Gonçalo nunca fora gaiato de grandes amores, era gentleman do género “colibri”, galanteio aqui, galanteio acolá… Um galã perfeito, sem gafes apontadas na grandiosa arte de galantear.
Anos passam, grisalhas madeixas, de glamour perfumadas, são glórias do esplendor garboso de outrora. Gonçalo eterniza a geração da “brilhantina”, gestos de requinte genuínos saúdam glamorosamente cada mulher, gorando qualquer atrevimento grosseiro ou gingão.
Ele é glacé, elas, a ginja vermelha num gelado de baunilha glaciar ávida de galanice gourmet.
Paula Maria Inverno, 45 anos, Torres Novas
Desafio nº 57 – palavras começadas por G em todo o texto, estando entre
cada palavra com G, poderá haver até três palavras livres
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