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21/06/19

Grandes miúdos em destaque

A porquinha Olívia tinha ervas raras armazenadas
A porquinha Otávia tinha especiarias raras armazenadas
Ambos puseram orégãos tenros e regaram amistosamente
A porquinha Ornela tinha ervas raras armazenadas
A porquinha Orquídea tinha especiarias raras armazenadas
Ambas picaram orégãos tenros e regaram alegremente
As porquinhas oriundas terráqueas, escolheram roubar amistosamente
Aos poucos obtiveram tostas e rúcula altamente
A professora Odalinda tentou explorar rapidamente a
Amizade orquídea, obtida temporariamente e rapidamente absteve-se.
Assim, prontamente oriundas terráqueas eram riscos alegres.
Inês M e Pedro B, 10 anos, EB23 Dr. José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 153 ― frases com APOTERA

O renascer das cinzas
fogo fora devastador e a tristeza habitara naquela incrível aldeia outrora repleta de natureza. Contudo, as pessoas de Portugal meteram mãos ao trabalho. Em pouco tempo, a aldeia mudara completamente. O povo, embora sentisse pena de quem perdera tudo, já tinha um lar harmonioso e, por isso, já se via gente a passear com um sorriso na cara.
O passado não podia atormentar as pessoas. O futuro é que importava e esse trazia esperança e felicidade.
Leonor G, 12 anos, Montijo, prof Aurora Almeirim
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

20/06/19

Grandes miúdos em destaque

A menina de capote
Vou contar-vos, nesta página, a história de uma menina muito linda einteligente que se chama Mariana Missanga.Essa menina gostava muito de andar de capote, e quando ela via umespargo dava um grito.Um dia a Mariana descobriu um funil gigante e decidiu pôr-se a trepar.Mas a Mariana de tão atrapalhada que era, caiu lá para dentro. Elasaiu por uma pequena saída que lá havia e voltou para casa.Final Feliz.Madalena O e Catarina G, 5ºc - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel PatrícioDesafio nº 151 ― palavras com espargo


A Palmira olhou tudo, enquanto ria alegremente.
As palavras odeiam ter erros ruins anormais
Antigamente punham, os tachos encardidos, rio acima.
As pessoas ouvem televisão e rádio alto.
Agora pescam ostras, trutas, enguias, raias aborrecidamente.
As princesas organizam torneios enfadonhos ripando árvores.
Agora podemos, organizadamente, ter esperança, rezando ámen.
A peixeira otimiza tempo, enquanto requisita ajuda.
Alemanha perdeu os territórios e reconquistou-os antecipadamente.
António Perdigão olha temporariamente esculturas
A pantera, o tigre, escolhem renas amarelas.
Constança F, 10 anos, EB23 Dr. José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 153 ― frases com APOTERA

19/06/19

Grandes miúdos em destaque

A Ludmila Faneca vive num regime estapafúrdio, tendo como pais peixeira e pescador.
Um dia, enquanto olhava para os pais a trabalhar, encontrou uma lamparina, não sendo o génio nenhum estafermo. Ele concedeu-lhe três desejos: que mudasse a sua vida, passando a concretizar o seu sonho – que era trabalhar com unhas –; pediu também que transformasse o cimento que se encontrava ao seu lado em muito verniz e que lhe mostrasse um ente querido que ficasse consigo.
Tomás F, 17 anos, Esc. Sec. José Saramago – Mafra, prof Teresa Simões 
Desafio RS nº 17 – Ludmila Faneca

Era uma vez, um rapaz chamado José Godinho e ele vivia perto do rio Guadiana. O José é muito orientado. Por isso leva a agenda sempre com ele. Para ele, ela é grandiosa. Custa-lhe muito andar com ela às costas pois ela é muito grande. A Maria, uma amiga dele, um dia magoou-se e ele ajudou-a. Para agradecer ela convidou-o para almoçar e ele, claro, aceitou. Almoçou, conversou e depois despediu-se e foi-se embora para casa. Fim.
Catarina S e Madalena R, 5ºC, AE Pinheiro e Rosa, Faro, prof Maria Manuel
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

