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02/07/19

Assunção Novais ― desafio 128

Tinha a ilusão de ficar mais liberta de papelada, asfixiada de trabalho tenho andado, finalizando aos poucos tarefas pendentes.
Réstia de esperança quando o Sol espreita, logo pela manhã.
Pasmada me sinto, com o azedume que vejo em redor.
Um passeio pelo rio, utopia neste momento, parece idiotice.
Respiro fundo, hidrato a garganta, recomeço a abrir a gaveta dos documentos mais urgentes. Arquivado tudo o que restava, agora sim, finalmente a um passo das tão merecidas férias.
Assunção Novais, 54 anos, Vila Nova de Gai
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

14/11/18

Elisabete Anastácio ― desafio 128

Lá fora brilhava o sol. Ao fundo, corria o rio, indiferente ao seu profundo azedume e à espécie de asfixia que sentia na sua garganta. “Não haveria nem uma réstia de esperança?”, pensou, enquanto, pasmada e desnorteada, abria a gaveta, na qual pensava ter arquivado tudo o que tinha ficado para trás daquela tremenda idiotice que, infelizmente, não tinha finalizado como tão ardentemente ansiara. Novo dia, nova página, olhar para cima, seguir em frente. Ora que mais?
Elisabete Anastácio, 56 anos, Setúbal
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

30/05/18

Fátima Fradique ― desafio 128


Tinha colocado tudo na gaveta. Atirei a chave ao rio. A minha mente tinha arquivado o assunto. Ele não! Idiotice! Sentia um nó na garganta. Agora, tinha apenas uma réstia de esperança. Ver o sol nascer de novo sem azedumes. Esquecer. Ele insistia em ficar. Eu, na sua partida.Pasmado não entendia que estava finalizado. Insistir era a minha asfixia. Para esquecer, a separação. Separados, o assunto cairia no esquecimento e poderia viver uma falsa culpa inocência.
Fátima Fradique, 44 anos, Fundão
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

29/05/18

Mário - desafio 128

Num dia de muito Sol, estava a observar o rio. Deparei-me muito incrédulo e pasmado com os peixes em asfixia, pois só havia uma réstia de água. Zé António Azedume achou que seria uma idiotice consultar o que estava arquivado nas maiores das maiores gavetas do mundo. Podendo assim ficar a conhecer o Senhor Garganta que iria dar por finalizado o segredo sobre a falta de água, no caudal, que corria desde a nascente até à foz.
Mário, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

27/02/18

Constantino Mendes Alves ― desafio 128

Apagou o cigarro maldito. Finalizado, o relatório segue em arquivado e vai para a gaveta. Mais tarde deixar-lhe-ia uma réstia de qualquer coisa como azedume. Abriu a janela, o sol queimou-o e deixou-lhe a garganta seca, trouxe-lhe agora uma asfixia súbita e começou a ficar apreensivo, de novo completamente pasmado com os factos relatados. Idiotice! Crime não comprovado. Raul Rio, mais uma vez à solta, livre como um passarinho, sorriu azedo, disse baixinho, o crime não compensa.
Constantino Mendes Alves, 59 anos, Leiria
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

16/01/18

Marta Gago ― desafio 128

Num dia de muito sol, encontrei na minha bonita gaveta, papéis estranhos, esquisitos, estavam arquivados. Olhei bem para aquilo pasmada, não podia ser uma idiotice! Saí e com uma réstia de esperança, não vi rio nenhum, fiquei com um azedume. Já com os TPCS finalizados, vi uma linda pessoa ficar com a sua preciosa garganta inflamada, quase ficava com asfixia.
Fui tentar ajudá-la mas ao pé do rio o vento soprava tão forte que parecia um tornado…
Marta Gago, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


Mariana Gomes ― desafio 128

O João abriu a gaveta do armário e ficou pasmado com o seu grande arquivo de roupa onde ficou réstia dele, e onde a garganta dele ficava com muito azedume ao lindo pôr do sol e o seu irmão asfixiado.
 Os seus pais vão ficar muito tristes com sua idiotice.
 E depois ficaram no rio grande e felizes com o seu jeito de ser e com a sua grande família de malucos e idiotas a apanhar conquilhas.
Mariana Gomes, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


