No horizonte vislumbrei o Sol, que dizia que sentia Asfixia, imaginando só ter uma Réstia, de vida e ficava Pasmado, como se já tivesse Finalizado, e tudo fosse uma Idiotice e só servisse para Arquivo. E imaginava-se dentro duma Gaveta, sentia um aperto na Garganta. Um certo amargo e Azedume e assim se deixava Ficar. Mas logo manhãzinha o Rio acordava-o e sussurrava-lhe ao
ouvido: És tu sol que nasces para todos, nos iluminas aqueces e fascinas.
Maria
Silvéria dos Mártires, 70 anos, Lisboa
Desafio
nº 128 –
12 palavras com 4 no meio
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