28/05/18

Beatriz ― desafio 135


Encontrei um cão mesmo bonito! Levei-o para casa, mas como tinha uma reunião, tive de sair. Quando voltei, todo o trabalho que eu tinha para fazer estava feito. Tinha a cama feita, o peixe frito e o cão a olhar com um grande sorriso. Fui para a sala e dei um grito, estava tudo a brilhar. Depois fui almoçar, peguei num palito e comi o peixe. O peixe estava perfeito. Esta história passou a ser um mito.
Beatriz, 6º A, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 135 – 7 palavras com ITO

Sofia ― desafio 126

Entrei no “Take-away”. Havia arroz com feijão e arroz de marisco. Senti-me intermitente. Não sei o que escolher… Levo os dois, assim há mais comida para mim!
Entrei na loja de roupa, fui para a parte dos macacões. Gostei do florido e do azul-turquesa. Senti-me indecisa. Não sei qual escolho… Levo os dois, aliás, eles estão em promoção!
Estou sempre a sentir-me intermitente. Nunca sei o que escolher.
Bem, assim pelo menos fico sempre com os dois!
Sofia, 6º A, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 126 – sentia-se intermitente

Catarina ― desafio RS 19


Nada mais fácil do que pedir respostas, não só na escola, também nos problemas da vida pessoal.
Temos sempre os verdadeiros amigos e a família a apoiar-nos nas nossas decisões, sejam certas ou erradas.
A minha professora de português está sempre a falar nisso.
É muito mais fácil ter um pequeno ser a dizer-nos como e o que fazer.
Mas na realidade, essa tal ser não existe temos de ser nós próprios a enfrentá-los,nada mais difícil. 
Catarina, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio RS nº 19 – começando em Nada mais fácil e terminando em Nada mais difícil

Iara ― desafio RS 19


Nada mais fácil que começar um dia com um óptimo pequeno-almoço, seria o seu primeiro dia de escola da Joaninha, estava muito nervosa sempre teve aulas em casa não está habituada a estar com meninos como ela…
Ela tinha voltado desgostosa.
Não comia, não brincava, ficava simplesmente a ver os pássaros a voar e a lamuriar-se em alemão.
Eu descobri que tocaram , falei com a professora e não haveria nada mais difícil do que o fazer.
Iara, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio RS nº 19 – começando em Nada mais fácil e terminando em Nada mais difícil

Flávia ― desafio RS 19


Nada mais fácil, pensarmos que somos incríveis pessoas especiais, temos orgulho em nos próprios não podemos sentir que estamos presos temos e voar mais alto que conseguirmos temos de sentir que estamos livres. Temos que corrigir e pensar antes de agir. Todos erramos no presente, mas no futuro mudamos. Todos somos iguais?  Não à comparação. Sejam pensativos ou imaginativos!  Todos são inteligentes. Os erros só existem dentro de nós. Somos ser vivos! Podemos mudar?  Nada mais difícil.     
Flávia, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio RS nº 19 – começando em Nada mais fácil e terminando em Nada mais difícil

Salomé ― desafio 133


Corria-me tudo mal! Não conseguia sequer pensar! Estava perdida. Pensei em mudar, pensei que já que estava mal, só melhoraria.
Fizeram-me uma proposta: disseram que a minha vida ia melhorar 100%! Fui atrás da conversa. Acreditei e fui trabalhar para um lugar que diziam que era fantástico, mas…
Não dava! Não estava a resultar! Fiz uma má escolha, foi como cair num monte de silvas.
Salomé, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio nº 133 ― cair nas silvas

Gonçalo ― desafio 134


Chegou demasiado tarde. O comboio não esperara por si.
― Como é que vou chegar ao casamento da minha irmã?! ― interrogava-se Tesla desesperadamente.
― Podes ir no próximo ― dizia Einstein tentando ajudar.
Nunca iria chegar a tempo do casamento, o próximo comboio só partia às 10:00 e eram 08:30.
Passada meia hora, Tesla teve uma ideia.
― Posso ir no comboio do Nicholas! ― dizia, entusiasmado por ter encontrado uma solução. ― Ele roubou-te uma ideia e tu roubas-lhe aquela lata velha. 
Gonçalo, 6º A, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 134 ― «Chegou atrasado…»

