfiei-me no meu velho Patrol e, sem olhar para trás, procurei um futuro mais sorridente.
Catarina Azevedo Rodrigues, 42 anos, Venda do Pinheiro

Que espectáculo
O espectáculo prometia. Na confusão da fila, com alguns atropelos, isto às quatro horas da tarde, lembro a matrona à minha frente, com ar de patroa, vaidosa e atrevida e com despeito e atrocidade acabou por atrofiar a senhora da bilheteira, que deu por encerrada a venda de bilhetes cuja verba revertia a favor “Sim à indignação” e esta senhora era contra as organizações que a tinham patrocinado. O anfiteatro não comportava comportamento tão mesquinho e atroz.
Maria Silvéria dos Mártires, 69 anos Lisboa

Abatro o desafio pegando no matelo. Batoteiro, o “r” salta-me da ferramenta, devassando o verbo “abater”. Este ficou abatido, atordoado, sem poder ficar atroando, falar depressa com estrondo, quais relâmpagos fazendo faísca ardente, trovões atrovoando sem asas, atroz neologismo de trovoada chovendo, com asas brancas de albatroz ao vento atro, que traz a palavra “escuridão”. Sou patroa deste texto sonolento, perfumado com atropa belladonna, que, por ser coisa em mim tão natural, vai atropelando os quatro elementos.»
Vera de Vilhena, 46 anos, Mafra

O meu dia começou de forma ímpar, e mal cheguei ao trabalho o meu patrono pediu-me para fazer um quatro, depois de eu ter sofrido um atropelamento, perto da avenida central da cidade. Eu não queria atrofiar, mas os funcionários da câmara estavam a alcatroar a estrada, o trânsito estava atroz, e eu estava atrasada para as minhas aulas de teatro e teleteatro. Como se isto não bastasse lembrei-me das atrocidades cometidas, contra um albatroz, na Marina.
Elsa Silva, 34 anos - Arco da Calheta, Madeira

Que TEATRO ATROZ aquele! Fingir que se apaixonara pelas QUATRO só para se divertir... Brincava com os nossos sentimentos, ATROPELAVA-NOS a vida, ATROFIAVA-NOS  os corações. A  nossa amizade ia definhando a pouco e pouco. Infelizes com tamanha ATROCIDADE, fomos PATRONAS de uma brilhante ideia. Fingindo ser uma de nós, combinámos encontro com ele. Mas foi uma MATRONA horrível que apareceu. Tamanho foi o susto com aquele ATROPELO que quase precisou de apoio PSIQUIATRO. Agora, sim, estávamos vingadas!
Isabel Lopo, 69 anos, Lisboa

Vida de gado
Pão e circo. Assim vivia aquele povo. Fome atroz, infinita pobreza entre o material e o espiritual, atropelados pelas mazelas da vida. Pouco ou nenhum trato, como seu um trator passasse esmagando suas relés ilusões. Escravos de maus patrões, humilhados por suas patroas.
A vida parecia um erro, um atropelo.
Nada de representações, teatros,
Tudo era vida real. Seca, sem qualquer patrocínio.
Somente dores advindas das atrocidades.
Vida de gado. Povo marcado, pouco ou nada feliz...
Destino...
Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil

Pedra, Macho, Erva
Fazendeiro, colonialista na terra que o viu crescer atronchado ao maratro.
Atroz na maldade, inerte na inteligência, exibia vergonhosa escravidão.
Às vezes, tudo parecia se resumir à patrocínios emprestados.
Desconhecida ou mutilada, a figura atropelava tudo dito.
Atroava, desde menino, sertões, campos e serrados.
Na capela, suas pernas atrofiavam.
No teatro, era um perfeito exemplo que recusava ajuda.
Esperou a morte e foi anunciada no radioteatro.
Acabou encarcerado, julgado, atropurpúreo, enterrado na capela que o viu crescer.
Renata Diniz, 39 anos - Itaúna/Brasil

