30/09/18

EXEMPLOS - Desafio nº 150

Que confusão
Puxa que GRANDE confusão aconteceu naquele dia!
O semáforo trocou as cores rapidamente e Beto, já embalado pelos drinques que irresponsavelmente ingerira antes de dirigir, não teve tempo de frear o carro que, voou sobre o GRADIL daquele prédio lindo e novo, apenas INAUGURADO.
GUARDA chega ao local apressado, mas Beto teve mais uma péssima ideia: ofereceu um litro de AGUARDENTE que no carro tinha.
Quis fazer um "AGRADO"...
Acabou atrás das feias, frias, inóspitas GRADES...
Chica, 69 anos Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

O desassossego do indivíduo sensibiliza todos que o conhecem: viúvas, grávidas, miúdos e graúdos. Meio desengonçado, é à mesa do café, degustando o seu pastel de nata, que alimenta os desgostos. Caminhar pelas ruas é-lhe penoso, insuportável enfrentar os olhares dos passantes, piedosos os dalguns, lânguidos os das damas, que o romantizam. Ao procurar uma tabacaria, dá de caras com o Esteves, o da droga, que saiu numa precária; indiferente, ouve-o queixar-se do negócio – Ora, traficasse chocolate!
Helena Rosinha, 65 anos, Vila Franca de Xira.

Grande surpresa. Não é exagerado dizer — fiquei de queixo caído. A última vez que estivemos juntas foi num concerto há cerca de um ano. Ontem, (novamente num concerto) a minha amiga Gracinda apareceu airosa, com muita dignidade, mas muito barriguda. Um “ estado interessante” de trinta e duas semanas de gravidez. Foi agraciada com um menino que, brevemente, poderá embalar nos braços. Estava radiante e radiosa. Apesar dos seus quarenta e dois anos, a maternidade assenta-lhe bem.
Filomena Galvão, 57 anos, Corroios

O preço
Que a grã-duquesa estava em paz por pílula foi sabido por ninguém, menos pelo seu anterior guarda-caça. Agora, fazia tudo, guardião, guarda-livros, guarda-costas, cozinheiro, mordomo e amante agraciado.
Salvando para mundo exterior a aparência de que ainda pudesse viver à grande,
dará anualmente um pagode aconchegado no gramado diante do palácio. Com champanhe para todos. No entanto, a fidalga devia, mostrando tal generosidade, vender gradualmente em segredo o património.
Sim, o preço de gloríola tem sabor agridoce.
Theo De Bakkere, 66anos, Antuérpia – Bélgica

MARGARIDA era feliz na remota aldeia, que aos poucos se DEGRADAVA. Qualquer coisa era motivo para uma sonora GARGALHADA, até a passarada achava graça. Escondia no GUARDA-ROUPA a caixinha de música, oferecida pela madrinha numa das visitas à aldeia.
Quando ouvia a música, sonhava que passeava numa GONDOLA num país desconhecido. Ao chamado da mãe, despertou para a realidade, pegou no cântaro foi à fonte buscar água para a ceia, pensando na DROGA de vida que tinha.
Natalina Marques, 59 anos, Palmela

― Estou gorda?
― Não!
― Ainda tens daquelas bolachinhas amanteigadas?
― Não!
― A Marta é uma fingida, não achas?
― Não!
― Ela anda a engendrar alguma?
― Não!
― Estás zangada?
― Não!
― Encomendamos pizza?
― Não.
Margarida, pegou no monte das faturas para arquivar, depositou-as, bruscamente, na secretária de Palmira e voltou para o lugar.
― Entretém-te! ― disse Margarida, atirando uma maçã à colega. ― Trabalha, come e cala-te! Finalmente vou conseguir concentrar-me! Deixas, Palmirinha? Trabalho dá saúde, quero-te saudável, mas calada!
E desataram a rir.
Paula Castanheira, 54 anos, Massamá

