10/12/18

EXEMPLOS - Desafio nº 157


As Galinhas Pintalgadas vivem na Rua das Aves, situada em Santarém, também lá vivem Avestruzes Gigantes e Gralhas Selvagens, que na Primavera perdem muitas penas e ficam malucas! As cientistas dizem que elas têm alergia a plantas vermelhas! Mas as veterinárias disseram que as aves nunca tiveram alergia alguma e, de repente tinham?! Elas reclamaram bastante até que Maria Pintainha Silva, presidente da junta de freguesia, disse que as cientistas estavam erradas e deu razão às veterinárias!
Miguel Matos, 5º C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
 
Ela precisava cumprir tarefa de escrever sem usar uma letra.
Qual? Sem chances de aqui relatar, sem ser revelada.
Assim, cheia de garra, determinada, seguiu a escrever.
As ideias pareciam levá-la apenas às palavras vedadas, as que abrigavam em si a tal letrinha.
Mas, birrenta, igual à uma mula, sem desistir, ainda prosseguia.
Haveria de "driblar" Margarida, lá de além mar e dona da TAREFA.
Sentia até pena, mas realmente sua mente rejeitava diferente ajuda!
Deu nesse!!!
Chica, 70 anos Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Era uma mulher cheia de ideias. A sua vida, ligava-a à música: era a banda da
aldeia, as aulas, a sua aprendizagem... Um dia, a embriaguez, de um viajante, deixa-
a paraplégica e a vida tal qual a vivera, ruiu. Tristes dias viveu!
É persistente e nada a deterá.
Luta para que a vida de “diferente” seja mais fácil, derruba barreiras físicas, altera mentalidades, funda uma “Casa de Ajuda”.
Trabalha na Autarquia e a sua cidade está bem melhor!
Amália da Mata e Silva, 63 anos, Vila Franca de Xira

Tu ficas na casa. As terras nada valem, as Cerejeiras que lá têm... Cerejas, nem vê-las.
Quem sabe, na Primavera que vem, te delicies.
Vai para França, aí ganharás para a casa, as terras, e mais que queiras ter.
Leva a vida a cantar, alegra-te em dias de festa, na aldeia que te viu nascer, seja Deus na tua vida para que sejas feliz.
Deixa a tristeza para trás, verás que é mais fácil, vencer a saudade.
Natalina Marques, 59 anos, Palmela

Manteiga
Era uma vez, um par de arganazes que vivia uma vida feliz num curral, ali estavam a apanhar as migalhas em abundância. Apenas a incessante seca alentejana dava dia para dia dificuldades.
Ai! Em tentativa de matar sua sede, grande a fêmea caiu numa leiteira cheia. Que audácia, sem pensar queria ajudar sua cara-metade para sair, mas também caiu. Tiveram nenhuma esperança, mas justamente chapinhar naquela bebida cremosa acelerara a resgate. Sem saberem, estavam a bater manteiga.
Theo De Bakkere, 67 anos, Antuérpia, Bélgica

Era uma vez uma bruxa que bateu num javali. Ele era irritante, mau e cheirava mal. As suas crias zangaram-se e fizeram queixa da bruxa à Mãe Natal. A bruxa está na esquadra da selva e jamais receberá prendas. Ela jura vingança e faz desaparecer a Mãe Natal. Nenhuma criança receberá prendas. As crias salvam a quadra natalícia. A marrã e um tapir fizeram azevias de landes para dar às crianças e as crias distribuíram-nas pelas cidades.
EB Galveias, 3º/4º B, professora Carmo Silva

Dia de celebrar três meses nupciais. Falta água e a academia fecha. Decidem ir ver um filme. A viatura recusa-se a trabalhar. Aguardam à espera que pegue. Assaltantes inexperientes atacam. Exigem janela aberta, carteiras e chaves. Ela reclama, fala, empata. Eles hesitam, acedem a deixar as chaves da viatura num lugar. Têm chance de fugir. Ele permanece, ela sai e vai buscá-las. E se a atacam? Vai temente. Acha-as. Que bravura!
Empurram, empurram… felizmente a viatura cede
Filomena Galvão, 57 anos, Corroios

