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18/10/18

Rosélia Palminha ― desafio 141

Mal por mal
Malaquias, 55 anos, visão diminuta. Atrevido.
Assíduo na esplanada onde passava a maioria da rapaziada do liceu. 
Viu passar uma "mini saia", fez chacota. Foi inconveniente. Os presentes riam a bandeiras despregadas, então cheio de prosápia comentou: ― Aquele adagio deve ser modelo "Giovani". 
Em casa olhou pertinho para a mulher. Aquela saia, que se apressou a tirar, era a mesma que…
Figura de otário. Ia haver sarrabulho. Havia de ter piada! 
Bem, melhor era adaptar-se às modernices!
Rosélia Palminha, 70 anos, Pinhal novo
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13/08/18

Isabel Sousa ― desafio 141


Só por ela
Quando me voltei, meu coração  teimou  em bater mais forte.
Dias a fio, havia mourejado para obter o seu adorável sorriso e nada tinha conseguido.
Meus olhos velejei nas ondas revoltas do seu cabelo e nos jeitos do seu corpo,  quase me perdi. Uma tossidela irritada fez-me acordar: tinha bloqueado a fila do supermercado só para olhar para ela.
A lista de compras que elaborara, estava ainda por cumprir. Envergonhado,  afastei-me  e comprei um quilo de Araçás.
Isabel Sousa, 66 anos, Lisboa
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16/07/18

Domingos Correia ― desafio 141


Caso raro
Joaquim e a filha do Zarolho, dono da esplanada onde trabalhava, apaixonaram-se. Porém, tudo acabou por impedimento do Zarolho.
Joaquim vagueou… agarrou até numa adaga querendo matar-se... em vez disso, acabou por zarpar dali, tentandoaromatizar a vida.
A moça refugiou-se no roupeiro, chorando sem parar...
Mas, passado o pranteio, cada um refez a vida, casando, tendo filhos…
Gostando de ironizar, o destino acabou juntando-os no mesmo lar. Caso raro!
Reapaixonaram-se, casaram e viveram felizes para sempre!
Domingos Correia, 60 anos, Amarante
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28/05/18

Carla Silva ― desafio 141


Saudades
Ao vislumbrar a esplanada as saudades ficaram mais fortes.
Saudades tuas, que asseguravas estar adaptado ao trabalho na reitoria. Das tardes na praia onde ficavas tostadoDo muito que ríamos quando eras crivado pelosmosquitos à beira-mar.
Saudades de 
adornar a casa enquanto, qual narrador, relembravas todas as festas que fizemos.
Adorei todos os momentos e tenho a certeza que jamais os esquecerei. Assim como sei que doravante farei todas estas coisas sozinha e sentirei imensas saudades.
Carla Silva, 44 anos,  Barbacena, Elvas
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22/05/18

Margarida ― desafio 141

Chegamos nós na nossa nova casa e vimos que tinha uma esplanada e um jacuzzi adaptado, eu estava a adorar a nova casa, tinha um DVD de ouro muito raro, o meu quarto era aromático e tinha o poster do meu ícone preferido. O senhor das entregas ia onerar a mesa de vidro com uma encomenda muito pesada que tinha uma raridade lá dentro. O meu tio foi dizer adeus e nós dissemos adeus ao tio Eusébio.
Margarida, 7º, José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina Jesus
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Gonçalo ― desafio 141


Numa Esplanada vi uma rapariga com um calção adaptado, pois adorava vê-la vestida com ele, tinha um avatar e tartarugas. Disse-me que gastou 10$. Ela era a rapariga que organizava a tourada na sua terra porque era adaptável, quem ia atuar eram velhos toureiros e era por isso que a tornava mais apelativa. A praça de touros ficava a 1KM do Hospital, se houvesse feridos graves ou ligeiros podiam ir logo para o hospital para serem observados.
Gonçalo, 7º, José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina Jesus
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Susana Sofia Miranda Santos ― desafio 141


Naquele dia, Ivonildo, após olhar ao espelho, decidiu emagrecer.
O destino era irónico... era filho de um famoso tarimbeiro, ícone do mundo militar, mas onde estavam os músculos!? Parecia filho adoptivo do açúcar, pois assemelhava-se a uma esponja gigantesca ― fora onerado com mais de cem quilos.
Assim, decidiu lutar, testar a sua resistência... nunca mais usaria o elevador, subiria milhares de escadas até sentir as pernas dormentes!
A ginástica é fastidiosa, mas o pai orgulhar-se-ia de si.
Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto
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Naquele; elevador; dormentes; testar; tarimbeiro; irónico; ícone; onerado; adoptivo; Ivonildo.