Humberto, zangado, irritava-se com aquela atração unidirecional de Antonieta.
― É uma convencida! ― dizia ele, enquanto dirigia ―, parece que não tem espelhos lá em casa, uma gordurenta, anda sempre na giraldinha!
Humberto estava muito desagradado com aquele incómodo. Antonieta não percebia e continuava a alimentar o seu sonho. Ele já lhe tinha dado evidências claras que não a queria ver por perto.
Antonieta, cega de Paixão, não reconhecia as próprias fragilidades, verdadeiramente incompatíveis com o estatuto de Humberto. 
Helder Bernardo, 57 anos, Sines 

Tua ausência 
Quando partiste diziam que ia passar... que era forte.
Na minha ingenuidade acreditei. Ou tentei convencer-me.
Mas o tempo passou e continuo estagnada. Tendo como companhia o esmagador desgosto que me desgasta gradualmente.
O passar dos dias apenas relembram a tua ausência, o quanto te queria. 
Dizem que aqueles que amamos não morrem, apenas partem antes de nós. 
Não sei... talvez. Neste momento a dor apenas me deixa ver que ao partires levaste uma parte de mim.
Carla Silva, 44 anos, Barbacena, Elvas

Mãe, és a minha guardiã. Tu que mesmo com grande sofrimento levaste a gravidez até ao fim; tu, que com generosidade e sem gemidos vãos, ficaste sete meses grudada na cama, pensando no momento grandioso em que me terias no teu colo; tu Mãe, pintaste nos teus sonhos, lindos quadros que me ias descrevendo... (Lembro-me em especial de nós andando na gôndola e com grinaldas nos cabelos).
É por tudo isso que ser mãe é uma bênção!
Amália da Mata e Silva, 63 anos, Vila Franca de Xira

Que DROGA, apaixonar-se por aquele GALDÉRIO da sua turma! A verdade é que ele fizera tudo para lhe AGRADAR. Aparecera com um ramo de GLADÍOLOS no dia dos seus anos e ela ficara logo caidinha. A desilusão não tardou, mal o viu AGARRADO àquela betinha do décimo ano. Claro que se pôs a disfarçar... Era cá um FINGIDO! Felizmente também ela estava acompanhada e foi com GRANDE gozo que lhes atirou os gladíolos à cara. Sentiu-se VINGADA.
Isabel Lopo, Lisboa

Reconhecia que fora muita ingenuidade, da sua parte, acreditar nele. Até lhe parecia mentira... Logo ela, que se julgava perita em avaliar personalidades. Bem a tinham avisado... Que ele era um galdério não era segredo para ninguém. Contudo, ela não quisera acreditar. Preferira manter - se aconchegada pelas palavras doces do fidalgo, pelos seus beijos ternos, pela graciosidade dos seus gestos. Afinal, era tudo fingido... Que desgosto! Sentiu-se enganada... Mas ficou-lhe de emenda. Passou a enamorar-se só de plebeus...
Elsa Alves, 70 anos,Vila Franca de Xira

Recordações
Aurora nasceu em Bragança e na reforma relembrou as suas memórias.
Com o rosto enrugado relembrou o seu cabelo flamejante,  sorriso envergonhado, a sua inocência e dignidade perdidas.
Na sua ingenuidade juvenil enlouqueceu de paixão, namoraram debaixo do céu estrelado, deram gargalhadas juntos.
Entretanto, viveu a chacota, vergonha e desilusão dado que as vizinhas mesquinhas sabiam-no casado e nada disseram.
Constrangida, trémula, abandonou a terra, recompôs-se e agarrou o Futuro.
Mulher sensível nunca se arrependeu do passado.
Cristina Lameiras, 53 anos, Casal Cambra