Um dia destes, estava a ver um filme que relatava a aventura de uma rapariga que amava testar limites. A sua bravura era de uma rareza estranha, nunca antes vista.
Num dia de chuva, saí de casa e decidi utilizar as tais habilidades que ela me ensinara. Cada pedra parecia um gigante, cada planta lembrava um ser que me assustava.
E, perante tais seres que apenas existiam na minha cabeça, decidi dissuadir as ideias que me perturbavam.
Alexandre R., 14 anos e Carolina D., 13 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Passadas as férias de Natal, ninguém queria regressar às aulas. Umas grandes férias de tal maneira divertidas e, em seguida, três meses de aulas!
A minha turma estava extremamente desalentada. Muita gente nem apareceu... Mas em mim existia a bravura que vinha da ânsia de atingir excelência académica. 
Tive de me levantar às sete e quarenta para chegar atempadamente às aulas. 
Faltam apenas setenta e sete dias!... Ainda é bastante, mas eu habituar-me-ei a esta prática diária.
Guilherme C., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Bravura é uma característica de muitas estrelas que conhecemos de narrativas fantásticas.
Eis algumas delas: Katniss Everdeen, Mérida, Peter Pan e muitas mais, para além da minha preferida ― “The Spider Man”.
Várias vezes, acham que a bravura pertence exclusivamente a gente marcante da esfera de cinema ― Batman, Superman, Lanterna Verde, Hulk, etc.
Mas também existem figuras extremamente valentes na vida real, entre as quais: Malala, Anita Garibaldi e Madre Teresa de Calcutá.
Assim, be brave (seja valente)!
Raquel L., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Um dia, subitamente, surgiu, em mim, um prazer invulgar. Prazer esse que me fez sentir viva, feliz e aberta a embarcar em diversas aventuras. 
Senti uma liberdade imensa! Mas que imprudência seria aquela?
As festividades estavam a iniciar-se e eu a delirar. Mas, afinal, que se estava a passar? Cada vez mais a agravar-se. Precisaria de ajuda? Sem dúvida!
Pesquisei, achei, pensei, argumentei, presumi. Enfim, era uma perseverança que guardava em mim. Aguentaria eu ser valente? Imaginei.
Catarina P., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Na sua ingenuidade inventara uma mentira arriscada. Seria um desastre se a percebessem: a verdade, essa espécie de arranque da engrenagem parada que era a vida. Ainda bem que a irmã e a tia estavam ausentes. Dizer-lhes que a mentira prevalecera era assumir que a mãe nunca estivera mentalmente sã.
― Está lá?... tia?
― Sim, querida... pareces diferente... triste?!
Da Suíça, a tia adivinhara que tristeza e verdade se ajustavam.
― Diz-me, a minha irmã fez mais disparates?
Graça Santos, 59 anos, Paço de Arcos

Chegava de mentir, de fugir, de escapar…
A mentira tem perna curta, sempre me disseram.
E ali estava eu a mentir, mais uma vez… Já nem sabia quantas vezes se sucedera tal disparate. A mentira tinha realmente perna curta e eu sabia. Bastava de me rir sem partilhar a desgraça.
A mentira tem perna curta.
E assim saiu:
― Mãe, perdi-me na viagem para casa.
Mas que desgraça! Agora era a minha vez de ir passear a cadela!
Francisca Reis, 17 anos, Cantanhede

