17/11/15

Teresa...

Teresa, penso sempre nela, rola a mente e torno a pensar. Onde estás? Solta-me, és má! Nada. Adormeço de cansaço. Mas ela acorda-me! É mesmo má. Não me amas? Então? Descanso, santo descanso onde andas, onde estás? Aparece! Ela prende-me, não a tolero. Não posso, amo-a de coração. Mas este coração não tolera tanta dor. Desperto, será desespero? Troco parco por nada, mas para este amor é sempre tão parco, é mesmo nada. Solta-me para poder crescer.

Maria João, 44 anos, Lisboa

Desafio nº 8 – crise de letras; usar só  E  O  T  R  S  P  L  M  N  D  C