Quem não tem água, usa o que tem à mão!
Açores. Chuva. Sigo no skoda alugado. Gado pastando. Subitamente, avisto um bezerro caído, preso pelo pescoço, quase esganado. Paro. Saio. Ponho o bezerro de pé. Cambaleia. Seguro-o. Recupera. Querendo agradecer, emite um mugido.
Mãos sujas, gordurosas. Sigo viagem. Paro num miradouro. Dirijo-me a um tufo de hidranjas. Esfrego as mãos nas folhas molhadas. Foi então que reparei nos olhares espantados de dois turistas.
― Quem não tem água, usa o que tem à mão! ― esclareci-os, improvisando um adágio.
Domingos Correia, 60 anos,Amarante

Corda ao pescoço 
Seguíamos devagar,
Apreciando a paisagem
Quando algo nos fez parar,
Interrompendo viagem…

― Olha o bezerro esganado,
Tenho de o ir salvar!
Se não é desamarrado,
Vai-se mesmo esganar!...

― Ainda levas um tiro
Se vem o dono do gado
Mas, perante tal sarilho,
Já não ficou sossegado!...

Refiro-me ao meu marido
Que me deixou abrigada,
Acorrendo ao perigo,
Salvando a cria esganada!

Foi peripécia dos Açores,
Que recordámos com gozo,
Entre saudades de amores,
Flores e mar maravilhoso!
Maria do Céu Ferreira, 63 anos, Amarante

A galinha gorda
grande gorda galinha
Degustava com prazer,
Pretendia ser rainha:
Reinar, governar, comer!

Das grades do seu poleiro,
Penicava a bicharada,
Nem escapava o moleiro,
Coisa que o desgostava!

Com as asas afastadas,
O bico pronto a bicar,
Saltava mansas e bravas
Sem o galo escapar…

O moleiro já cansado,
Trouxe consigo alguidar,
Um facão bem afiado
Pronto para lhe pegar…

E a galinha poderosa
Não espapou à cabidela,
Houve comida gostosa
E acabou a picadela!
Maria do Céu Ferreira, 63 anos, Amarante

Um dia, encontrei um menino um pouco gordo. Guardava um segredo que ninguém sabia!!!!
Certo dia, tentei descobrir o seu mistério, mas viu-me e disse-me para esconder bem aquele amuleto e não falar da vida dos outros. Quando abriu o amuleto viu que o pai dele era um guardião de animais. Percebeu então o porquê de nada contar. Desde daí, deram-se muito bem e passaram a ter uma alcunha: um era o “gordinho” e o outro “gorducho”.
Iara Carvalheiro, Casa Pia, CED NAP, 6º ano, prof Teresa Monteiro

O natal está a chegar e a Guida ficou responsável por organizar uma campanha de solidariedade. A campanha será sobre a generosidade das crianças na época natalícia. Cada criança terá de trazer um ingrediente para fazer o famoso guisado natalício. A campanha, digamos, ação de solidariedade vai ser com certeza um grande sucesso. Todos trouxeram um pedacinho do ingrediente principal: Amor. Todos os alunos terão a oportunidade de saborear o prato natalício. Assim, o amor foi espalhado.
Beatriz Guerreiro e Marta Rodrigues, 5.º E, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

A Guida é bonita e muito inteligente.
Ela gosta muito de morar em Gondomar.
Todos os sábados ela vai comer gelado
Ela tem casa perto do rio Guadiana
Lá a sua casa é muito grande
Guarda o seu regador num enorme armazém. 
Muitos dos seus amigos vivem em Faro. 
Ela quando for grande quer ser médica. 
A sua melhor amiga é a Rita. 
No verão vai à casa da Rita. 
E é assim a sua bela vida! 
Camila Cruz e Matilde Gaspar, 5°C, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