A bravura inabalável 
Certa menina, numa manhã de primavera, anseia ter bravura para enfrentar seu pai, rei de Enchantia, mas teme as palavras que saem da sua célebre mente.
Sua mãe percebe que se estabelece alguma distância entre eles, e inundada de tristeza, quer ajudar. Diz à princesa para ter calma, para ter valentia. Esta escuta aquela ajuda, enfrenta a angústia que sente.
Mais tarde, Sua Majestade pede desculpa pelas maneiras tidas antes, e também felicita a audácia da filha.
Talita L., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Estatura franzina, 10 primaveras mal medidas, mangavam dele sem piedade!
― És maricas, Tinzinhas!
― Mentira! ― À beira das lágrimas, Martim desesperava.
― Dizes que já és grande e nem sabes andar de bicicleta!
― Sei… sei…
Artur apresentava a pasteleira que acabara de herdar e espicaçava Martim.
― Queres ver? Dá-ma cá!
Uma pedra a fazer de degrau. Biqueira da sandália errante. De nádegas alçadas, desata a pedalar desenfreadamente.
Para trás deixava caras espantadas.
― Martim, a parede, Martim…. Mas já era tarde!
Paula Castanheira, 54 anos, Massamá

Realidade/Fantasia?
Diante da salamandra na sua frágil aparência, leu para as netas.
Algures na juventude um sacana, "animal", invadiu-a e feriu-a na sua dignidade.
Arma fincada à cabeça, amarrada, humilhada, maltratada sem piedade, gratuitamente.
Ameaça? Crime?
Zangada, Castigada, Agredida... Deus existe?
Fez queixa, denúncia, viu imagens de sacanas, deu entrada na maternidade, as mazelas passaram pela medicina legal.
Andar na rua em segurança significa nunca se deixar intimidar, mudar atitudes, estar atenta, insignificâncias para alguns, dificuldades para muitas...
Cristina Lameiras, 53 anos, Casal de Cambra

E assim se despediu daquela gente. Dizia “Adeus” pela última vez àquela empresa. Levava na mala as suas parcas tralhas: uma garrafa de água, uma caneca, uma caixa de chá e umas canetas. Sentia uma felicidade ambivalente. De quem sabe que vai partir para bem de si mesma. Mas que vai enfrentar a incerteza de uma vida sem aquele lugar. Sente-se finalmente uma mulher livre para ser quem quiser. Mas quem é ela afinal? Quem quer ser?
Ana Pegado, 32 anos, Lisboa

Audácia
A petulância, energia que abunda na humanidade, nem sempre é capaz de ser suplantada e a fé que se tem em instantes de frenesi leva a que se evidencie.
Essa energia impede qualquer um de enfrentar dificuldades na presença de firmeza.
A inquietude certa é capaz de ser permanente, mas a petulância irá “matar” essa característica.
Imaginem uma ave que sai de sua casa, sabe que se arrisca, mas das necessidades da vida, assim, surge a audácia.
Francisco C., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

A meu ver, ser valente significa nunca recear nada, arriscar a vida para salvar alguém.
Mas a valentia, algumas vezes, implica, também, aventurar-se na vida, na saúde, numa palavra, na integridade física, uma vez que exige atitudes radicais, em que se sujeitam as vidas de quem auxilia.
Lembrem-se das áreas ardidas. Quem é que ajuda, afinal? 
Lembrem-se daqueles que se lançam destemidamente para defenderem vilas, cidades e países em guerra sem esperarem mais-valias.
Perdem-se sempre muitas almas.
Lara M., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Valentia
Atualmente, a valentia é definida através de pequenas façanhas, uma vez que as desgraças aumentam de dia para dia, de espécie para espécie e de país para país.
Valente deveria ser aquele que pratica atitudes respeitáveis e célebres a nível mundial, mas, erradamente, audaz é alguém que destrinça incidentes insignificantes de maneiras que uma ínfima parte alcança.
Antigamente, apenas belicistas e reis eram firmes. Nesta era, qualquer um é capaz de ser valente. Será fantasia? Quem saberá?
Rita E. de S., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Que dia este! Terça-feira, 30 de abril, 10 da manhã. Decidi fazer uma caminhada na mais agradável pista pedestre da marginal desta cidade que me recebe!
Subitamente, reparei que alguém estava a pedir ajuda na água. Era visível que tentava nadar, mas em sérias dificuldades para superar a rapidez das águas geladas.
Nem pensei! Lancei-me diretamente à água, de maneira simples, mas eficaz e nadei freneticamente em busca de quem queria salvar a sua vida. Fui capaz!
Afonso L., 7ºB, 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Subitamente, surgiu em mim um prazer invulgar, prazer esse que me fez sentir viva, feliz, aberta a diferentes experiências e a diversas aventuras.
 Senti imensa liberdade! Na minha face, revelava-se a abundante alegria que sentia internamente. Mas qual seria a causa daquela energia? Apenas sei que me fez sentir de uma maneira inexplicavelmente agradável.
Deverei eu perguntar a alguém a que se deve? Há mais alguém assim? Amanhã, irei certamente esclarecer esta dúvida, custe a quem custar!
Alexandra T., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

