Sentada num banco de jardim, de mãos dadas com a solidão dos seus dias, lembra os tempos em que viajar era permitido e em que deambular pelas ruas da cidade era um prazer indizível. No banco, a seu lado, esquecido por instantes, vislumbra, através das pálpebras semicerradas, algo que lhe espicaça a imaginação e lhe rasga um sorriso. Pega-lhe com a certeza de que a cultura de que precisa está naquele livro e então, abandona-se à leitura!
Maria Ana Mendes, 61 anos, Viana do Castelo
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