A Inês olhava para a mãe.
O pai olhava para as duas.
A mãe, num papel, assinalava, com cores, as aulas e tarefas da Inês.
A Inês pensou que havia ali demasiado azul, mesmo sendo a sua cor preferida...
– Não gostas, Inês?
– Não sei o que é este azul, mas é muito tempo nisso...
– Inês, esse azul é um direito teu.
– Que direito?...
– O teu direito de brincar!
Então, a Inês abraçou-os e disse-lhes:
– Adoro este azul!
Paula Tomé, 44 anos, Sintra
O pai olhava para as duas.
A mãe, num papel, assinalava, com cores, as aulas e tarefas da Inês.
A Inês pensou que havia ali demasiado azul, mesmo sendo a sua cor preferida...
– Não gostas, Inês?
– Não sei o que é este azul, mas é muito tempo nisso...
– Inês, esse azul é um direito teu.
– Que direito?...
– O teu direito de brincar!
Então, a Inês abraçou-os e disse-lhes:
– Adoro este azul!
Paula Tomé, 44 anos, Sintra
Desafio
Escritiva nº 14 – direitos da criança
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