A Bailarina
Era uma vez uma menina chamada Guida.
Ela vivia em Gondomar, e era um pouco gordinha grande. A Guida era tão gordinha
que a mãe decidiu obrigá-la a praticar desporto.
Como a Guida não gostava de desportos com bola, a mãe inscreveu-a no ballet.
Na sua primeira aula, fez logo muitas amigas.
O seu professor chamava-se António Godinho e era muito baixinho.
Esse professor resolveu dar um espetáculo com as suas alunas, junto ao Rio Guadiana.
Guilherme Martins e Tiago Santos, 5.º C, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Godzilla e Guadalupe
Nas minhas férias de verão, fui a Gondomar visitar o meu tio Godinho, mas nesse dia ele estava doente com uma amigdalite. O meu tio decidiu ficar em casa a recuperar e foi a minha tia Brígida que me levou a passear e a conhecer a quinta. Adorei todos os animais que vi, mas dos que mais gostei foram os cães que guardavam o gado, o Godzilla e a Guadalupe, e ficámos amigos. Foi um dia prodigioso!
Vicente Ferreira, 5º C, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

O senhor Godinho vai de férias para o Natal. Para isso tem de deixar o seu gado guardado na quinta. Ele pensa visitar os seus familiares a Vila Real de Santo António, e juntos ser capaz de vencer um dos seus grandes medos: atravessar o Guadiana.
Para fazer esta viagem vai comprar umas botas numa drogaria.
Estes são os seus planos para estas férias, se entretanto não perder a coragem pois tem medo da água
Santiago Costa e Miguel Henriques, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Eu fui à casa do meu amigo que tinha um gato gordo muito comilão. O meu amigo guardava algumas vezes a comida do gato para brincar com ele e para ele emagrece. Um dia o gato viu um regador, assustou-se e deu um salto. O gato encontrou um homem grande que ia levá-lo para o passear no Rio Guadiana. No passeio do magnífico Rio, o meu amigo teve o seu dia mais feliz e aguardado do ano.
Daniel Ignat, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Era uma vez um guarda chamado Diogo que colecionava antiguidades.
Certo dia, uns homens foram ter com ele e disseram-lhe:
― Temos aqui uma preciosidade que vais querer ter na tua coleção. Um guardanapo!
― E o que tem ele de especial para ser tão precioso? - perguntou-lhes Diogo.
― Pois o guardanapo é bordado a ouro e pertencia à rainha de Espanha que morreu com um grande desgosto por tê-lo perdido. - responderam os homens.
― Fico com ele! Exclamou Diogo eufórico.
Beatriz Passos, 5ºE, 10 anos, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Numa tarde de sol, no inverno, fui dar um passeio à herdade da Celeste. 
Andei a ver a vacaria, toda moderna, onde o gado degluta a alimentação.
As vacas estavam grandes bem como os bois.
A herdade estava linda, pois já não tinha aquele ar degradado de antes das obras.
O degrau da entrada também estava novo.
De seguida, vi um lindo papagaio com gadanhas enormes.
Celeste, disse-me que já não tinha um ar degradante como antigamente.
Sofia J, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Era uma vez, um rapaz chamado José Godinho e ele vivia perto do rio Guadiana. O José é muito orientado. Por isso leva a agenda sempre com ele. Para ele, ela é grandiosa. Custa-lhe muito andar com ela às costas pois ela é muito grande. A Maria, uma amiga dele, um dia magoou-se e ele ajudou-a. Para agradecer ela convidou-o para almoçar e ele, claro, aceitou. Almoçou, conversou e depois despediu-se e foi-se embora para casa. Fim.
Catarina Santos e Madalena Revez, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

O gordo está na escola a comer uma pizza de fiambre. Ele vai ter aula de Português daqui a quarenta e cinco minutos. Mas ele não se despacha a comer a sua pizza de fiambre. Ele comeu tanto, que não conseguiu sair da escola, porque ficou preso na grade. As funcionárias da escola chamaram os bombeiros para retirarem o rapaz gordurento do gradeado. Em seguida foi para casa e levou com geada, para se desfazer da gordura.
Pedro James e Catarina Pereira, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Há muito muito tempo atrás uma drogaria, foi fechada pelo presidente da Câmara porque vendia porta chaves cheios de gordura. Tinham desenhos assustadores por exemplo bruxas e dragões. Ao lado tinham uma loja que vendia drageias de vários sabores cores e tamanhos onde os meninos se deliciavam nas tardes de verão. Do outro lado havia uma loja que vendia dragas grandes. Junto a todas essas lojas havia um pasto enorme e verde onde estava um grande gado.
Sarah L, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel

