Gumersinda
sentou-se numa das quatro cadeiras
vazias do teatro quando a dor atroz da perna direita atacou
ferozmente. Desde que fora atropelada
que tinha dores constantes. Era penas uma sombra da matrona que fora outros tempos.
Os
patrões também estavam ali e atrofiou quando meteram conversa com
ela sobre o alcatroamento da rua e
sobre os pedidos de patrocínios para
as festas. Não esperava este atropelo
psicológico... o seu patrono devia
de estar ofendido com ela, só podia!
Carla
Silva, 41 anos, Barbacena, Elvas
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