22 maio 2016

Desculpe, desculpe

Era uma nova manhã. Outro novo dia. Mas a mesma rotina. Ou pelo menos isso pensava o Alex, enquanto ouvia música tranquilamente no seu mp3, olhando pela janela desse velho comboio de madeira dos anos 50. Tranquilidade interrompida pela queda dos livros duma rapariga desajeitada. Ou assim parecia.
– Desculpe-me, desculpe-me! – disse ela apressadamente.
– Importa-se se eu colocar isto aqui?
Alex assentiu. Então, depois de ela se sentar, Alex observou-a cuidadosamente.
Ela era uma moça bonita de cabelos…

Ana Carmen García Hernández, 18 anos, Salamanca, prof Paula Pessanha Isidoro
Desafio Escritiva nº 5 – cruzar comboios


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