24/06/13

Aos meus amigos

São letras, só letras! Às vezes olhares, ligeiros trejeitos de lábios, toques disfarçados: e a amizade está lá! Gestos repletos de cumplicidade, sorrisos sem sentido… de tudo, ou de nada; alegria das pequenas vitórias, desapontamento das duras derrotas; a lembrança da ausência. As palavras nunca doem, nunca amargam,… reconfortam sempre. O perdão não gagueja, nem se engole. Sem egoísmo, nem gratidão, apenas satisfação ou sofrimento, lado a lado, corram lá os ventos que correrem, de onde correrem.

Maria José Castro, 53 anos, Azeitão


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