A bravura é a firmeza face a ameaças, dificuldades e angústias.
Um ser que receia, mas enfrenta qualquer vicissitude, é valente e tem muita audácia. Sem dúvida que um ser que teme saltar das alturas, mas avança para se superar, caminha para vencer a ansiedade e ganhar segurança nas suas capacidades.
Assim se prepara alguém que receia mergulhar nas águas para triunfar na vida, de maneira a suplantar quaisquer lutas que lhe surjam pela frente. Vive destemidamente!
Francisca O., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

É um prazer partilhar esta minha narrativa acerca de um familiar que treina tigres, que eu vi a atuar numa arena, recentemente.
Mal vi tal cena a suceder, pensei imediatamente: 
― É fundamental ser valente para atingir tais façanhas!
Sem dúvida, aqueles tigres eram grandes, ágeis e admiráveis. Insatisfazia-me ver apenas à distância. Desejava intensamente ir lá espreitar, e abeirei-me deles.
Sentei-me na primeira fila, adquiri um lanche para assistir e deixei-me surpreender, que tamanha bravura!
João M., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Era uma vez uma menina chamada Maria, que era imensamente gentil e destemida. Ela era alta, esguia, belíssima! Maria sentia prazer em nadar, era tal e qual respirar para ela. 
Um dia, aquela rapariga fez uma viagem até à praia, e decidiu ir banhar-se, apesar de estar bandeira vermelha. E lá estava ela a mergulhar, até que uma vaga insistiu em levá-la. Felizmente, ela viria a sair dali viva. 
Ela percebeu, finalmente, que a valentia tem limites! 
João P., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Bravura
Bravura, uma incrível arma da alma, cuja existência marca a diferença, levanta seres das suas selas para lutarem pela igualdade e pela liberdade.
Filha da esperança, e irmã da repulsa. A repulsa ensina a nunca aceitar a desigualdade, a bravura, incita a mudá-la.
A perseverança de bastantes derruba variáveis males, mas nunca deixes a bravura ser a tua fraqueza. Aqueles que têm demasiada fé em si agem sem cautela e perdem-se.
Águia, alce e pantera representam persistência.
Duarte S., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Uma dúzia de turistas decidiu fazer um safari. Mas esses turistas nada sabiam acerca das características de temíveis animais.
Ainda que mirassem as feras atentamente, espantaram-se. Um guia que pertencia à entidade sugeriu que eles as alimentassem. Muita daquela gente estava apreensiva, mas um turista Maltês era valente e decidiu aceitar esse presente.
Cumpriu, assim, essa meta de maneira única, destemida e alegremente. Turistas e guia aplaudiram a sua bravura e audácia. Às vezes, há finais felizes!
Gonçalo L., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Era uma vez uma menina chamada Luísa, que era bastante bela. E era essa a causa que levava a sua mãe a nunca a deixar sair de casa, já que temia que alguém a raptasse.
