21/07/13

O adeus

Aquele sorriso contagiante enchia-me a alma, ninguém ficava indiferente àquela boa disposição, de mim roubava-me sempre uma gargalhada. Com muita pena nossa, fomos obrigados a separar-nos, mas o brilho, o fogo que seus olhos me transmitiam, guardei-os comigo, para me aquecerem nas noites de inverno em que o frio e a falta de uma companhia se faz sentir mais, e também para atenuarem um pouco as saudades do meu amor que teve de dizer adeus, a Portugal.

Maria Silvéria dos Mártires, 67 anos, Lisboa

Desafio nº 16 – uma palavra que define todo o texto

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