Martim ― desafio RS 19


Nada mais fácil do que o tempo estar sempre a parar, ou a rebobinar? , pensava Agostinho bebendo vinho. Vivemos num cubo? Uma esfera? Uma pirâmide? São tantas perguntas que não sei como começar. Será que isto é real ou apenas uma ilusão? Estamos vivos? Mortos? Não sei, ninguém sabe, ou talvez não. Perguntava Agostinho sem saber que, na verdade, era apenas um texto escolar como qualquer outro. será que tinha  conseguido. Nada mais difícil que isso.
Martim, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio RS nº 19 – começando em Nada mais fácil e terminando em Nada mais difícil

Luciana ― desafio 125


Num dia ensolarado, andava Cármen no jardim muito descontraída com a iguana Mina, era chegadíssima a ela por isso contava histórias de infância.
Animadíssima disse:
― Hoje vou contar a vez em que fui bombeira por um dia.
Foi assim: Estava no jardim com os meus pais  a fazer um churrasco, quando este deixou cair um fósforo na relva, corri como um flash, em direção ao extintor, senti-me intermitente e por aí acabou o meu dia heroico.
Luciana, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio nº 125 – tornado no jardim

Rafael ― desafio 134


Chegou demasiado tarde. Rafael vai levar falta. Não vai esperar para lhe dizerem o que é o trabalho. Saiu foi para o recreio e brincou.
Regressou à sala e começou a retirar os livros. Mais tarde, a professora iniciou a marcação dos trabalhos de casa. Apeteceu-lhe voltar a jogar futebol com seus amigos. E foi, sem se esquecer da senha para almoçar. O dia parecia nunca terminar decidiu entrar, abrir os livros e procurar o que trabalhar.
Rafael, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio nº 134 ― «Chegou atrasado…»

Íris ― desafio 125

Estava um dia muito quente de verão, decidi finalmente dar um passeio ao jardim quando um grande tornado veio na minha direção. Estava confusa era verão! Comecei a correr, parecia que não saía do mesmo lugar. O tornado estava cada vez mais forte, estava muito assustada, quando me apanhou fechei os olhos de tanto medo, ganhei coragem para os abrir, vi uma coisa magnífica…Um tigre voador e riscado. Não percam o próximo episódio que eu também não.
Íris, 6º M Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio nº 125 – tornado no jardim

27/05/18

Constantino Mendes Alves ― desafio 103


Chorava, gritava, explodia, nada mais havia a fazer. Aquela paixão submetida ao ódio, porque persistia? Se tivesse evitado o seu primeiro olhar, os seus beijos cheios, a dádiva do seu corpo à paixão sexual desenfreada…O amor requer sensatez, admiração, confiança, desejo… Mas aquele cavalo de fogo, o que era? Como? Porquê?
Agora, restava a brasa que iria tornar-se cicatriz. Talvez um luto profundo descobrisse um chão por onde caminhasse amanhã. Aquela menina fugiu no mundo, ficava a mulher.
Constantino Mendes Alves, 59 anos, Leiria
Desafio nº 103 – 3 frases impostas por ordem

Admar e Ermelinda ― desafio 16


São Tomé e Príncipe são duas ilhas de origem vulcânica de um verde exuberante.
Este país de sonho tem um potencial turístico a desenvolver.
As pessoas, acolhedoras e alegres, são todavia pobres, alimentando-se essencialmente de arroz importado.
Se a terra fosse pobre, seriámos todos pró-activos, porque teríamos de lutar pela subsistência.
Apesar da terra fértil, vivemos num país onde se trabalha para sobreviver, sem tempo para passear.
E assim continua o país adiado, esperando sair do buraco.
Admar e Ermelinda, Licenciatura em Língua Portuguesa, 4.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto

Fidel, Damil e Edvaldo ― desafio 16


São Tomé e Príncipe é um país situado no Golfo da Guiné, terra de cacau e de café, onde o verde da vegetação impera, a fauna é rica e o povo acolhedor.
Somos trabalhadores persistentes, incansáveis na luta pelo desenvolvimento do país e preservação da cultura. Somos também perseverantes na esperança, pedindo ao Senhor todo-poderoso protecção e que abençoe e dê sustento a todo o povo do país. Somos todos primos, somos todos patriotas, bamu zunta móm.
(vamos dar as mãos).
Fidel, Damil e Edvaldo, Licenciatura em Língua Portuguesa, 4.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto

Inercia e Felício ― desafio 16


São Tomé e Príncipe é um arquipélago com nome santo, tendo por isso uma festa que se realiza sempre todos os princípios do mês de Dezembro.
Para se tornar potencialmente atraente para os turistas, é necessário que todo o povo colabore, mostrando as suas tradições prolixas e a sua arte de receber os visitantes.
Sabemos que temos de procurar formas para que o nosso país cresça.
E seguir todos os países que estão em vias de desenvolvimento.
Inercia e Felício, Licenciatura em Língua Portuguesa, 3.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto

Alcides, Kirilenho e Wilson ― desafio 16


São Tomé e Príncipe é um pequeno país insular situado no golfo da Guiné.
As suas tradições possibilitam a compreensão do seu povo, o qual afirma orgulhosamente “somos todos parentes”.
As condições climatéricas das ilhas originam a sua tonalidade pujante: safu, tamarindo e pêssego vestem-se de cores garridas. Sêlêlê, tluqui-sun-deçu ou papagaio, com as suas plumagens vistosas, entoam lindas melodias 
A simplicidade, ternura e passividade dos são-tomenses modelaram um povo acolhedor, sempre pronto a fazer novas amizades.
Alcides, Kirilenho e Wilson, Licenciatura em Língua Portuguesa, 3.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto

Octávia, Cintya e Abílio ― desafio 16


São Tomé e Príncipe é um pequeno país, situado na costa ocidental do continente africano, no golfo da Guiné, banhado pelo Oceano Atlântico.
Por ser tão pequeno, “somos tomos primos” é uma designação comummente utilizada pelos são-tomenses deste território promissor.
O senhor Tomé, português, contribuiu para o desenvolvimento desta terra e o seu homónimo, o santo Tomé, é padroeiro celebrado pelos católicos. 
Durante esta celebração, o povo canta e dança, vendo e ouvindo Sangazuza, Tchiloli e Puíta.
Octávia, Cintya e Abílio, Licenciatura em Língua Portuguesa, 3.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto

Hilária ― desafio RS 39


Quem é ele?
Eu quero-o…
Sim, quero….
Desejo tê-lo comigo,
Porque ele é terno,
Sofredor e puro.
É sem ciúmes;
É sem orgulho.
Quem o tem
Vive feliz!
Com um sorriso começou,
Veio sem pedir….
Perseverou, quem o esquece?
Sempre voluptuoso,
Sempre imprescindível,
Ninguém consegue entendê-lo,
Pois é sofredor e puro.
Porque ele é terno,
Desejo tê-lo comigo.
É sem ciúmes;
É sem orgulho.
Bendito é quem o frui,
Mesmo sendo ele um mistério.
Vem! Surge!
Espero-te…
Hilária, Licenciatura em Língua Portuguesa, 4.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio RS nº 39 – história de amor sem A!

Maiquel e Maria de Lurdes ― desafio RS 39


Ser cúmplice um do outro
Ser consolo mútuo
Viver um eterno sentimento de se querer bem
É ser feliz.

Ser feliz pode ser gozo ou gosto.
Gosto límpido e perene, símbolo visível
do sentimento profundo que vem de dentro.

O sentido de ser feliz revive-se
no desejo expresso por emoções,
nos sorrisos que crescem e enternecem.

Tormento é o desconcerto de sentimentos
Minúsculos e breves.
E o querer pouco, preso por juízos,
Que dispersou o querer bem.
Maiquel e Maria, Licenciatura em Língua Portuguesa, 4.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio RS nº 39 – história de amor sem A!

Acleide e Jusineida ― desafio 16


São Tomé e Príncipe é um país insular, com ilhas maravilhosas e belas paisagens, sempre tropical, pois chove torrencialmente, em especial, no sul.
Significando o turismo potencial económico e de desenvolvimento, terá de ser estimulado.
O país socialmente tem pouco capital humano, mas a sociedade é trabalhadora, produtiva, acolhedora e humilde.
O salário total não permite condições de vida razoáveis, mas a sociedade, tatuada pelo paludismo nos primeiros anos da independência, já quase conseguiu vencer o flagelo.
Acleide e Jusineida, Licenciatura em Língua Portuguesa, 3.º ano, Instituto Superior Politécnico (ISP) – Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), prof Lurdes Ferreira
Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto