08/10/12

A tartaruga Amélia


Amélia era barulhenta, não conseguia dormir. Esgravatava fortemente, chateando muita gente. Hoje, com tal irritação, quase a atirei janela fora, linda coisa seria…Mas não! Optei tranquilizar-me que querida é. Raça, safada da tartaruga, UUUI! Outra vez! Xiii, nem uma zebra é assim! Zangada, virei o xadrez e varri ultrapassando todos os seres retidos que podiam ocasionalmente estar no meu caminho. Logo, jurei que iria, a partir de hoje gozar com felicidade este dia com a barulhenta  Amélia.
                                                                           
Maria Francisca Boaventura – Marinha Grande (8º ano, professora Isabel Palmela)