Desagradada, Luísa decidiu fugir dali. Até que um rapaz cruel a surpreendeu a caminhar, distraída, na rua. Prendeu-a e agrediu-a. Ela esteve, assim, três dias desaparecida.
Na quarta manhã, um familiar bastante valente finalmente alcança-a e leva-a para casa, sã e salva. 
Mariana B., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Tarte de Bravura
Uma vez que se está na altura natalícia, sugere-se uma receita de Natal inesquecível. Experimentem!
Antes de mais, ingredientes fundamentais:
-200 gramas de alegria;
-100 gramas de audácia;
-400 gramas de bravura;
-100 gramas de farinha;
-200 gramas de açúcar;
-100 gramas de manteiga.
Inicia-se pela mistura bem feita de manteiga e de açúcar.
Em seguida, junta-se a alegria, a audácia e a bravura.
Finalmente, leva-se a aquecer e aguarda-se.
Sirvam esta tarte juntamente a um chá.
Maria M., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Um dia, fui passear à beira-mar, mais a minha amiga Ana. A maré estava bastante agitada.
Caminhava devagar e, de repente, avistei na água uma baleia bebé, presa numa rede de pesca. Ela lutava incessantemente para se libertar da rede, mas era difícil.
A Ana, sem hesitar, saiu para a água para salvar a pequena baleia, e eu fiquei a admirar a sua bravura e a sua valentia.
Fiquei admirada pela atitude destemida da minha amiga Ana! 
Inês M., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Uma bela menina passeava pela minha rua diariamente, de ar suave e alegre. Admirava-a pela janela, deitada na cama, antes de me levantar, uma vez que me transmitia bravura suficiente para iniciar a manhã.
De seguida, preparava a minha lancheira, pegava na minha mala da faculdade e caminhava para as aulas na presença da Rita, a bela menina.
Essa bravura servia também para enfrentar as tristezas e dificuldades da vida, uma vez que Rita me ajudava sempre.
Maria C. e Beatriz S., 13 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Coragem
Efetivamente, uma palavra que tem a mesma grandeza que esta para descrever um ser é a bravura.
A audácia é apenas usada para classificar um ser valente, que jamais se deixaria vencer pela fraqueza. Ela é uma qualidade que, infelizmente, apenas alguns têm.
Mas, inversamente, também tem as suas fraquezas, uma vez que é capaz de trazer demasiada segurança, que, às vezes, finda em dificuldades.
Assim, percebe-se que a bravura é uma excelente característica, se usada Q.B..
Pedro A., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

As circunstâncias da vida levaram-me a partir para um lugar distante. Assim, deixei para trás a minha família, a minha casa, a minha vida, que levara décadas a erguer.
Seria a atitude mais acertada? Será que iria ser feliz? Acreditem que eram perguntas que me massacravam diariamente, mas nunca as deixava esquecidas…
Passaram dias e dias, até que, finalmente, esclareci as minhas dúvidas… Mudar é diferente de deixar, mudar é abrir a alma para uma vida díspar…
Ana Rita B, 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

