Eu e o poente
Observo o poente e penso.
Longe, muito longe, um rio.
Perto de mim, um melro.
Observo isto, com todos os meus sentidos e, sozinho, reflito sobre como é
bom ser livre e puro num mundo cheio de controlo e rigor, onde ser diferente é
ser louco.
Como viver com isto? Viver, simplesmente, como os outros. Viver dos clichés.
Viver dos estereótipos. Viver um «hoje» rotineiro.
Neste poente penso como invejo o mundo inconsciente.
Ana Cabeça, 17 anos, Gonçalo Costa, 17 anos, e Rebeca Miguens, 18 anos, 12º CT4, da
Escola Secundária José Saramago-Mafra, prof Teresa Simões
Desafio nº 37
– uma história sem usar a letra A
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