16 julho 2015

A carta

Já nada és para mim, repetia na minha cabeça.
Sentada na areia fria senti a brisa marinha a acariciar-me a pele e lembrei-me das tardes na praia.
Saíra para espairecer, essa era a ideia inicial, mas a tentativa fracassara.
Precisava afastar as lembranças mas afinal ali estavam elas, bem vivas na minha mente.
E para relembrar ainda mais a triste partida chegara a "desejada" carta. Estremeci.
Decidi deixá-la na mala. Temia lê-la...
A mensagem seria a esperada?

Carla Silva, 40 anos, Barbacena, Elvas

Desafio nº 93 – escrever sem O nem U

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