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24/10/18

Maria João ― desafio RS 47


Que atrapalhaçãoImpossível qualquer hesitaçãoprimeiro recuei, mas espicaçada pelo medo, desatei em grande correria,
seguida pelo urso, que nas quatro patas, veloz, bárbaroterminaria por me alcançar.
Eis quando um jaguaroculto na sua solidão de predador, alcança o rival e finca-lhe os dentes na carne do pescoço, qual varejeira zangada.
À noite, na tenda, acendi a lamparina, enrolei a manta como um xaile e procurei, mística, um dedo, uma nota de milagre neste crime falido.
Maria João, Faro
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias!

15/04/18

Daniela Ferreira ― desafio RS 47

Certo dia, Filipe, um honrado marinheiro, e Celeste, decidiram navegar pelo estreito rio lento de Ravena.
Estavam os dois a passear e viram quatro pássaros a voar em união, e a estátua gigante de Santa Maria.
Antes de sair do barco, Filipe ouviu uma música vinda do altar da igreja.
À janela do barco, Maria pediu-lhe para ir ao talho, passando pelo zoo.
António, talhante, era baixo. Na sua pequenez, Filipe deixou o talhante a falar sozinho.
Daniela Ferreira, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias! (reinventado)

Carolina Trouchinho ― desafio RS 47


Celeste trabalhava num estreito zoo com pássaros, apesar da sua pequenez sonhava em voar. Celeste tinha um namorado baixo, o Ricardo, trabalhava no talho sozinho em Ravena, mas seu sonho era ser marinheiro, navegar. Celeste e Ricardo vão casar. A igreja, tem uma gigante passadeira vermelha onde passa o honrado casal. Enquanto Celeste em lento passo caminhava para o altar, pensava nos dois e no quatro quarto, com uma janela, onde podiam ouvir e falar da união.
Carolina Trouchinho, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias! (reinventado)

Artur Feddrizzi ― desafio RS 47

Dois passarinhos no zoo a voar. Os passarinhos estavam em perfeita união.
Na cidade havia: um zoo, um talho, uma igreja e um rio. Era a cidade de Ravena. Por um estreito caminho chegava-se à igreja. Era uma igreja gigante, com uma janela no centro. Eram quatro da tarde, mas o padre estava sozinho num altar baixo. Celeste, uma estátua, brilhava. Um barco lento ia a navegar com um marinheiro. Já ouviram falar desse marinheiro de uma pequenez honrada?
Artur Feddrizzi, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias! (reinventado)

Adriana Cândida ― desafio RS 47

Havia um rapaz e uma rapariga apaixonados.
Certo dia, num estreito, casaram num altar da igreja perto do talho. Ele era um marinheiro baixo.
Um dia, ele foi ao zoo sozinho e ouviu dois pássaros a voar, naquele azul celeste.
Mais tarde, preparou a mala gigante para ir navegar. Com pequenez, olhou pela janela e viu quatro miúdos a jogarem à bola. Numa união. Honrado, foi falar com o mais lento e já não foi para Ravena.
Adriana Cândida, 7ºB, Escola José Carlos da Maia, prof Corina de Jesus
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias! (reinventado)

29/03/18

Vicente Almeida ― desafio 47

crime foi bárbaro! Aquele ladrão saiu com um jaguar, que urso! Apareceu oculto por um grande xaile, nem lhe vi a cara, mas para me espicaçar, apontou-me o dedoPrimeiro roubou um banco, depois, para terminar, saiu sem hesitação, a abanar a nota. Que atrapalhação! Fiquei falido e na solidão, só com uma lamparina. Como pagar ao meu rival? É impossívelQuatro notas não chegam. Estou místico! E esta mosca varejeira não me larga. Que zanga!
Vicente Almeida, 11 anos, Porto 
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias!


01/03/18

Maria Rosado Ribeiro ― desafio 47


Em tempos aconteceu um crime no místico castelo do primeiro grande Génio da lamparina.
Vivia em solidão com o seu xaile voador, tinha tanto de oculto como de bárbaro.
Era impossível não hesitar antes de entrar.
Um dia apareceram por perto um urso e um jaguar que estavam zangados. Grande atrapalhação!!! Pareciam rivais!
O Génio estava falido mas por espicaçar. Passou o dedo quatro vezes na lamparina e pediu uma nota. Ao terminar apareceu uma mosca varejeira.
Maria Rosado Ribeiro, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias!


