Depois do fim é tempo de eterno
recomeço. O dele, chegou depois do adeus.
Memórias surgem-lhe como cenas num
filme.
Na rádio, falava-se em golpe de estado.
Na televisão, os personagens vestiam farda. Em casa, a vida ficou suspensa… O
ministro rendeu-se, o regime morreu. Uma espingarda floriu vermelho.
Segurava a mão da mãe com força. Os
portões abriram-se. A prisão gritava liberdade. O pai corria para eles. Não o
abraçava ia p’ra três anos.
Era Abril.
Obrigada Margarida por postar aqui minha participação! bjs,
ResponderEliminarAnne, mas a sua participação tem um post próprio, certo? :) Um beijinho
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