22/11/13

Apareceste

Apareceste na minha vida. Tu, aquele que vive no infinito, sem pressas e sem orgulho, aquele que vive numa rebeldia ofuscante. Eras tu, o meu bem mais amado. Esgotaste a minha paciência, fizeste de mim uma desordem desassossegada, um bilhete para morte. Eu, como companheira mais frágil entreguei-me. Não a um rapaz como os outros, mas àquele que fez de mim uma rapariga diferente das demais. E eras tu, o meu único tesouro, a minha única tranquilidade.

Ana Sofia Cruz, 15 anos, Porto 

Desafio nº 55 – reescrevendo um texto com contrários

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