Era um dia de verão. Estava muito sol. Uma mulher gorda passeava sempre à beira do rio Bonito.
Era uma pessoa simpática e bondosa. Um dia arranjou marido que era um bocadinho gordo. Era guarda prisional.
Eram um bom casal.
Na sua casa tinham uma sala onde guardavam os seus segredos.
Um dos segredos era a gratidão de se terem conhecido e amarem-se tanto. Certo dia tiveram dois filhos gémeos bonitos. Foram os dois médicos e empresários.
Diogo C., 6º A, Casa Pia, CED NAP, prof Teresa Monteiro


Ontem, fui a
Grândola visitar os meus avós, eles disseram-me que
estava
grande, depois eu e o Diogo fomos a Vila Real De Santo António ver o rio Guadiana. Depois o meu amigo agradeceu-nos por aquela visita fantástica, e ele foi para casa feliz. Fomos à praia da Fuseta e à entrada estava um guarda a pedir os bilhetes e nós demos, depois chegamos a casa felizes.
Que longo dia! Foi muito bom e divertido!
Lourenço Romba, 5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Manuela Patrício

Era uma vez uma menina chamada Margarida. Todos a tratavam por Guida.
Ela era uma criança muito engraçada, querida, bondosa e fofinha. Ela tinha um irmão chamado Diogo. Ele era parecido á irmã, no entanto como era mais velho era maior.
Eles eram grandes amigos!!!
Certo dia o seu irmão teve de mudar-se para Madagáscar. A sua maninha ficou muito triste, mas aceitou.
A irmã mesmo triste fez-lhe uma festa surpresa. Convidou todos os seus amigos…
Bárbara Mateus,5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Manuela Patrício

Em Espanha existe um rio chamado Guadalquivir, é muito grande.
É um dos rios principais de Espanha, por vezes encontramos uma planta rara que se chama gladíolo.
Em Grândola há uma casa espaçosa de uma jovem chamada Gilda, que é jogadora de voleibol de praia.
Um amigo ajudou-a a construir uma jangada para o concurso da sua escola que é sobre invenções. Essa jangada era demasiado robusta e é realista.
No final souberam que ganharam o prémio.
João Guerreiro, Francisco Cunha e André Mendonça, 5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Manuela Patrício

Estava eu uma vez gozando um lindo dia de sol quando vi gravado a giz, numa parede da minha cidade Davinópolis, uma gravura representado uma grade com as palavras: Ente-Mundo de David. Estranhei mas fui andando e em vez de bater com o nariz no muro deparei-me com uma cidade diferente, os prédios eram muitos delgados, as ruas muito grande e direitas.
De repente acordei, tudo isto tinha sido um grande sonho, afinal.
Como é bom sonhar!
Ricardo Bercu, 5ºC- Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa - Escola Dr. José Neves Júnior – Faro, prof Manuel Patrício

Diogo foi à drogaria comprar arame farpado para colocar no muro da sua quinta. Encontrou a Margarida no Terreiro, junto à igreja, e ela disse-lhe que ia à loja comprar ingredientes para fazer um bolo de chocolate e um belo guisado para o jantar.
― E tu o que vais fazer? – perguntou a Margarida.
― Vou à drogaria e depois vou para casa. Precisas de boleia? –respondeu o Diogo.
― Não, obrigado. Preciso de emagrecer.
― Até amanhã. Fica bem.
3º/4º EB Galveias, GA B, professora Carmo Silva