Uma noite de teatro
A família Quatrofolio tinha o costume de ir ao teatro.
Entradas, lanchinho e condução tudo patrocinado pela patroa Valdete.
Os Quatrofolio eram muito divertidos.
No anfiteatro a conversa estava animada...
Valdete, a Matrona, atropelava a todos. Só a sua voz era ouvida...
O espetáculo, enfim, começou.
Os quatro integrantes da família estavam fascinados.
As bailarinas dançavam com maestria.
A música era envolvente.
Aplausos e mais aplausos eram ouvidos. 
De repente, Patroa Valdete saiu veloz...
Oh enxaqueca atroz!!!
Verena Niederberger, 64 anos, Rio de Janeiro - Brasil

Vocação atrofiada
Era uma vez um grupo de jovens que estudavam teatro.
Eram em número de quatro.
Andavam atrás de patrocínio, era uma luta atroz!
Viviam em reunião, um atropelamento de ideias lhes vinha até que o cerco foi-se fechando.
Conseguiram uma participação no teleteatro local e, embora de pequeno porte numa representante, foi deveras importante para a carreira iniciante de cada um.
Um dia, finalmente, embarcaram no anfiteatro!
Sonho realizado, ideias encaixadas...
Nada de atrofiar uma verdadeira vocação.
Roselia Bezerra, 61 anos, Rio de Janeiro, Brasil

O Gato das Botas
Tinha quatro anos e ia pela primeira vez ao teatro. Órfão, vivia no patronato Santa Isabel, uma instituição com quatrocentos anos. Os bilhetes para o espectáculo tinham sido patrocinados por um empresário, Dr. Catroga.
Excitado, fez tudo à pressa. Atravessou a estrada a correr e…foi atropelado. Chorou, principalmente porque devido ao atropelamento poderia perder “O Gato das Botas”. Que atrocidade! O médico prescreveu fisioterapia para evitar atrofia muscular e disse-lhe:
– Pronto para o espectáculo?
Sorriu alegremente.
Margarida Leite, 46 anos, Cucujães

Josefa, a matrona da aldeia, era possessiva. Há quatro anos conseguira licença para montar um teatro. Sem ajudas e à matroca, resolveu fazer tudo sozinha. Recusou o patrocínio do presidente da junta. Teatro Albatroz, que nome mais estranho! O anfiteatro era esquisito, ficava virado de costas para o palco. Era uma atrocidade desperdiçar aquela oportunidade. Sem querer, claro, José atropelou Josefa, que foi ensaiar para o céu. Uma solução atroz, mas resultou! É uma história. Não atrofiem!
Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

Depois de ter perdido o patrocínio, a sua vida deixou de ter sentido. Atroz, a dor da desilusão!
Sente-se a cair de quatro, como se tivesse sido atropelada por quatrocentos camiões, atrofiada das ideias. Como albatroz preso, sem saída, é este o seu estado. Ficou de asas caídas sem força para enfrentar vendavais.
Neste mundo comete-se tanta atrocidade!
Decidiu sair. É melhor espairecer para não enlouquecer porque o futuro vislumbra-se negro como estrada alcatroada. O teatro animá-la-á!
Ana Paula Oliveira, 55 anos, S. João da madeira

Quatro à matroca
Numa noite de atroada, quatro amigos andavam à matroca pelas ruas da cidade. Decidiram formar uma companhia de teatro. Como não tinham um tostão andaram a noite toda a cometer latrocínios. Já com dinheiro na mão, contrataram um patrocinador e agendaram a primeira função. Mas, chatice, o protagonista tinha umas dores enormes na catrofa. Como sofria de iatrofobia, consultaram na wikipédia e descobriram um remédio feito com natrólito e vinho do Porto. Resultou! Tiveram um grande sucesso. 
Jesús del Rey, 46 anos, Salamanca, Espanha

Chiu!
Ao ver os quatro rufias de faca em punho, o patrono despertou para a realidade – havia que manter a boca fechada sobre o atropelamento que testemunhara.
Situação atroz, aquela de ter de permanecer em silêncio, menosprezando o morto, logo ele, um defensor da lei.
Atroavam, ao longe, as sirenes, anunciando a chegada de uma catrozada de polícias, enquanto o advogado se perdia em considerações: Acidente? Latrocínio? Vingança?
Mas, depressa percebeu que só lhe restava cavar sem atrofio.
Quita Miguel, 55 anos, Cascais

Estávamos em vésperas de estrear a peça e ainda não tínhamos patrocínio. Era atroz o nosso sofrimento. Parecíamos atrofiados e era um vaivém no teatro que só visto. Todos nos atropelávamos como baratas tontas. Faltavam apenas quatro dias e nada. Só nos salvaríamos se tivéssemos casa cheia. Tanto que idolatro a minha profissão e tão difícil satisfazer compromissos inadiáveis. Praticamente impossível encontrar um patrono. Já quase a entrar em cena ouvi alguém atroar: temos o anfiteatro cheio!
Emília Simões, 64 anos, Mem-Martins - Algueirão

Um final "preto"!!
Que coisa, sempre o mesmo atrofio, nem tempo para comer e não saio 
antes das quatro.
No caso de me dar a fome, meto na mala o tal chocolate que idolatro. 
Prá "engorda", grita a tia Patrocínia preocupada. Parece que cometo 
alguma atrocidade, é só para enganar o estômago. A correr, atravesso 
a rua, ia sendo atropelada. Ando sempre a destempo, o que me deixa 
atrofiada.
Para cúmulo do azar, escorrego estatelando-me no chão... alcatroado 
de fresco!!
Maria Cabral - Azeitão 

Pãozinho já mastigado!
Um bondoso cavalheiro
Avistou uma multidão,
Onde iam quatro rapazes,
Segurando um caixão!

Iam matronas chorando,
Um pobre atrofiado
Que dentro desse caixão
Queria ser enterrado!

Se não havia teatro,
Era mesmo atrocidade!...
O cavalheiro pensou
Patrocinar com piedade!

Conhecendo o patrono,
O homem patrocinado
Indagou se recebia
Pãozinho já mastigado!

– Mastigado?
Com quatrocentos diabos!...
Vai mastigá-lo você,
Com seus dentes, já se vê!

– Então siga!...
– Enterrado estarei bem,
Não terei que mastigar,
Nem deverei a ninguém!
Maria do Céu Ferreira, 60 anos, Amarante

Das Capacidades
Zé Patrocínio era o conciliador natural numa fratria de quatro. A ele recorriam quando a diplomacia se impunha; não era matroco, nem fazia teatro. Nunca atropelava as ideias dos outros.
Certo dia, há sempre um dia, atroou um atroz incidente que comprometeu a glória de Patrocínio:  atribuíam-lhe culpas pelo choque entre dois ciclistas, causado pelo alcatroado em frente à sua casa, solicitado à Câmara, mas que ficara defeituoso.
Determinado, recompôs-se.  Honrou o patronímico e os amigos voltaram.
Elisabeth Oliveira Janeiro, 71 anos, Lisboa

Notícia
Mais um dia para atrofiar. Há catastrofismos naturais e há os políticos. Em Portugal vive-se uma espécie de atropelo à dignidade humana e aos direitos estabelecidos. Com o alto patrocínio do chefe de Estado assiste-se à encenação de uma peça de teatro de má qualidade. É como a libertação de atropina pela beladona que intoxica os insetos numa violência atroz. Agora restam mais quatro anos de demagogia.
Alda Gonçalves, 48 anos, Porto

A sociedade dos psiquiatros e pediatros foi convidada para assistir à encenação "Inês de Castro". Depois dessa peça de teatro em quatros atos no anfiteatro em Conímbriga, seguir-se-ia um debate sobre a atrocidade do rei que mudou a felicidade do príncipe num báratro.
Pois, naquele atro tempo os arquiatros foram aptos para fazerem misturas de maratros, mas esse iatrofobia nunca  teria curado o príncipe mentalmente. 
Afinal a vingança dele era pior que o inocente espezinhar dalguns ópatros.
Theo De Bakkere, 63 anos, Antuérpia, Bélgica

O teatro da vida
O teatro era a sua vida. Filho de atores, desde os quatro anos que pisava os palcos. A vida longe dos dramas e das comédias era atroz e sem sentido.
Por isso, no dia em que a patroa perdeu o patrocínio e o despediu sentiu-se atropelado pela vida.
E agora? Com quatrocentos euros no bolso partiu à procura.
Depois de várias atrocidades e muita luta, singrou no meio artístico. Hoje é patrono de grande companhia teatral.
Aplausos! 
Palmira Martins, 59 anos, Vila Nova de Gaia

