12 fevereiro 2019

Grandes Miúdos de hoje!

Ludmila Faneca sempre viveu no que achava ser um estafermo regime de vida, restrito apenas àquilo que o mar podia dar. Acreditava que a vontade de cimento do seu pai a deixava presa, obstruindo o seu próprio alvedrio.
lamparina que possuía, da sua bisavó, lembrava-lhe o que esta sempre apoiou, ao contrário do seu querido pai: uma vida cheia de concretizações, de sonhos. Tendo isso em mente, seguiu o rumo do tratamento de unhas e vingou.
Sofia P., Escola Secundária José Saramago – Mafra, prof Teresa Simões
Desafio RS nº 17 – Ludmila Faneca

Como estava irritada, a Débora encostou-se nantiga torre amarela lá da escola e acalmou-me.
― Porque estás assim? ― perguntou-me.
― Gozaram comigo…
― Não ligues, eles são parvos!
Pouco depois, voltaram a gozar comigo, mas não liguei. Nessa tarde, procurei a Débora, mas não a encontrei. E fiquei preocupada.
Descobri-a presa numa rede! Estavam a tentar tirá-la, mas não conseguiam. Fui tentar ajudá-la, mas disseram-me que eu não iria conseguir. Afinal, consegui.
A partir daí nunca mais gozaram comigo.
Mafalda S, 6ºC, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

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