15/01/18

Pedro Pereira ― desafio 128

Estava eu a olhar pasmado para a brilhante cidade Rio de Janeiro. Eu quero ficar lá a bronzear ao sol. Este mês já está finalizado. A folha está na gaveta, ela ainda não está arquivada. A Maria continua com garganta inflamada, parece que ela asfixia, mas o feitio continua: azedume, disse coisas cheias de idiotice. O desejo era uma réstia de esperança. A cidade está cada vez mais bela, o azul do mar parece um enorme topázio.
Pedro Pereira, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

Mário Madeira ― desafio 128

Num dia de muito Sol, estava a observar o rio. Deparei-me muito incrédulo e pasmado com os peixes em asfixia, pois só havia uma réstia de água. Zé António Azedume achou que seria uma idiotice consultar o que estava arquivado nas maiores das maiores gavetas do mundo. Podendo assim ficar a conhecer o Senhor Garganta que iria dar por finalizado o segredo sobre a falta de água, no caudal, que corria desde a nascente até à foz.
Mário Madeira, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

Ana Pegado ― desafio 128

No último dia livre fiquei no quarto. Farta de idiotice, guardei o texto na gaveta e passou a estar arquivado para sempre. Não estava finalizado, mas pouco importa. Estava pasmada com tanta falta de sol naquela terra. Tanta pressão asfixia-me, sinto um nó na garganta, mas finalmente sinto uma réstia de esperança. Pareço um rio cujas águas presas num dique se acumulam, fazem força levando-o a rebentar. E aí, finalmente serei livre e seguirei o meu curso.
Ana Pegado, 31 anos, Lisboa
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio

Patrícia Carvalho ― desafio 128

Nos dias de praia, ficava com um cheiro a azedume, até fritava ovos naquele sol, precisava de pôr a réstia do protetor, que estava finalizado. Tanta brincadeira, era uma idiotice. Até fiquei com a garganta arranhada, precisava de um rio, se não ainda morria asfixiada. Chegando a casa fui arquivar papéis e desenhos numa gaveta. Na praia eu mergulho muito, faço desenhos e brinco com a minha irmã e jogo futebol e raquetes com o meu pai.
Patrícia Carvalho, 6ºB, 11 anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


Margarida Sousa ― desafio 128

Num lindo dia de sol, o Rafael foi ao rio Guadiana. Antes foi à gaveta buscar a câmara fotográfica. Pasmado estava um homem: podia ficar ali, mas deu-lhe um azedume forte na sua profunda garganta por ver a terrível idiotice doutros homens que jogavam réstias de comida provocando a asfixia dos pobres indefesos peixes.
Finalizado estava o dia, mas arquivado ficou o processo levantado a partir da queixa que fez à guarda.
Rafael registou todos os momentos…
Margarida Sousa, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


14/01/18

Vasco Barros ― desafio 128

Num forte dia de sol estava o Joaquim a arquivar papéis importantes na sua gaveta. Com o arquivo já finalizado, decide ir ao grande rio. Ao chegar ao rio, fica muito, mas mesmo muito pasmado: só restava uma pequena réstia de água! Parecia uma idiotice! Já com a sua garganta seca, com cheiro a azedume, ficou sem água morrendo asfixiado. Pobre coitado! Pelo menos conseguiu arquivar aqueles papéis importantes e também foi enterrado no seu lugar preferido.
Vasco Barros, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


Gabriel Guerreiro ― desafio 128

Ontem vi uma grande gaveta, lá descobri o meu sol.
Com tanta luz asfixiei, só me faltava uma réstia de sorte.
Sem ver fiquei com um cheiro a azedume foi um momento que arquivou a minha vida.
Fiquei pasmado com a situação. E finalizando vou-vos contar uma grande idiotice: «um cão jogou uma garganta para o tal Tejo.» (rio)
Isto foi um verso que inventei com orgulho, quero que saibam que eu vivi e senti isto tudo.
Gabriel Guerreiro, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
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Érica Augusto ― desafio 128

