No princípio era o
silêncio numa concha deixada esquecida no fundo do Mar.
Depois, o fôlego dos
corais a cintilar
E nos ângulos das ondas
Nas rectas das marítimas
sondas
Surgem as gaivotas a
conversar;
E transportado o tempo
pelo vento
Mais um desafio para
olharmos o navio.
E na erosão do invisível
Eis que surge o desafio
cem
Mostrando que é possível
Escrever e ir mais além
E foi por isso que se
escreveram estas
palavras!
Ana Mafalda, 45 anos, Lisboa
Desafio nº 100
– «e foi por isso que me escrevi»
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