30/07/13

A minha gatinha

A minha querida gatinha
De olhos azuis, toda branquinha
Minha querida companheira
Uma amiga, boa e verdadeira
Tenho por ela tanta afeição
Que a trago no coração
E não me vejo sem ela
Minha gatinha tão bela
Quando para o meu colo vem
A dormir e a rosnar
A mim faz-me tanto bem
Canto-lhe canções de embalar
Ela é a minha gatinha
Eu sou a sua mãezinha
Perdoem não é exagero,
Gosto dela e muito lhe quero

Maria Silvéria dos Mártires, 67 anos, Lisboa

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