Um belo albatroz
Afinal era só uma peça de teatro, não valia a pena atrofiar os pensamentos porque a patroa não lhe dera folga.
No anfiteatro, ao ar livre, ia estar um frio de rachar; as pessoas atropelar-se-iam para arranjar um bom lugar para as horas de sofrimento atroz naquelas cadeiras desconfortáveis. Quatrocentas pessoas, amarfanhadas, naquele espaço aonde chegavam por uma estrada que nem alcatroada estava.
– Mas eu idolatro aquele ator…! E o papel de albatroz deve assentar-lhe lindamente! – choramingou.
Maria José Castro, 55 anos, Azeitão

A ida ao teatro
Gumersinda sentou-se numa das quatro cadeiras vazias do teatro quando a dor atroz da perna direita atacou ferozmente. Desde que fora atropelada que tinha dores constantes. Era penas uma sombra da matrona que fora outros tempos.
Os patrões também estavam ali e atrofiou quando meteram conversa com ela sobre o alcatroamento da rua e sobre os pedidos de patrocínios para as festas. Não esperava este atropelo psicológico... o seu patrono devia de estar ofendido com ela, só podia! 
Carla Silva, 41 anos, Barbacena, Elvas

Faltavam quatrocentos metros para chegar à casa de Patrocínia, ainda tinha que percorrer aquela estrada larga, toda alcatroada de novo... Olhava para o relógio, não queria chegar atrasada ao Albatroz. Mesmo já tendo os bilhetes do Teatro, é preciso chegar a tempo e horas! Não gostava de ser um atropeloAtrofiava quando alguém se atrasava. Parecia a patroa. Quase a chegar, assiste a um atropelamento. Fica estupefacta com o acontecimento. Suas pernas trémulas caminhavam lentamente… dia atroz. 
Prazeres Sousa, 52 anos, Lisboa

Um dia o meu tio foi atropelado e mais quatro amigos dele. Eu não vi porque estava no teatro, com um grupo de quatrocentas pessoas, sentadas no anfiteatro. Eles foram para o hospital. A polícia descobriu que o homem que os atropelou era muito atroz.
Um dos amigos do meu tio é dono do cineteatro de Portalegre.
patroa da minha mãe viu tudo e avisou a minha tia. Ela ficou atrofiada, nem conseguiu ir ao hospital.
Turma B, 2° e 3° anos, EB Galveias, professora Carmo Silva

História simples
O velho Albatroz costumava passear no jardim do Teatro. Dava milho à passarada. Vivia feliz.
Mas, subitamente, D.ª Maria das Dores atroviscou-lhe a vida. Passou a ter dores atrozes nos quatro cantos das pernas. Foi-se acadeirando, entristecendo, atrofiando…  
Sentia-se atropelado a toda a hora.
E o jardim, sem ele, já não era o mesmo.
Um dia, foi operado.
Tudo mudou!... foram-se os atropelos das dores.
Voltou ao jardim. Voltou à vida.
Voltou o Sol à sua alma!
Domingos Correia, 57 anos, Amarante

A estrada estava cortada, ouvia-se ao longe a sirene de uma ambulância.
Que se terá passado? QUATRO carros à frente, o condutor saiu, um pouco 
ATROADO, diz que alguém foi ATROPELADO.
Que ATROCIDADE. Do carro da frente, sai uma escanzelada,
com manias de MATRONA. E eu que estou atrasada para o TEATRO.
Que mulherzinha mais ATROZ, deve pertencer ao PATRONATO.
ATROFIADA pelo acontecimento, foi para casa.
Só ouviu dizer: foi o filho da PATROA, mas está bem.
Natalina Marques, 56 anos, Palmela

Era a estreia do teatro, o anfiteatro do Patronato estava a abarrotar, o público impaciente murmurava.  O patrocinador estava mais empolgado que os próprios atores!
O encenador, atrofiava, num entra e sai atroado, perguntando pelo Fernando, o ator principal.  Já lhe telefonara quatro vezes…
Por fim a resposta chega pela sua patroa. Num acidente atroz foi atropelado!...
Quem lhe viu o rosto não esquecerá a cor atro purpúrea, a lembrar as cortinas fechadas da boca de cena.
Cândida, 53 anos, e Manuel, 57 anos, a quatro mãos de Ovar

O trovão
Entre as pretas nuvens atropeladas
atroz atroava com som retumbante,
e de atropurpúreo véu cobriam-se os céus.

