01 março 2016

Poesia oculta

Aterrava-me... Tentava esconder, mas poderia o sábio amanhecer tremer em mares poéticos? Oh! Sapateava, Ana, triste e medonha... Padecia o sapato a tempestade. Em momentos, percebia o significado... amizade... termo esse mendigado por obscenidade sedutora alistando, temo eu manifestar, pobres oscilações severas: todas estendidas maravilhosamente por oceanos sagrados ancorando tempestades estudadas e mapas prontificados. O Sérgio amava-a... temia eu mudanças.... Poderíamos obtusamente ser amigas? Tanto esperei... Mandavam-me poesia oculta. Saudava apertadamente, tudo escrito... Mandara-me: pois. 
Orgulhosamente, selei.

Catarina Conde, 16 anos, Seixal

Desafio nº 104 – letras obrigatórias: A T E M P O S

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