Gordo e grande dragão,
Que não se chama João.
Tem como nome Rodrigo
E é visto como um perigo
Para o seu maior inimigo. 
Dele não é preciso ter medo, 
Pois ele é bom em segredo.
Vive num país geladinho
E adora o seu amigo Dioguinho.
Infelizmente não tem nenhum amiguinho,
As meninas gritam quando o avistam,
Mas não sabem o quanto o assustam,
Pois dentro de um dragão assim tão frio,
Mora um grande coração vazio.
Clara Teixeira, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Era uma vez um rapazinho chamado Diogo que gostava muito de tecnologias. Então, pediu um tablet digital para o Natal. O seu pai pediu umas férias ao chefe. Maldisposto, este ameaçou mandá-lo para o desemprego. O pai estava desgastado, não tinha dinheiro nem para o gelado de que mais gostava. Estavam numa situação muito desagradável, sem prendas para o Natal! Mas que desgraça!
Então, subitamente, viu a sua árvore rodeada de prendas. Era a magia do Natal.
Diogo Cardoso, 6º C, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Era uma vez um menino chamado Diogo que era gordo e gostava muito de dragões e tinha um grande peluche estragado. Na escola dele havia um grande bando de miúdos que estavam sempre a gozá-lo. 
Certo dia, o menino disse aos pais que estava a ser gozado, e os pais foram fazer queixa à direção da escola. E daí em diante o Diogo não foi mais gozado. E a vida dele foi muito mais feliz para sempre. 
Carolina Hortas, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Há muitos anos atrás, junto ao Guadiana, havia uma casa perto da montanha, onde vivia o guarda do castelo que pertencia ao rei Diogo, o Gorducho.
Num inverno, o guarda foi a casa do primo dizer-lhe que o gado tinha de ir para o castelo, para os animais não ficarem gelados.
Mas houve um problema: o rei não sabia que o gado estava no estábulo; por isso quando o descobriu, mandou matar metade e libertar o resto.
Arnaldo Carvalho, 13 anos, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, antigo aluno da prof Cristina Félix

Era uma vez um dragão chamado Diogogrande e gordo. Esse dragão tinha um dono chamado Rodrigo Torres, a quem davam a alcunha de 'Trolha'. Na escola Teixeira Lopes andavam a fazer obras, e o Rodrigo Torres andava sempre agarrado às grades das obras. Na sua turma, o nono D, ele era muito bom aluno. Eu é que nunca soube o porquê de lhe chamarem trolha, mas acho que tem a ver com as obras na escola. 
Rodolfo Piedade, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Nas férias de Natal, Margarida costumava viajar para Bragança, onde ficava a grande quinta dos avós.
Todos os anos voltar àquele local era uma alegria, com o clima gelado, uma certa magia no ar!
Na quinta havia sempre que fazer. Podia-se tratar do gado, ver as vacas a pastarem devagar descansadas. O que Margarida gostava mais de fazer era sem dúvida jardinagem: poder cuidar com carinho todas as plantas que ali viviam era a sua maior felicidade.
Ana Fulé Pereira, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Havia numa cidade um grande dragão que em vez de cuspir fogo cuspia neve.
Inacreditavelmente, apareceu um homem a comer gelado, e toda a gente achou estranho. Também esse homem era gordinho.
No dia seguinte, apareceu o mesmo homem, desta vez a ser gozado por pessoas grossas que andavam num ginásio chique, que quando estavam com calor tinham uma sala com sistema de geada!!!
Mas nesse dia o homem saltou para cima dos outros e deixou-os inconscientes…
João Rasteiro, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Numa bela manhã a minha orquestra ia atuar: todos nós tínhamos grandes instrumentos e todos eles tinham um som agudo
Eu convidei a minha Família para ir assistir à nossa atuação e eles aceitaram. Estava tudo agradável e os meninos muito agitados, mas estava tudo do nosso agrado para começar atuar. 
No final da nossa atuação todas as pessoas aplaudiram e nós agradecemos
Estávamos todos muito cansados mas também muito orgulhosos do nosso trabalho feito em conjunto.
Beatriz Ramalho, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

