29/11/13

Andarilho na multidão

Estava na inquietude da minha vida
Descansando na luminosidade do cotidiano
Quando o contra tempo  de repente se fechou
brisa açoitou a tarde levantando nossos alicerces
O céu foi o infinito, não ficou pedra sobre pedra
bonança foi o teto que cobriu meu desespero
Você decretou minha indecisão, a solidão
E na minha alma carente plantastes  uma resposta
E na resignação, sublimei minha existência sou andarilho na multidão
E com toda arrogância lhe peço pão!

Ângela Maria Green, 56 anos, Novo Horizonte, estado de São Paulo, Brasil

Desafio nº 55 – reescrevendo um texto com contrários

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