18/06/19

Grandes miúdos em destaque


Ludmila Faneca vivia num regime restrito, em torno da pesca, pois era isso que seu estafermo, mas querido, pai desejava. Contudo, um dia, quando Ludmila voltava dos seus recados, caminhando pelo duro cimento da avenida, viu, com a ajuda de uma grande lamparina que iluminava a rua, aquilo que se tornaria o seu sonho e maior conquista no mundo: um salão de unhas!
Assim, contra tudo e contra todos, Ludmila vingou no mundo do tratamento das unhas.
Melissa A, 17 anos, Esc. Sec. José Saramago – Mafra, prof Teresa Simões
Desafio RS nº 17 – Ludmila Faneca

Havia um guardanapo, que de tão sujo que estava até era engraçado! Morava dentro de uma gorda embalagem, apertado e enrugado. Vivia a pensar, quando é que alguém se lembraria de o libertar.
Então, o Godofredo, no seu aniversário, após comer gulodices, abriu o pacote dos guardanapos para a boca limpar. E, bummmm! O guardanapo saiu do aperto, saltou voando até cair numa poça de lama. Pensou:
― Antes sujo e livre do que limpo e preso!
Hugo P, 5º C  AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Mª Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

17/06/19

Grandes miúdos em destaque


Num dia de neve, estava o João e o pai a tentar abrir a porta de casa, até que aparece a mãe e o bebé, irmão do joão, que tinha acabado a sesta. O João que era perito em Karaté, deu um pontapé na porta, mas… mas não conseguiu abri-la e disse para o pai em segredo, para a mãe não ouvir: “Pssst, Pssst, pai, antes que a neve derreta, será impossível eu conseguir abrir a porta!
Afonso, 9 anos, 4ºA, EB Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha, Profs Isabel Oliveira e Marlene Jorge
Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta

Era uma vez um menino que perguntou à mãe se podia ir ao cinema e ela respondeu:
― Não vais, porque também não estudas e não queres ir à escola. 
― Se não posso ir ao cinema, posso ir à piscina? ― perguntou ele não muito contente.
A mãe disse:
― Se não te esforças e não tiras boas notas, continuo a dizer não, não e não!
― Só dizes não? Só sabes dizer não?!
― Não, não! Também digo: vai estudar, filho! 
Inês C, 12 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto
Desafio nº 59 – 14 vezes a palavra não

14/06/19

Grandes miúdos em destaque


No dia antes do carnaval começou a nevar. Os organizadores do carnaval pensaram e entre si disseram em segredo:
“Antes que a neve derreta, será impossível o desfile acontecer.”
Mas uma menina que se encontrava a passar por lá ouviu isto. Então, contou a toda a gente e pediu ajuda para tirar a neve. No dia de carnaval a menina pôde dizer:
“Bom trabalho, agora o desfile pode acontecer!” E a menina ficou feliz, alegre e orgulhosa.
Matilde, 10 anos, 4ºA, EB Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha, Professoras: Isabel Oliveira e Marlene Jorge

Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta

Eu sei, meu amor
Que nos voltaremos a ver,
Pois o que nos separa
É apenas esta dor
E eu nunca te vou esquecer! 
 Toda a gente te adora,
Mesmo que tenhas roído a porta.
Sabes uma coisa?
Agora já não importa,
Até fica mais bonita
Assim meia torta!
 Ver o que corrias,
Quando me vias.
Ver o que saltavas,
Quando eu te chamava.
Ver sempre o teu carinho?
Só para os olhos de quem tem saudades! 
Teresa M, 12 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinho
Desafio nº 35 – partindo de dois versos de autor
"Eu sei, meu amor" de David Mourão-Ferreira e "Só para os olhos de quem tem saudades" de Miguel Torga


12/06/19

Grandes miúdos em destaque

Era uma vez 10 amigos: o 1, o 2, o 3, o 4, o 5, o 6, o 7, o 8, o 9 e o 0. Eles eram os melhores amigos, faziam várias coisas juntos: jogar futebol, dançar, etc.
Uma vez, eles foram ver um jogo de futebol. Era Benfica vs Chelsea para a Liga Europa, o resultado foi 3 vs 0.
Depois foram ver um espetáculo de dança.
No final, eles viveram muito felizes para sempre.
João S., 8 anos, Luanda, Angola
Desafio nº 3 – números de 1 a 10

