Calma que esconde o caos para lá da superfície. O caos que gera vida, o dos peixes que dançam no propósito que os guia, e o das algas e plantas que se juntam à dança em alegria. Quem diria que tanto caos aqui residia. Todavia, o caos pode assustar aqueles que não têm rumo para os guiar. Na luz refletida no sal do mar, prefiro ficar, como o barco que flutua à espera de voltar a pescar.
Beatriz Pinto, 21 anos, Almada
Desafio nº 231 – fotografia como inspiração
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