C. Técnico de Cozinha e Pastelaria ― desafio 141


O Adamastor
Um belo dia, estava eu na esplanada, a tomar o meu pequeno-almoço, constituído por uma torrada e um café, quando, de repente, aparece um tarado com uma vela na mão mas com um olhar adorável. Perguntou-me se queria jogar ao elástico. Eu tentei adaptar-me àquele ícone que era o adorado Adamastor, e com desejos improváveis, subiu-me a tensão. Quem nunca teve estes desejos improváveis? Afinal ele é uma tentação! Ai o meu coração!
Estou apaixonada! Atração assolapada!
Curso Técnico de Cozinha e Pastelaria de Vila Nova de Foz Côa, prof Andreia Pinho
Adamastor; torrada; adaptar; tarado; adorado; adorável; vela; elástico; ícone.
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Eliana Gaspar Rico ― desafio 141


Combinaram o encontro numa esplanada. Ela estava-se a adaptar à nova situação, que ocorria demasiado tarde. Tempo de mais a arder em frustração e tristeza. Quem dera ter conseguido resolver tudo mais cedo. Era pouco corajosa, pensou. Sempre a arranjar desculpas... a última, esperar que o filho regressasse de Erasmus!!!
música estava insuportável naquela esplanada! Ícaro estava atrasado!
Ela queria despachar tudo rapidamente, fugir dali... estava agitada!
Para relaxar concentrou-se no aroma que vinha do mar...
Eliana Gaspar Rico, 51 anos, Porto
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esplanada-adaptar-tarde-arder-dera-era-Erasmus-música-Ícaro-aroma

Matilde ― desafio 141


Numa esplanada
havia uma menina
que se adaptou 
à sua nova vidinha.

― Como sou nova na escola 
acham-me um bocado estranha.
Faço camas com toucas 
para o meu casal de aranhas!

― Tenho uma cadela salchicha 
que se chama Amarílis
Eu vivo em Lisboa 
e sou muito feliz.

― Vivo na rua Boavista.
Sou nova e simpática, 
mas não tenho muitos amigos 
porque me acham lunática.

― Lunática não sou!
Travessa, talvez. 
Chamo-me Stan 
e agora é a minha vez. 
Matilde, 7º, José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina Jesus
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Daniela ― desafio 141

Chegamos a uma pequena vila Alentejana e fomos descansar para uma esplanada.
Já sentados vimos um cão de nome Adamastor.
Na televisão a notícia que passava era sobre o tornado da noite anterior.
Naquele local pedia sempre aquela bebida que eu tanto adorava, desta vez não havia, a máquina tinha uma avaria.
Fomos embora e pelo caminho passamos num riacho.
Chovia. Seguimos viagem.
gémea, que estava a conduzir, sugeriu o próximo destino. Íamos para a Mealhada.
Daniela, 7º, José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina Jesus
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20/05/18

Theo De Bakkere ― desafio 141

Um colesterol elevado
Na esplanada da McDonald’s havia comoção brusca e só devido a uma simples batata frita que, deitada ao chão, provocava um bando de pardais, sentado num espaldar, numa luta sarabulhenta. Provavelmente, apesar do darwinismo já se adaptam imediatamente ao furor de restauração rápida. Se calhar ainda não estavam ao corrente do perigo dum colesterol elevado ― avançarão para a morte. Porém sabem bem que um pardal gorducho tem de ter cuidado com o gato ― também gosta dum bocado.
Theo De Bakkere, 66 anos, Antuérpia Bélgica
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Francisca ― desafio 141

Tenho um amigo iraniano. De quem o ´stor de matemática não gosta. Quando veio para cá teve de se adaptar e costuma dar erros.
 O seu riso lembra uma torneira estragada e a chiar, o que me dá cá uma ira… Mas somos amigos e eu lá o perdoo. Ele tem imensa piada, é muito simpático e amistoso. Sempre que vamos à esplanada ele diz:
― Vai tardar até me dares o resto do chocolate?
Ah, que amigo!
Francisca, 17 anos, Cantanhede
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16/05/18