Era uma vez um rapaz chamado Luís que em conversa com a sua amiga Rita disse:
“Antes que a neve derreta, será impossível.”
Mas o que o Luís e a Rita não sabiam é que as suas amigas, a Carolina e a Eva, ouviram e foram para a rua dizer a todos:
“Antes que a neve derreta, será impossível.”
E quando as pessoas perguntavam:
“Mas qual o significado dessa frase?”
As amigas respondiam:
“Isso nós não sabemos!”
Shiloh, 9 anos,4ºA, EB Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha, Professoras: Isabel Oliveira e Marlene Jorge
Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta

11/06/19

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O mistério do encanto do fogo, da sua energia, se é vida pode ser igualmente morte, dá prazer olhar para a lareira acesa, com o carvão incandescente. Sente-se a sedução, a sensação de medo, respeito e adoração, sentimentos que deslumbram, fascinam... É mágico, algo que nos deixa com um grande sorriso e que dá pena quando se extingue, porque se está com vivacidade é forte mas se não se alimenta desfaz-se em cinzas, um elemento feroz.. enigmático...
João C., AE D. Lourenço Vicente, prof Rosalina Simão Nunes
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

Era noite de Natal, e vi a árvore cheia de presentes. Lancei um grande sorriso a todos. À meia-noite fomos abrir os presentes, e vi todos a receber muitos presentes e todos os que desejavam, mas quando chegou a minha altura, abri todos os presentes o mais rápido que consegui até encontrar o que queria. No final, vi que ninguém me tinha dado o presente que queria e disse:
Fogo! Não recebi o queria…
Tive mesmo pena
Inês A., AE D. Lourenço Vicente, prof Rosalina Simão Nunes
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

07/06/19

Grandes miúdos em destaque


Estávamos reunidos em Viseu. Todos tinham um sorriso mais ou menos sentido. O rosto da Luísa mostrava pena pela ausência da Laura. A hora tardia aguçava o apetite, e as iguarias recém-chegadas à mesa permaneciam pouco tempo nas travessas e terrinas de porcelana que a avó Amélia usava só nestas ocasiões. O que parecia não ter fim eram as conversas do tio Artur. O fogo da saudade de outros tempos consumia-o, a ele e a nós também.
Salvador B., AE D. Lourenço Vicente, prof Rosalina Simão Nunes
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

Chegou demasiado tarde. A Esperança não esperara por si. Iam a caminho do hospital, de carro, ultrapassando o limite de velocidade, mas antes de chegarem... aconteceu, a bebé nasceu no caminho. Os pais nem podiam acreditar! Entre maravilhados e  extremamente stressados com a pressão de chegar depressa… Até se esqueceram de avisar a parteira. Entretanto, a bebé nasceu em segurança. Que dia tão marcante! Daí em diante, celebrou-se sempre o seu aniversário no trajeto para o hospital. 
Tomás S., 13 anos, Colégio Paulo VI, Gondomar, prof Raquel Almeida Silva
Desafio nº 134 ― «Chegou atrasado…»

06/06/19

Grandes miúdos em destaque

Existe uma vontade de nos expressar, mais concretamente uma vontade de libertar. Libertar a fúria que se suspende dentro de todos com uma chama impossível de ver, mas quando se liberta apenas pega fogo a tudo aquilo que encontra. Libertar a nossa alegria, um sorriso, é a melhor maneira de demonstrar a felicidade, sendo que pode ter mais veneno do que uma cobra. Libertar o animal que temos dentro de nós. Eu tenho uma pena, e tu?
Maria João F., AE D. Lourenço Vicente, prof Rosalina Simão Nunes
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

Se as casas pudessem voar
eu iria mesmo viajar
para a terra do meu pensar:
muito tenho para imaginar.

Uma casa de encantar
cheia de coisas de admirar
colorida do teto ao chão
rosa-salmão.

É uma casa interessante
comprada a um feirante;
tem um canteiro no jardim
cheira a bolas de Berlim.