Calavam diante daquele atrofiador bramido
os gorgolejos dos pássaros fugitivos,
e apagavam-se os risonhos cantos dos meninos.

Qual atrombetado clamor, anunciava solene
a chegada da copiosa chuva
e os campos emudeciam com aquele furioso atroo.

Ressoando, bravio, entre refulgentes relâmpagos,
deixava ouvir, matroca, o seu ronco estrondo.

E suspenso ficava o mundo todo
turvado com a atroadora força daquele fragor.
Mónica Marcos Celestino, 43 anos, Escuela Oficial de Idiomas, Salamanca (Espanha)

A Renata saiu hoje do hospital onde esteve internada quatro dias para ser operada ao seu problema de atrofia, que se agravou recentemente quando foi atropelada.
Ainda está com dores atrozes nas pernas, mas quer dedicar-se afincadamente à vida profissional, caso contrário a existência mergulha no marasmo.
A patroa prometeu que patrocinava a dinamização da peça " Grito atroador de um insecto atróptero " no teatro local. Que surpreendente! Costuma ser o dono da farmácia o patrono das artes...

Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto


No trabalho, o José estava a trabalhar e pediu a patroa para ter uma tarde livre.
A patroa disse que sim e ele foi divertir-se.
Ele decidiu ir a quatro sítios, ao teatro, anfiteatro, shopping e parque naquela tarde livre.
No atro teatro, ele pôde conhecer o patrono do teatro e também o do anfiteatro.
Depois conheceu, no shopping, um homem atroz.
No parque, ele viu um homem que foi atropelado, ajudou-o e foi para o hospital.
Rodrigo Nascimento, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus

Antigamente havia um cineteatro que era o mais conhecido da cidade de Lisboa, chamava-se o cineteatro D. Maria.
Neste espaço havia um café-teatro onde se juntavam todos os atores de teatro da época.
No atro teatro, havia quatro portas e cada porta dava para uma sala.
A que eu mais gostava era a que dava para o anfiteatro.
A maior audiência no cineteatro foi de quatrocentas pessoas. Para entrar foi um atropelo pela procura dos melhores lugares.
Daniela Ferreira, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus

A Marta vive em Estói e gosta de tudo o que tenha a ver com teatro. Já viu quatro, ou quatrocentos, espetáculos, desde teleteatros cómicos a tragédias em cineteatros. Gostava de ser atriz, mas a mãe achava que ela já era muito cabeça no ar.
À saída do último espetáculo que viu no anfiteatro lá da terra, ia acontecendo uma atrocidade! Ia com a cabeça na lua e quase atropelava um gato. O animal atrofiado fugiu assustado.
Matilde Melo, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus

O Lucas deu-me um patrocínio de 70.000,00€ para eu fazer uma linda peça para ser transmitida na televisão. Então eu falei com quatro amigos, todos eles disseram para eu ir. Eu fui consultar o encenador do anfiteatro da peça. Comecei a atrofiar com ele e ameaçou expulsar-me do teatro. Tinha razão, eu não sabia de cor as palavras com a sequência atro. Então lembrei-me de atroz e patroa, embora não rimassem, eram necessárias para fazer a peça.
Rodrigo Linhas, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus

As quatro companhias de teatro foram selecionadas para as meias finais. A concorrência era atroz. O patrocínio Albatroz era o mais bem pago de todos. Dona Beatriz, a patroa, estava constantemente a atrofiar com os atores. Queria-os perfeitos. O Teatro Matrona seria o vencedor! Ela era capaz de atropelar qualquer pessoa que visse como perigo. Ela seria vencedora, custasse o que custasse, aquele milhar de euros seria deles e os salvaria da falência. Nada os iria parar!

Marta Sousa, 32 anos, Barreiro

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