12 janeiro 2016

Caprichos

Oito e meia da noite. Rua Santa Catarina, Porto. Um leve vento está a percorrer a rua sem que nada possa impedi-lo, da mesma forma que nada pode impedir que o amor fique ao dobrar a esquina. Porque é como tem que ser. É o destino.
Joana rende-se ao amor. Amor, cor vermelha.
Entanto, a chuva está a cobrir o chão. Dia, cor azul, recheado de amor vermelho e uma Joana que foi apanhada pelo caprichoso amor.

Lexuri Márquez Guantes, 21 anos, Badajoz, prof Paula Pessanha Isidoro

Desafio Escritiva nº 3 – texto com: chuva, vento, amor, azul, vermelho e rua

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