Em minha casa vive a minha irmã
que só fala comigo de manhã.
Quando há festa das pequeninas 
a minha irmã brinca com as meninas.
Vasco S., 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 35 – partindo de dois versos de autor
“Se as casas tivessem asas”, de Luísa Ducla Soares

05/06/19

Grandes miúdos em destaque

Quando o rapaz viu a maçã,
observou-a muito bem.
Como ela era linda,
linda de pasmar!
E de pasmar foi o gesto que ele fez
ao dar a maçã, 
maçã que ofereceu,
ofereceu a um ser,
um ser diferente,
mas melhor que muita gente!
Pelo menos não…
… não desrespeitava, não poluía, não troçava dos outros, não rebaixava, não estragava, não incomodava... 
Mas quem era esse ser? ― todos ali perguntavam. 
Pois esse ser era…
... era um magnífico animal!!! 
Rita V., 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 35 – partindo de dois versos de autor
Álvaro Magalhães "O mesmo rapaz de sempre"

Era uma vez uma menina que passeava pela rua com um lindo sorriso. Por cima dela passou um pássaro que ela nunca tinha visto com penas lindas parecidas com fogo. De repente o pássaro caiu devido à rajada de vento repentina. A rapariga com pena dele foi a correr ajudá-lo. Quando o pegou sentiu uma sensação a filtrar-se pelo seu sangue. Desde esse dia ela sentia um sentimento estranho dentro de si e nela descobriu a magia.
Lara S. e Matilde C., AE D. Lourenço Vicente, prof Rosalina Simão Nunes
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

04/06/19

Grandes Miúdos em Destaque


Num hotel de luxo, uma hóspede ficou num quarto com um aquário. 
Certa manhã, detetou que o aquário da medusa tinha uma fuga de água, pois um rato tinha roído o cano que o abastecia de água.
A pobre hóspede, sem forças, pegou num leque para tapar a fuga. Como nunca tinha passado por tal situação, foi à receção pedir auxílio.
O canalizador, ao tentar tropeçou em óleo, bateu com a cabeça acabando por ficar com febre
Lara M,12 anos, Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof Raquel Almeida Silva
Desafio nº 172 ― 10 palavras incluindo Medusa

Era uma vez uma menina que era tão bem disposta que todos os dias acordava de manhã com um enorme sorriso de orelha a orelha, e isso tinha um motivo. Essa menina tinha um amigo que se chamava Jasmim, que era um pássaro. E um dia de primavera Jasmim lhe oferecera uma pena. A partir desse dia a menina passou a sorrir sempre que via o pássaro. Mas infelizmente o seu ninho pegou fogo e Jasmim morreu. 
Pedro F., João F. e Guilherme M., AE D. Lourenço Vicente, prof Rosalina Simão Nunes
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

03/06/19

Grandes miúdos em destaque

Quando o rapaz viu a maçã, ficou espantado. Ela tinha um formato muito estranho. Parecia até que já tinha levado com muitos pontapés dos rapazitos que jogavam à bola no intervalo depois das três.
O menino não sabia o que havia de fazer, comê-la ou deixá-la lá ficar.
O rapazito teve muitas ideias mas desistiu sempre delas. Ora eram estranhas, ora eram totós.
Até que finalmente se decidiu. Pegou numa faca...
... lá dentro estava um magnífico animal.
Margarida F., 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 35 – partindo de dois versos de autor
Álvaro Magalhães "O mesmo rapaz de sempre"

O caso era surpreendente, nem o regente da instituição sabia que espécie habitava ali. Era completamente diferente!
Foi meticulosamente examinada. As analisadoras repararam que as necessidades do espécime ultrapassavam o entendimento das pessoas.
Era tal o desconhecimento sobre este ser que alojá-lo-iam no museu do município.
A boa nova estendeu-se. Em pouco tempo, saltava de museu em museu, até ver o mar e se perceber que era um ser bioluminescente da Fossa das Marianas.
E fez-se luz!
Lucas O., 11 anos, Nelas
Desafio nº 168 ― o caso surpreendente