As circunstâncias da vida levaram-me a partir para um lugar distante. Assim, deixei para trás a minha família, a minha casa, a minha vida, que me levara décadas a erguer.
Seria a atitude mais acertada? Será que iria ser feliz? Acreditem que era uma pergunta que me massacrava diariamente, mas nunca a deixava esquecida.
Decidi seguir em frente sem pensar duas vezes, uma vez que eu queria ser verdadeiramente feliz. Afinal, esta é a minha única vida!
Leonor C., 12 anos - Colégio Paulo VI, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Eu andava desesperada, em busca de uma chance que pudesse ajudar para a minha riqueza.
Estava desempregada há várias décadas e tinha de superar tal azar.
Fui a um café e perguntei se tinham vagas. A gerente disse:
– A menina acha que a vai alcançar aqui?!
– Bem… eu tinha essa esperança. – rematei.
– Evidentemente, nunca a terá! – E riu-se!
Rebentei de raiva e desafiei-a. A gerente, admirada, transmitiu-me que tinha bravura para a alcançar e atribuiu-me uma vaga!
Rita V., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Para mim, ser persistente é ter atitude nas fases mais difíceis da vida.
Já se sabe que existem fases difíceis e fáceis. Nas etapas mais fatigantes da vida, é fundamental ser valente e ultrapassar essas dificuldades. Nas fases mais fáceis, é essencial ter prazer e agarrar as chances que a vida dá, para desfrutar delas.
Na minha vida, existem vicissitudes, mas apesar da sua existência, jamais irei deixar de ser alegre. 
A alegria deve estar sempre presente.
Joana L., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Existem várias características da resistência e uma das que se destaca é a bravura, que é representada de muitas maneiras e vê-se na atitude de quem a tem. Quem a tem arrisca, algumas vezes, a sua vida para ajudar aqueles que precisam.
Para exemplificar: aqueles que trabalham nas áreas de saúde e de segurança, agem destemidamente.
Qualquer um é capaz de agir bravamente, independentemente da área em que trabalham e, desta maneira, ajudar quem que mais necessita.
Gabriela A., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Valentia 
A valentia quase sempre surge em alturas difíceis e, muitas vezes, decisivas. Para ser valente, há que arriscar e enfrentar as peripécias da vida.
A persistência e a paciência fazem parte das características de um ser valente.
Esta maneira de estar na vida traduz-se na eficiência e eficácia em trabalhar as adversidades e vencê-las.
Quem tiver atitudes passivas nada alcançará, mas quem tiver atitudes ativas, seguramente atingirá fins felizes.
Enfim, a valentia faz despertar para a vida!
Eduardo N., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Para mim, ser valente ultrapassa largamente a parte física.
 Na verdade, a bravura de um ser vê-se na sua persistência e perseverança a ultrapassar as dificuldades que a vida lhe dá.
Assim, audaz é quem vive para lutar, nunca fisicamente, mas sim espiritualmente, já que esta é a verdadeira bravura.
Bater em alguém é fácil, mas assumir a culpa é difícil e revela dignidade, que traduz valentia.
Em suma, ser valente é ser capaz de ir além!
Leonor Carr., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

A valentia é uma sensibilidade, que atribui a qualquer um a energia fundamental para enfrentar as peripécias habituais. Também é exequível dizer que fraqueza é a palavra inversa de valentia. 
Sem a resistência jamais seriam realizadas algumas experiências relevantes para a humanidade de maneira que a ida à lua nunca seria realizada, entre muitas mais aventuras. 
A liberdade também seria afetada, já que ninguém iria ter a bravura para se manifestar. Eis uma passagem sobre a audácia.
José C. F., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

De que é feita a valentia? De incertezas? De inseguranças?
Na realidade, nascem, a cada dia, crianças da atualidade, cheias de bravura, a escalar estes grandes alpes da vida. Largam pais, familiares, e demarcam-se a alimentar a sua bravura instantânea. A verdadeira chave para a alcançar é jamais ter a certeza de enfrentar ameaças. É simplesmente ser persistente, nunca desistir, ainda que seja irrealizável!
Qualquer dia, a cada alpe que alcances, mais valentia receberás para aventuras futuras!
Leonor B., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Escurecera, as luzes das estradas iluminavam a cidade inteira e a lua abraçava cada um que a desejava e imaginava. E eu ali, a tentar desvendar a palavra bravura.
Uma vez, um humilde sapiente disse-me: "Defende a verdade nas palavras e a humildade na bravura". Nunca percebera bem aquela frase, mas nunca a tirara da cabeça...
"Que quererá dizer?", pensava eu. "Será a chave para a felicidade?"
As perguntas multiplicavam-se cada vez mais e eu permanecia ali.
Mariana S., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Era uma vez uma rapariga que tinha uma mente bastante imaginativa, cheia de ideias incríveis, mas, em virtude da sua insegurança, nunca as punha em prática.
Um dia, na aula de cidadania, a sua turma tinha de apresentar um texto acerca da perseverança e valentia. Durante a escrita desse tema, ela refletiu, relativamente às suas inseguranças e entendeu que perseverar é atingir metas, manter-se firme e fiel às suas ideias.
Assim, apercebeu-se de que tinha de mudar.
Letícia C., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

