O que estou a escrever para as pessoas pretende sempre que as leiam, no pensamento, à emoção, na escrita que apresenta como uma forma de poder falar do mundo, das pessoas, da política, da sociedade, das suas injustiças, das histórias de coragem, de perda do sonho, da realidade, e da intimidade dos dias, há palavras que nos beijam, como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, de imenso amor para dar internamente, de esperança louca.
Filipa Rocha, 7ºD, AE Gaia Nascente
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