31/05/19

Grandes miúdos em destaque


A Borboleta Caiu Da Escada Fantástica.
Ganhou ida ao Hospital Indiano. Já tratada,
Kevin Liberta-a das Maleitas, ficou como Nova.
Livrou-se da Operação!  
Para Que a Borboleta Resgatasse a Senhora Tartaruga, Uma Rã Vendeu Xilofones, para Zelar
pela borboleta. Zebra Xavier Volta-se para o
Urso Tomás e Segreda-lhe: - “O Rato comeu Queijo com Pão.”
 A borboleta Olhou, Nada importava, Mudou de direção, Levando um pedaço Jeitoso, Irritada:
― Hoje Gostaria de Fazer Exercício De Cálculo!
Bravo! Acabou-se.
2º ano, 2ª, EB Quinta da Vala, Alverca, prof Rita Neves
Desafio nº 20 – usar o alfabeto duas vezes no início das palavras e por ordem! Uma vez certo, outra ao contrário

A tia Maria abanava-se com o seu leque, quando lhe apareceu em casa um hóspede indesejado, um rato gordo, atrevido e malcheiroso. Este subiu para a bancada da cozinha e entornou a garrafa do óleo.
A senhora pegou numa vassoura e bateu-lhe com força. Este entrou em fuga.
Com o susto a tia Maria até ficou com febre. Ela foi à praia descansar e viu uma medusa como nunca tivera visto.
― A minha vida é um luxo!
3º/4º GA B, EB de Galveias, professora Carmo Silva
Desafio nº 172 ― 10 palavras incluindo Medusa

29/05/19

Grandes miúdos em destaque


Enquanto pensava num texto começado por: furo, juízo, essas palavras todas; ... pendurei a mochila na maçaneta, o que para a mãe é um problema, massacra-me constantemente:
― Isto é algum cabide?
Sou obrigada a rir.
― Tens aí um delicioso bispo – disse ela carinhosamente.
Tem muito cuidado com o peso, sempre foi uma pedra no seu sapato.
Torcendo o nariz, perguntou:
― Estudaste os conteúdos de Português? Não te esqueças do teste.
― Um palerma tirou-me o livro e escondeu-o – desconversei.
Bruna S. – 6º A, AE da Corga de Lobão, Santa Maria da Feira, prof Carla Soares
Desafio RS nº 31 – 14 palavras com ordem imposta

Leonor T., 9 anos
Desafio nº 162 ― pedra, nuvem, terra e lenha como indutoras



28/05/19

Grandes miúdos em destaque


No dia antes do carnaval começou a nevar. Os organizadores do carnaval pensaram e entre si disseram em segredo:
“Antes que a neve derreta, será impossível o desfile acontecer.”
Mas uma menina que se encontrava a passar por lá ouviu isto. Então, contou a toda a gente e pediu ajuda para tirar a neve. No dia de carnaval a menina pôde dizer:
“Bom trabalho, agora o desfile pode acontecer!” E a menina ficou feliz, alegre e orgulhosa.
Matilde, 10 anos, 4ºA, EB Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha, Professoras: Isabel Oliveira e Marlene Jorge
Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta

Para o mês de fevereiro recebi um desafio de escrever um texto com as palavras: furo, juízo, maçaneta, problema, massacrar, rir, bispo, peso, pedra, torcido, palerma escondido.
No início pensei, como sempre, que seria muito difícil (a minha professora de português até me chama de “rei pessimista”). Sou muito negativo e tenho de tentar ser mais positivo.
Professora, se está a ler isto, eu vou tentar, ok?
E assim me despeço, que a margem de palavras acabou.
Lisandro M. – 6º A, AE da Corga de Lobão, Santa Maria da Feira, prof Carla Soares
Desafio RS nº 31 – 14 palavras com ordem imposta

27/05/19

Grandes miúdos em destaque


Caminho por estas pedras com muito sacrifício. Observo uma nuvem sorridente que me faz sentir em casa. Continuo a caminhar. Agora as pedras acabem e a terra pinta-me os pés de vermelho. É barrenta. Começa a chover. Sinto que tenho de sair, senão posso ficar presa, mas levo um pedaço comigo. Com esse pedaço, moldo rostos familiares e queridos. São estes retratos que, um dia, hão-de aquecer-me o coração. Hão-de ser a lenha da minha vida.
Leonor T., 9 anos
Desafio nº 162 ― pedra, nuvem, terra e lenha como indutoras