Maria Luísa Santos ― desafio 47

Um urso e um jaguar tiveram uma grande zanga.
Este começou a espicaçar o urso que, sem hesitação, levantou a pata, zunindo como uma varejeira, e deu-lhe uma «lamparina». Aquele, falido de forças, primeiro com alguma atrapalhação, de dedo levantado, jurou vingança.
Quatro dias depois procurou seu rival.
Esperou oculto num arbusto. Entrou na toca vazia e cometeu um crime bárbaro. Queimou o xaile místico da avó.
Uma nota para terminar: o jaguar acabou numa impossível solidão.
Maria Luísa Santos, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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João Mendonça ― desafio 47

ZANGADO estava Miguel, seu GRANDE RIVAL BÁRBARO ganhara o PRIMEIRO
prémio (um JAGUAR e QUATRO URSOS), num concurso IMPOSSÍVEL.
Agora, em volta de Miguel, estava um XAILE e reinava uma OCULTA e MÍSTICA ATRAPALHAÇÃO.
Miguel olha para o DEDO e vê uma mosca VAREJEIRA. HESITA e pensa que haverá um CRIME e ele ficará FALIDO. De repente, leva uma LAMPARINA e fica ESPICAÇADO de SOLIDÃO.
Para TERMINAR, Miguel vê uma NOTA de quinhentos euros. Apanha-a e sorri...
João Mendonça, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias!


Leonor Coelho ― desafio 47

Ali vinha o meu rival, no seu Jaguar, embrulhado num xaile. Urso mais rico não há! Onde irá buscar tantas notas?
Com grande atrapalhação e hesitação, a minha primeira reação foi ocultar-me. Impossível! Olhou-me zangado, de olhar místico e bárbaro
Dias depois, soube que tinha cometido vários crimes e deixado marcas dos dedos. Terminou preso, na solidão, falido, entre quatro paredes e com uma mosca varejeira a chateá-lo. Sempre a espicaçar, ainda levou um par de lamparinas!
Leonor Coelho, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias!


Maria Jesus ― desafio 47

No parque via-se uma grande atrapalhação longe de terminar. Ocorreu um crime místico. Farto da solidão e sem hesitação, um homem bárbaro assaltou um Jaguar que estava no primeiro de quatro lugares, para roubar um urso oculto no banco traseiro. O polícia, zangado, deu-lhe uma lamparina. De dedo no ar, continuava-o a espicaçar. Parecia impossível, era o carro da velha do xaile, que matava varejeiras. Tinha uma nota preta, mas a rival roubou-a e ela tinha falido.
Maria Jesus, 6.º A, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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Mário Madeira ― desafio RS 47

Num dia muito chuvoso estava eu a terminar o meu crime quando encontrei um bárbaro místico. Ele era grande e estava zangado com um jaguar, uma varejeira e um urso. Cada um levou uma lamparina de solidão. Era impossível escapar àquele raio.         Também era uma hesitação ver o seu dedo oculto, pequeno e estranho. Os meus quatro rivais estavam numa atrapalhação. O primeiro usava um xaile, o segundo só espicaçava o que estava falido (nem uma nota).
Mário Madeira, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
Desafio RS nº 47 – 23 palavras obrigatórias!