– Em que mês nasceste?
– Nasci em abril!
– Mas tu devias andar mais avançada a estudar! – remataram as minhas amigas.
– Que miúda desgraçada! – riam-se elas.
Esta é a análise que as minhas parceiras me fazem... Assim, é difícil ir em frente na vida, nesta grande dificuldade! Claramente, em mim, existe muita perseverança. Uma das minhas qualidades é ser valente, já faz parte de mim, a qualidade que me faz ultrapassar as vicissitudes. 
Decidi mudar de amigas, e surpreendi-me! 
Margarida G., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Era uma vez uma menina valente, a quem nenhuma luta parecia demais. Até que, um dia, tentaram impedir uma das suas aventuras para a fazer tremer.
Tentaram, mas a menina, persistente, venceu e a tentativa faliu nesse dia. A rapariga entendeu que a tentaram assustar e falharam. Deu uma risada de si para si e percebeu que era bastante destemida. Afinal, assemelhava-se à ideia que tinha de si mesma.
Desde essa altura, nunca mais lhe fez frente.
Beatriz S., 12 anos, - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Era uma vez uma menina.  Seu pai era um militar que andava sempre a viajar.
Ela vivia triste. Seu pai raramente estava em casa. As suas amigas tinham seus familiares sempre à sua beira, mas ele tinha que trabalhar para que nada lhe faltasse.
Um dia, ela entendeu que ele se sacrificava para a sustentar, a ela e à sua família.
Refletiu bastante e entendeu que era uma menina feliz, que tinha um pai que a amava.
André B., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

A bravura
Ainda acham que a bravura existe?
Já viram a maldade existente neste planeta? Fala-se unicamente de gente furtada, sequestrada, etc.! Diz-se que neste país há valentia? Acham que um assaltante é mais valente que um ser que supere a sua ansiedade? Jamais! Um assaltante perpetra crimes, mas um crime nunca é uma atitude de bravura, mas sim de maldade.
A meu ver, a bravura é apenas benéfica se se referir a atitudes unicamente benignas e nunca malignas.
Carolina S. e Francisca S., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