No Natal, o Diogo estava muito entusiasmado porque tinha pedido como presente um grande carro telecomandado com grades na frente. 
Nesse Natal o Diogo não queria comer muito, para não engordar tanto como nos outros anos. Enquanto comia, ele falava do seu presente de sonho aos pais, aos avós, aos tios e aos primos. 
Já estava com a digestão feita e a abrir as prendas, quando vê o carro de sonho num saco. Mal viu aquilo, agradeceu.
Rodrigo Torres, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Um grande dragão chamado Diogo dirigiu-se à sua caverna para fazer uma sesta, antes de ir fazer TPC com o rato Romeu, em conjunto. Quando o Romeu lá chegou fizeram o diálogo. Entretanto acabaram, também já era tarde e o rato foi para sua casa. No dia seguinte, eles mostraram à professora e ela disse que eles eram dignos de Muito Bom. Terminaram as aulas e cada um foi para a sua casa muitos feliz e contentes.
Inês Melo, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix 

É domingo, dia de festa! O meu Padrinho vai ver o jogo do Porto, no estádio do Dragão. Eu não vou, sou do Benfica. Enquanto o meu Padrinho foi ao jogo, fui com o meu bisavô passear o gado e, na pausa, abri a geladeira. O meu bisavô comeu um gelado e eu bebi um granizado. Na ida para casa, fui a saltitar entre as pedras e os pequenos montes que encontrava na rua da minha aldeia.
Catarina Santos, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Filipe, o comilão
Era uma vez um jovem chamado Filipe, que era um comilão. Um dia, os pais foram almoçar fora e saíram cedo. Esfomeado, Filipe saiu à rua para comer um gelado. Na geada da manhã quase não se viam pessoas na rua. Filipe pediu um grande e gélido gelado. Esta situação repetiu-se e Filipe engordou. Os seus pais ficaram tristes e resolveram construir um ginásio engraçado para ele emagrecer. Mais magro, Filipe sentia-se mais feliz!
David Correia, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

O meu nome é Mariana. Vivo numa casa grande e as pessoas dizem que está assombrada.
Pois um dia ouvi um barulho vindo do sótão. Comecei a subir devagar, degrau a degrau. O sótão estava todo sujo de manchas de gelado com a forma de um cágado.
Até que depois de uma boa reflexão, calculei que fossem fantasmas.
Fui-me embora assustada ter com as minhas amigas para lhes contar.
Só vos digo: “Nunca mais entro no sótão.”
Sara Mendes, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix 

Anastácio era um guerreiro romano que vivia com a sua mulher muito gorda, mas ele também era gordo. Estranho para um guerreiro romano, mas apesar disso ele era um grande soldado. Contudo todos troçavam dele.
Certo dia decidiu ir atrás de uma lenda, a qual contava que um dragão terrível vivia na montanha. Quando lá chegou estava um guarda a protegê-lo. Mas lutou contra ambos e derrotou-os.
Com este feito deram-lhe a alcunha de o “Grandioso guerreiro”!
Rodrigo Dara, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix 

Era uma vez uma grande cidade, gigante demais para alguns. Era composta por muita gente, principalmente por jovens como este. O mais conhecido era o pequeno e gorducho, Gabriel!
Recentemente tem estado ansioso pelo torneio de canoagem. Como sabem o prémio é uma tonelada de gelado e gelatina. Isto promete agradar!
Quem vencer este torneio de canoagem recebe também uma grandiosa medalha dourada.
Que comece a partida!!!
E não é que ele é considerado campeão de canoagem?!
Rafael Marques, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

Era uma vez um dragão chamado Fidalgo.
Era adolescente e os seus amigos eram muito machos. Fidalgo era o único que não estava nem perto disso. Quando ia para a escola, sofria bullying por ser diferente.
Um dia estava a passear, parou num guindaste pois estava sem forças, mas não sabia porquê: é que estava a nascer-lhe um bigode!
Conseguiu ir até casa, muito devagar. Foi olhar-se ao espelho e viu que tinha bigode.
Como iriam reagir?
Mafalda Sousa, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix

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