Por vezes, acompanhada pela luz fraca de um singelo candeeiro, abro a janela do meu quarto e, com a cabeça pousada nas mãos, observo a beleza única da lua. Esta nem sempre está acompanhada pelas estrelas, mas, quando isso acontece, sinto-me aconchegada por um abrigo que, por elas, é criado. Já me guardaram lágrimas, já colheram gargalhadas e até já ouviram a minha voz, no entanto, independentemente do que tenha para lhes dar, recebem-no sempre com carinho.
Maria Miguel P, 12.ºA, Colégio de Amorim, Póvoa de Varzim
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