Ondas de inspiração
Sentado nas rochas contemplava o mar, calmo apenas com uma leve ondulação. Adorava ficar ali nos fins de tarde de verão, servia-lhe como uma espécie de higiene mental. Isolado, plácido, meditava, sentia-se pleno. Era escritor e de caneta em punho, deixava sua imaginação voar como um papagaio ao vento. Dizem que aquele cenário fornecia complementaridades à sua escrita, trazendo inspiração com as ondas do mar. De facto, sentia-se a frescura da brisa do mar em seus poemas.
Fernanda Malhão, 44 anos, Gondomar
Desafio nº 163 ― palavra grande gera mais 6
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