26/04/19

Grandes miúdos de hoje


Mas também sou mais branco do que a neve.
Tenho asas e não voo.
A minha tampa é uma proteção do calor que sai de mim,
quando me enchem de água e cidreira ou dente de leão.
A minha dona gosta muito de mim,
pois gaba-se sempre às amigas por ter um bule assim.
E sempre que alguém vem cá,
eu cumpro a minha missão:
servir o melhor chá que há!
Francisco A., 5. º Ano, Colégio Verde Água, Mafra, prof Noémia Jorge
Desafio nº 4 – começando a frase “Sou um bule rachado, sou”

Sou um bule rachado, sou.

Sou pequeno; para alguns sim, para outros nem por isso.

Pareço-me com um elefante?
Um pouco.

Sou malvado?
Tentem chatear-me e vão descobrir.

A minha tampa é bonita?
Para a dona da casa, é,
pois mostra-a sempre aos convidados.

A minha racha é grande?
Não consigo descobrir, porque não chego aos pés.

E vamos falar da minha casa!?

É grande?
Sem contar com o lugar das colheres, razoável.
Já estou a aquecer!
Isabel M., 5. º Ano, Colégio Verde Água, Mafra, prof Noémia Jorge
Desafio nº 4 – começando a frase “Sou um bule rachado, sou”

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