Era inverno e estava sol, decidi ir até ao rio. Quando lá cheguei fiquei pasmada, os peixes morreram por asfixia. No ar sentia-se o azedume, todos achamos uma grande idiotice.
Fui ver na minha gaveta e encontrei alguns documentos arquivados que me deram uma réstia de esperança. A minha garganta estava seca, tinha que ficar tudo resolvido. Finalmente tinha finalizado o processo e a limpeza do rio estava a ser feita.
Fiquei Feliz! Consegui ajudar o ambiente.
Érica Augusto, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


João Silva ― desafio 128

Num dia de trabalho fiquei com o pensamento no sol que iluminava o lindo rio que passava junto à gaveta, nesta história havia uma réstia de esperança.
De tanta idiotice, só restava ficar no arquivo os meus pensamentos loucos finalizando toda esta sensação de asfixia, ficando com dor de garganta e com cheiro a azedume.
Com esta história fiquei pasmado como é que é possível alguém ter tanta imaginação fazendo um texto quase impossível de se fazer.
João Silva, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


Bernardo Ramirez ― desafio 128

Aquela velha e grande gaveta, guarda um estranho segredo, arquivado.
Segredo esse, que me asfixia, só de pensar fico pasmado, com um nó na garganta, mas com uma grande réstia de esperança!
«Talvez grande idiotice», mas vou tentar para ficar descansado.
E, naquele dia de sol, muito silenciosamente abri a gaveta e senti um enorme azedume, descobri o “segredo do rio”!
Insatisfeito, não dei por finalizada a minha descoberta…vou tentar encontrar o rio, o grande rio desconhecido.
Bernardo Ramirez, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


13/01/18

Nicole Teixeira ― desafio 128

Nessa manhã de inverno, sol não faltava... João Luís, pasmado, achava tudo isto uma idiotice. Assim correu até ao rio, mas reparou que na gaveta deixara a toalha branca. Finalizando, voltou para casa. Com réstia dos alhos fez sopa. Garganta, era a sua preocupação! Azedume era grande numa longa asfixia. COITADO! João Luís quase arquivara o seu passado complicado. Ficara prejudicado desde muito novo, pois tinha de trabalhar como chefe para se alimentar bem melhor. Que vida!
Nicole Teixeira; 11 anos; 6º C; Escola EB 2/3 Prof. Paula Nogueira; Prof.ª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


Raissa Barcelos dos Santos ― desafio 128

A Margarida Fonseca Santos pasmada olhando fixamente para a gaveta que tinha um velho azedume. Quando olhou para o sol lembrou-se que já tinha arquivado todos os azedos. A garganta estava mesmo a ser asfixiada, mas se ela fosse ficar ali seria uma grande idiotice! A única e surpreendente réstia de esperança seria ao rio ir, mas assim seria finalizada a vida. Claro que não seria preciso: ela só teve que deitar fora os velhos, bolorentos arquivos.
Raissa Barcelos dos Santos; 11 anos; 6º C; Escola EB 2/3 Prof. Paula Nogueira; Prof.ª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio


Rodrigo Peres ― desafio 128

Olhando os raios de sol refletidos nas águas do rio, a Maria pensava com azedume no que lhe acontecera. Pasmada, estava a olhar a garganta: quase que morria por asfixia, dias antes. Procurou na gaveta, a pasta onde tinha arquivado os documentos do caso finalizado pela polícia. Teve uma réstia de esperança ainda de ficar sem marcas... Foi uma idiotice pensar assim, pois ao olhar as fotos, via as marcas profundas no seu pescoço. Sorte estar viva!
Rodrigo Peres, 6ºB, 11anos, Olhão, Escola EB 2/3 Professor Paula Nogueira, Profª Cândida Vieira
Desafio nº 128 – 12 palavras com 4 no meio