06 agosto 2018

Ricardo Guerra ― sem desafio


CALMA TÉPIDA, ÁGUA MORNA
Há calma tépida, qual água morna
Que jamais me abandona
Em que a turbulência sorna,
Qual noite feliz de Madona

…Neste amor de 77
Palavras e sentimentos, 
Que sempre me derrete,
Que canto aos sete ventos!

É que são curtos estes versos
Mas infinito o seu sabor:
São eternos universos
Iluminados de vigor!

Escrevo-te um poema, portanto,
Presenteio a tua luz na minha alma
A ti, que me emprenhas o canto 
Que és água morna, tépida calma!
Ricardo Guerra, 16 anos, Gaia

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