Num dia de neve, estava o João e o pai a tentar abrir a porta de casa, até que aparece a mãe e o bebé, irmão do joão, que tinha acabado a sesta. O João que era perito em Karaté, deu um pontapé na porta, mas… mas não conseguiu abri-la e disse para o pai em segredo, para a mãe não ouvir: “Pssst, Pssst, pai, antes que a neve derreta, será impossível eu conseguir abrir a porta!
Afonso, 9 anos, 4ºA, EB Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha, Professoras: Isabel Oliveira e Marlene Jorge
Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta

24/05/19

Grandes miúdos em destaque


Era no metropolitano que eles se encontravam. Eles tinham de manter aquilo em segredo. O pai dela teimara que eles não se podiam encontrar.
Ela mentira ao pai dizendo que ia ter com as amigas para trabalharem para a escola. Eles trazem presentes um para o outro. Ela começa a tremer e ele a tremelicar.
Depois vão rápido para as suas casas para meter os seus presentes em segurança.
Adormecem a imaginar como será o próximo encontro.
Madalena, 6º ano, EB Alexandre Herculano, Santarém, prof Risoleta Montez
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Era uma vez um rapaz chamado Luís que em conversa com a sua amiga Rita disse:
“Antes que a neve derreta, será impossível.”
Mas o que o Luís e a Rita não sabiam é que as suas amigas, a Carolina e a Eva, ouviram e foram para a rua dizer a todos:
“Antes que a neve derreta, será impossível.”
E quando as pessoas perguntavam:
“Mas qual o significado dessa frase?”
As amigas respondiam:
“Isso nós não sabemos!”
Shiloh, 9 anos,4ºA, EB Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha, Professoras: Isabel Oliveira e Marlene Jorge
Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta


23/05/19

Grandes miúdos em destaque

Certo dia, no metropolitano de Lisboa, vi um rapaz a estender um lenço com um metro e oitenta centímetros no chão, a delimitar o espaço com capas de CD, meter o trompete na boca e tocar. Então, tirei o meu trombone da caixa e juntei-me a ele. Chegou a noite, o trompetista despediu-se de mim com um aperto de mão e um “obrigado”. Reparei que tremia com frio. Ofereci-lhe uma camisola térmica que tinha comprado para mim.
Afonso, 5º ano, EB Alexandre Herculano, Santarém, prof Risoleta Montez
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

O natal é natalício, é a altura do ano onde há mais natalidade, é a altura do ano onde comemos o tradicional bacalhau com natas, e nesse dia vou à natação.
O ano passado, nasceu a Natália no dia de natal, por isso é que ela gosta do pai Natal e tem espírito natalício.
Naturalmente, o iogurte é natural, mas na época do Natal, ele tem um sabor com um ligeiro toque natalício e a bacalhau cozido.
Dinis T., 15 anos, Escola Secundária de Odivelas, prof Helena Gameira
Desafio nº 129 – palavras que vêm de NATA

22/05/19

Grandes miúdos de hoje

O Figueiredo vivia numa cidade.
Certo dia, viu um foguetão a ser lançado para a lua. Figueiredo foi para casa e viu o pai a tocar fagote e a mãe a cozinhar no fogão. Estava com fome e comeu alguns figos da figueira que tinham no quintal. Comeu tantos que lhe começou a doer o fígado e chamou a doutora Fagundes . Esta parecia um foguete!
Trazia uma figura que pegou fogo. O Figueiredo desatou a fugir.
Kélvio C., 6º M, Profs Elisa Ferreira e Sandra Gonçalves - CPL CED Nuno Álvares Pereira 
Desafio nº 160 – plvrs com FAG, FIG, FOG, FUG

Sempre gostei de olhar para a lua. Ela brilha tanto... É a única que me acalma quando a minha mente cai entre silvas. E sempre que se vai, para mim fica noite e tudo escurece. 
Ás vezes os espinhos na silva só apertam, cada vez mais... Sem gritar, sem fugir... Porque foi por minha culpa que lá caí.
Percebi que a dor faz-me viver... A dor faz-me crescer, porque é nestas silvas onde caí que nascem rosas.
Ivo R. e Pedro R., 15 anos, Escola Secundária de Odivelas, prof Helena Gameira
Desafio nº 133 ― cair nas silvas