Pensei que viesses, apesar do FRIO que congela a estrada e a nossa relação. Talvez tivesses BOLEIA de algum remorso, mas não. TEMI pela distância que me desanimou a vontade de procurar à LUPA alguns gestos de carinho, em JEITO de promessas para o futuro, mas nada irá acontecer. Pela VEREDA que nos leva ao penoso COMBATE final, penso nas vezes em que desculpei as traições, na LEVEZA dessas desculpas, aceito o fim. Apesar do frio, aceito.
Margarida Fonseca Santos, Lisboa
10jan2024 – palavras com estrutura imposta

Muito bom,Margarida! Deixo minha participação aqui também!
ResponderEliminarhttps://colorindonossosdias.blogspot.com/2024/01/o-que-faz-o-medo.html
beijos, chica
Olá querida Margarida
ResponderEliminarExcelente ficou o seu desafio.
Participei aqui:
https://interagindocomosbichinhos.blogspot.com/2024/01/77-palavras_24.htm
Beijinhos
Verenal
Que bom ver-vos escrever! Beijinhos
ResponderEliminarNaquela noite de frio intenso, segui pela vereda silenciosa, esperando uma boleia do destino. Temi o escuro e o eco dos meus passos, mas avancei. Usei a lupa da memória para rever momentos nossos, procurando um jeito de entender o fim. Cada lembrança parecia leve, porém escondia um combate interno doloroso. No fim, aceitei o caminho, sozinho, mas mais forte. E percebi que mesmo sem respostas, havia paz suficiente para continuar amanhã com coragem renovada e esperança.
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