Marta Gago ― desafio RS 47


Um advogado muito atrapalhado, tinha falido a sua empresa e ainda tinha agredido, com uma grande lamparina mística e os seus dedos hesitantes, o seu rival, o bárbaro que o espicaçara por causa de uma notaCrimeImpossível! Só tinha o seu carro jaguar e os seus quatro animais de estimação: os ursos e a varejeira que estavam todos zangados por causa do primeiro xaile do advogado.
O advogado permaneceu oculto: tinha terminado a sua vida solitário.
Marta Gago, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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Mariana Graça ― desafio 47

O Carlos foi ao jardim e roubou quatro ursos. O primeiro mordeu-lhe o dedo, o segundo deu-lhe uma lamparina, o outro era bárbaro por ter cometido um crime e o último roubou-lhe uma nota e ele ficou falido e disse:
Impossível! Tenho de terminar . Então enrolou-os com um xaile varejento e oculto. O Carlos com grande hesitação e atrapalhação ficou em solidão. Era místico aquele rival jaguar espicaçado que levou os ursos zangados para o zoo.
Mariana Graça, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
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Patrícia Carvalho ― desafio RS 47

Era uma vez um bárbaro muito atrapalhado, tinha terminado o seu primeiro grande crime quase impossível, até tinha perdido quatro dedos.
Assaltou a loja rival chamada “O jaguar místico”. Lá vendia-se xailes. A dona da loja era como uma varejeira, até espicaçava.
Certo dia, o bárbaro estava falido, sem nenhuma nota.
Ele ia andando na rua oculta, ia e havia um beco. Ele, sem hesitar, acendeu a lamparina e zangado enfrentou o urso que lá estava.
Patrícia Carvalho, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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Matilde Mendonça ― desafio RS 47

Mas que grande atrapalhação, estão só a zangar-se! Parece que cometi um crime bárbaro: não comprei o urso e o jaguar, para a minha irmã de quatro anos. Ou melhor, perdi a nota que eles me deram e estava falida.
Sem hesitar, fugi e na solidão terminei os meus deveres. Apareceu uma varejeira mística. Estava oculta na lamparina. Primeiro acertei-lhe com o xaile, mas a minha rival espicaçou-me e picou-me no dedo. Parecia impossível, tudo corria mal!
Matilde Mendonça, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
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Pedro Pereira ― desafio RS 47

Um Bárbaro treinado para caçar, tentou apanhar primeiro um grande urso e quatro jaguares. O seu rival, Bob, chegou primeiro e matou-os. O Bárbaro teve uma grande hesitação e com atrapalhação caiu ao rio. Ele teve uma zanga com o Bob e, apontando o dedo, prometeu vingança.
Na sua solidão, à luz da lamparina, pois estava falido, ele pensou no crime impossível.
Bob continuava a espicaçá-lo. Bárbaro ofereceu-lhe um místico xaile, com uma varejeira oculta e… matou-o.
Pedro Pereira, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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Miguel Gonçalves ― desafio RS 47

Era uma vez um bárbaro falido que tinha grande coração.
Um dia viu um jaguar oculto cheio de solidão que terminava o crime.
O bárbaro tirava nota atrapalhado.
Mas não era só um, também uma mosca varejeira zangada a dar lamparinas para fugir.
A espicaçar um urso de quatro metros, atrapalhar o rival.
Impossível diz o bárbaro.
O carro para e são presos com um xaile e em primeiro dedo o urso sem hesitar é
Urso místico.
Miguel Gonçalves, 6ºA, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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Rodrigo Peres ― desafio RS 47

No primeiro dia de janeiro o urso Jaguar cometeu um bárbaro crime. Matou a mosca varejeira com o seu místico grande dedo. Ela gostava de espicaçar o seu rival. Era impossível ficar na solidão do seu oculto buraco. Quatro dias seguidos a torturar, aquilo tinha de terminar. À luz da lamparina enrolado no xaile tomava nota de como acabar com a zanga entre eles. Ele estava falido, nada tinha a perder, com alguma hesitação e atrapalhação matou-a.
Rodrigo Peres, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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Tomás Redondo ― desafio RS 47

Havia um urso trapalhão, que era bárbaro. Tinha um amigo, o jaguar, que não estava falido pois tinha feito um grande crime: roubou a nota preciosa da sua rival varejeira com os seus dedos místicos e ocultos por um xaile.
A varejeira estava a espicaçá-lo. O impossível aconteceu: um anão primeiro deu-lhe quatro lamparinas e a mosca hesitou para não lhe dar uma picada.
Viveram zangados para sempre, terminaram na solidão, o jaguar e o urso trapalhão.
Tomás Redondo, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Prof.ª Cândida Vieira
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