Lucas Correia ― desafio 141

Eu estava numa esplanada muito adaptada, quando apareceu um adamastor que tinha saído de uma torrada com uma adaga e agarrou num roupão e em mim e leva-nos para um navio, chamado Pãozar, ele obrigou-nos a zarpar,  e zarpamos. Quando eu salto vejo uma mosca, aí perco o equilíbrio e caio mal e depois acordo no hospital, fiquei em coma durante três anos. Nesse momento sem dizer a ninguém, levanto-me e vou embora para sempre
Lucas Correia, 7ºB da Escola José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina de Jesus
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Mafalda Fernandes ― desafio 141

Numa esplanada, vi um rapazinho com um boné adaptado. "Ele é tão adorável!" era isto que eu comentava com uma velhita. Quando a mãe o chamou, soube que o seu nome era Ítalo. Foram para o carro que era alongadíssimo! No carro ele fingia ser um dragão imortal. Depois de o observar, tive de ir ao talho. Pedi ao tal rapaz um pedaço de carne. Passado uns minutos, comi uma talhada pois sou uma rapariga muito adaptável.
Mafalda Fernandes, 7ºB da Escola José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina de Jesus
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Rita Rocha ― desafio 141

Sentada na esplanada,
aranha deliciada
Comia uma torrada,
Barrada com marmelada.
Não tardou uma arara
A voar-lhe para a cara.
Ai! A minha narina! – gritou.
Doía muito!
Foi logo para o hospital.
doutor lá a conseguiu curar.
tornar o seu nariz,
Pronto a inaugurar!
Quero uma coisa rara cheirar!
Será que a narina já se pôde adaptar?
Cheirou tudo o que surgiu!
Este é o melhor aroma!
O que é?
É torrada com marmelada!
Rita Rocha, 6ºA, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 141 ― 3 letras do fim no início da palavra seguinte
esplanada - adaptar - tardou - doutor - tornar - narina - inaugurar - rara - arara – aranha

Rodrigo Nascimento ― desafio 141

Eu estava na  esplanada a adaptar o meu carro e vi um tarado a adorar a raridade do meu carro, ignorei. 
Depois vi uns homens com adelgaçantes e com as suas testas queimadas.
Eu fui ajudá-los e levei-os para a minha casa.
Mais tarde pediram-me uma tascoa e leite coado. Eu disse que não podia dar essas coisas, nós chateámo-nos e mandei-os embora.
Então apercebi-me que era mentira e tinham feito aquilo só por causa do meu carro adorável. 
Rodrigo Nascimento, 7ºB da Escola José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina de Jesus
Desafio nº 141 ― 3 letras do fim no início da palavra seguinte

Adriana Cândido ― desafio 141

Numa esplanada vi no chão uma adaga. Rapidamente, agachada, vi um cartaz de um anúncio adaptado de um filme. De seguida, adotei uma cadela, ela era muito teimosa. Fiquei a saber que ela era da Osaka e um dos antepassados teria sido animal do rei Akaba.
Como tinha fome, fui ao supermercado e comprei um abacate.                                                           
Como foi um dia em grande e muito cansativo decidi ir com a minha linda cadela ver os aviões a aterrarem.
Adriana Cândido, 7ºB da Escola José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina de Jesus
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Marim Coelho ― desafio 141

No café do João havia uma esplanada que tinha um tapete verde adaptado ao José e ele não o adorava porque marcava a diferença. Contudo ele avassalava aquele lugar. Ele podia largar qualquer lugar por aquele.Um dia na sua garagem encontrou a gema de um ovo. Mas ele não a quis comer porque estava a emagrecer e já tinha tido uma doença no cérebro que o impediu de andar e de comer brócolos entre outros alimentos.
Marim Coelho, 7ºB da Escola José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina de Jesus
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Artur Feddrizi ― desafio 141

Um dia, na esplanada do café da Joana, dois homens falavam de uma adaga lendária e do primeiro homem que a agarrou até que um deles propôs roubar a adaga.
O outro disse que era uma barbaridade mas decidiu aderir à ideia mesmo a rir e disse: riremos para não chorar.
Mostrou o plano ao amigo e roubaram a adaga, mas um tropeçou num ramo e foram presos pelo FBI e pela CIA e morreram na prisão. 
Artur Feddrizi, 7ºB da Escola José Carlos da Maia, Olhão, prof Corina de Jesus
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