14 julho 2015

Beleza ímpar

Beleza ímpar daquele entardecer! Entardecer onde o sol aprimorava a beleza que desenhava. Desenhava todas as tonalidades do vermelho e amarelo, numa dança inebriante. Inebriante no poder de nos transportar para lá de cada um. Cada um, a seu jeito, sentia-o. Sentia-o na alma, no corpo que se acomodava àquele fulguroso final. Final que marcava o início do prateado luar que convidava a sonhar, a mergulhar no âmago da nossa alma. Alma perdida, reencontrada naquela beleza ímpar.

Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

Desafio nº 63 – fim de cada frase é igual ao início da próxima…

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