A Ana era uma menina tímida que almejava ser atriz.
Num final de tarde, decidiu ver TV. Numa publicidade, apareceu a sua atriz preferida a aliciar quem quisesse a ir à marginal e desfrutar da bela vista, e música até às sete da tarde. Nessa altura, fariam “castings” para uma pequena atriz  fazer um papel de destaque numa série.
Nesse dia, Ana decidiu ir, e futuramente, andará atarefada a ensaiar um papel principal! Está ultrapassada atimidez.
Maria João, 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Era uma vez um rapaz, Rui, que amava uma menina chamada Maria.
Ele sabia que precisava de bravura para falar a uma rapariga daquelas.
Assim, venceu a timidez e pediu-lhe que ela amasse a sua alma! Muita gente se riu uma vez mais dele! Vinha a aguentar dias e dias de bullying na secundária. Mas a rapariga estava já cativada pela sua fragilidade e acedeu à sua ideia.
Daí em diante, aquele rapaz nunca mais temeu nada!
António, 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Aquela manhã de abril exigia uma gigantesca bravura.
Claramente, aquela barbaridade era demais para alguém. E, para mim, alguém persistente e bastante valente, era também desafiante, mas eu ia executar essa tarefa. 
Sabia que “árdua” se aplicava a várias realidades, mas aquela era exageradamente difícil.
Estava, assim, a ficar sem desculpa para me manter na cama. Lá tinha de ser!
Já me levantei! Incumbência cumprida! Saí da minha magnífica cama quentinha!
Infelizmente, ainda era segunda-feira. Que pena!
Pedro N., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Esta é uma qualidade de carácter.
Alguém que a tenha, revela bravura em alturas difíceis e até alarmantes.
Deve ter firmeza perante dificuldades, ser persistente e jamais desistir.
Deve ser alguém que nada teme e essa característica está quase sempre presente nas narrativas marcantes.
Existem muitas maneiras de revelar essa admirável característica que parte da humanidade tem.
Saltar para a água para ajudar alguém que luta pela vida e até salvar alguém das chamas reflete essa qualidade. 
Carolina Silva, 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Uma rapariga chamada Matilde acha-se bastante valente. Uma vez, fazem-lhe um teste para verificar a sua valentia.
A turma dela, na visita a um parque que se chama Magicland, desafia a firme menina a entrar na terrível casa-fantasma.
Ela receia entrar, mas é audaz e avança, bem determinada, para ultrapassar a exigência.
Assim que ela entra, desata numa gritaria e regressa rapidamente para trás de uma auxiliar.
E assim aprende que deve ser uma menina mais humilde.
Ana Francisca M., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

Ter bravura é difícil e nem sempre é fácil ativá-la… De que maneira se ativa tal atitude? Na verdade, esta é intrínseca à humanidade, mas nem sempre se vê.
As princesas «precisam de ser salvas», e quem as salva é, sem dúvida, quem tem mais valentia.
A meu ver, nem sempre é a audácia que define a mestria, mas divertir-se e assumir as suaspreferências diárias, eventualmente adequadas, perfeitas… quiçá erradas e sem querer, um dia alcançar-se-á.
Leonor S., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

A Pequena Lúcia
Manhãzinha! A pequena Lúcia pensava a bicharada, acendia a lareira, dava a papa à irmãzita, fazia as tarefas académicas, tragava a cevada, seguia, descalça, veredas escarpadas, chegava à aula de pés a verem-se chagas e, ainda assim, tinha sempre uma risada para brindar a gente.
Uma vez, na festa natalícia, a mestra deu-lhe umas delícias de cacau. Chega a casa feliz:
― Mãe, um presente para ti!…
A mãe, tísica, abraça a filha e deixa escapar umas lagrimazitas…
Domingos Correia, 60 anos, Amarante

Naquela manhã, uma menina chamada Clara, que padece de uma deficiência cerebral, dirige-se à faculdade. Aí, é afastada pelas raparigas... Cada vez se sente mais insegura e triste.
Até que, um dia, decide seguir em frente e, sem "miúfas", surpreende-as através de uma atitude exemplar, mas elas reagem negativamente.
A Clara, de cara lavada em lágrimas, sai tristemente dali.
Durante a sua caminhada até casa, reflete e afirma que jamais se deixará martirizar pela rudeza daquelas atitudes.
Inês Faria, 11 anos e Beatriz Henriques, 12 anos, Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

― Marte, ajuda-me! A raça humana está a destruir-me.
― Terra, nunca desistas! Tu és um planeta ímpar e valente. Há centenas de décadas que lutas pela tua existência.
A Terra decidiu, assim, salvar definitivamente terra, ar e água, as casas de tantas espécies animais. Reuniu as nuvens e pediu-lhes que se espalhassem pela sua superfície e que precipitassem alertas em diferentes línguas para que qualquer um entendesse.
Finalmente, a raça humana, assustada perante as lágrimas derramadas, redimiu-se, arrependida.
Afonso Gabriel, 12 anos, Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva

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